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quarta-feira, 9 de março de 2016

Windows - How to Change MTU Value on Windows (XP, Vista, 7 and 8)



To set the best MTU value and optimize VPN speed, please perform the following steps:
First connect VPN. If you are using PureVPN Client then it will automatically create VPN connection named PureVPN. If you created the connection manually then it will appear in Step 3 and you need to modify the command given in Step 4.
1 Open “Command Prompt“. Make sure that you have Admin privileges.
On Windows XP, Vista and 7, Click on Start button and click on “Run“, type “cmd” and click “OK“.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Cinco segredos que explicam o sucesso do Windows 7


(http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/08/03/cinco-segredos-que-explicam-o-sucesso-do-windows-7)
Por PC World/EUA
Publicada em 03 de agosto de 2010 às 08h00
Agora que há mais Windows 7 que Vista em uso no mundo, é tempo de entender as razões de essa nova versão ter agradado a tantos tão rapidamente.
De acordo com a Net Applications, agosto já desponta como um bom mês para a Microsoft. O Internet Explorer 8 ganhou mais mercado para continuar dominando o cenário dos navegadores web e o Windows 7 superou seu antecessor – o Windows Vista – pela primeira vez, também em participação de mercado.
Assim, o que exatamente tem sustentado o sucesso do Windows 7?
1::Gerenciamento. Com suporte integrado para PowerShell 2.0, o Windows 7 fornece uma infraestrura superior para administradores de TI, permitindo a automação de tarefas comuns e uma gestão mais eficiente de desktops.
2::Resolução de problemas. Para alguns administradores de TI, ajudar usuários a identificar e resolver problemas toma boa parte do tempo e atrapalha o desenvolvimento de tarefas que poderiam melhorar a rede para todo mundo. A resolução remota de problemas, então, é campeã em dificuldade, pois desafia a paciência tanto do usuário quanto do técnico em TI.
O Windows 7 oferece Troubleshooting Packs que, aplicados às questões mais comuns, permitem aos usuários conduzir suas próprias investigações rumo à solução. Os administradores de TI também podem criar Troubleshooting Packs personalizados para problemas recorrentes ou aplicativos internos.
Para resolução remota, o Windows 7 tem o recurso Problem Steps Recorder. Ele permite a gravação de telas que ilustram, clique por clique, os passos que parecem ser a causa do problema. A capacidade de dar replay no cenário do problema facilita bastante o trabalho dos técnicos remotos, que podem se concentrar em identificar e resolver o problema.
3::Segurança. O Windows XP – que é de longe o sistema operacional mais utilizado – fica bem atrás do Windows 7 no que diz respeito a controles de segurança. O Windows 7 tem controles de segurança – como ASLR (address space layout randomization), DEP (data execution prevention), UAC (user account control) e PMIE (Protected Mode IE) – que não existem no Windows XP.
O Windows 7 também tem o AppLocker, que deixa os administradores de TI definirem políticas restringindo que aplicações ou scripts podem rodar no PC. O controle de qual software pode rodar em um desktop melhora a segurança e simplifica o gerenciamento do sistema. O BitLocker e o BitLocker to Go permitem a esses administradores assegurarem-se de que os dados sensíveis estarão protegidos por criptografia, e podem ser facilmente gerenciados via Group Policy.
4::Não é o Vista. A reputação do Vista é mais uma falha de marketing da Microsoft que o resultado de qualquer problema real com o sistema. O Windows 7 não é o “Windows Vista R2”, como alguns sugeriram, mas ele tem muitos dos mesmos elementos-chave que existem no Vista.
O lançamento do Windows Vista foi prejudicado por uma ausência de drivers e suporte de fornecedores – algo que a Microsoft deveria ter combatido de forma proativa desde o primeiro instante, antes de lançar o sistema no mercado. No entanto, muitas outras questões do Windows Vista foram de fato recursos não compreendidos, que a Microsoft deixou serem utilizados por competidores como a Apple para atacar o Vista em seu marketing.
5::Suporte Longa Vida. Apesar de o Windows 7 ter superado o Vista, o Windows XP ainda tem mais que duas vezes a fatia de mercado das participações somadas do Windows 7 com o Vista. Aqueles que instalaram o Windows XP SP3 ainda receberão suporte da Microsoft. Mas a empresa não oferece mais apoio ao Windows XP SP2, nem a sistemas mais antigos, como o Windows 2000.
O Windows XP foi um sucesso fenomenal. A familiaridade e o nível de conforto do Windows XP, combinados com orçamentos mais apertados e o lançamento micado do Windows Vista, contribuíram para a extensão do sucesso deste velho sistema.
No entanto, agora que o Windows 7 está no mercado, muitas empresas buscam finalmente atualizar seu parque de hardware e atualizar o sistema operacional, para estar em dia com a nova década e tirar vantagem dos benefícios listados aqui – e aproveitar as tecnologias de software e hardware que simplesmente podem não funcionar com o Windows XP.

(Tony Bradley)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Telas de fundo por RSS no Windows 7

Por Eric Costa 10 de maio de 2010 Telas de fundo por RSS no Windows 7  
Veja como alterar o plano de fundo do sistema operacional com o uso de um canal de RSS de imagens


Sachin Ghodke

Essa dica vem do blog oficial do Windows 7, criado pelos programadores do sistema na Microsoft. É possível modificar as telas de fundo do sistema operacional usando como base um canal RSS, em vez de uma pasta no HD. Comece baixando o arquivo em www.info.abril.com.br/downloads/tema-para-windows-7-com-rss. Ele já vem pré-configurado para usar os papéis de parede do serviço de buscas Bing, da Microsoft. Se quiser mudar para um canal RSS próprio, abra o arquivo com o Bloco de Notas e troque os textos após DisplayName e RssFeed para, respectivamente, o nome do canal e seu endereço RSS. Grave tudo (preferencialmente com outro nome), mantendo a extensão THEME. Clique duas vezes no novo arquivo para instalá-lo como um tema do Windows 7, pressionando, em seguida Baixar Anexos. Um ponto importante: nem todos os canais RSS com imagens funcionam para esta dica. Somente os que usam as imagens como um item do tipo enclosure do RSS.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Comentarei mais tarde

Migração de aplicativos para o Windows 7 desafia engenheiros da Intel

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/02/25/migracao-de-aplicativos-para-o-windows-7-desafia-engenheiros-da-intel)
Por IDG News Service/New York
Publicada em 25 de fevereiro de 2010 às 18h33
PCs de uso interno da empresa ainda rodam aplicativos de 16 bits e dependem de add-ons feitos para IE6; empresa já havia decidido saltar o Vista.
A migração de aplicativos do Windows XP para o Windows 7 tem sido um desafio para a Intel, segundo afirmou um representante da empresa na quarta-feira (24/2).

A Intel colaborou com a Microsoft no desenvolvimento do Windows 7, para fazer dele um sistema estável. Mas ainda há muito a ser feito antes de instalar o novo sistema nos PCs da empresa, escreveu o engenheiro da Intel, Roy Ubry, em blog.

As mudanças envolvem questões relacionadas à compatibilidade com aplicações antigas, o suporte ao navegador web, a computação em 64 bits e os controles de privacidade.

"Isso quer dizer que será preciso investir uma quantidade significativa de trabalho para preparar [a Intel] para o Windows 7", escreveu Ubry.

Sem o Vista
No ano passado, a Intel anunciou que migraria seus PCs com Windows XP diretamente para o Windows 7, saltando o Vista, que foi lançado em 2007. Mas só agora a empresa começa a efetuar essa transição.

Uma das principais questões envolve a migração, para o Windows 7, de aplicativos que rodam nativamente no Windows XP. A mudança do XP para as versões de 64 bits do Windows 7 representam um desafio em compatibilidade de aplicações, diz Ubry.

O Windows 7 não aceita mais programas de 16 bits, e a Intel ainda tem muitas aplicações legadas que requerem o uso de sistemas mais antigos.

"Em princípio, você poderia pensar que este problema não é tão importante; a computação de 32 bits está aí há vários anos, e a maioria das aplicações foi portada para 32 bits", explica Ubry. Mas para empresas que querem migrar para o Windows 7, os programas de 16 bits precisarão ser convertidos para 32 ou 64 bits.

Nomes diferentes
Outro desafio envolve o modo como o Windows 7 lida com os programas de 32 bits. O Windows 7 grava programas de 32 bits de um jeito diferente - mais precisamente, em uma pasta chamada 'Program Files (x86)'. Os programas de 64 bits ficam na pasta 'Program Files'. Isso levanta uma série de problemas na hora de pesquisar aplicações específicas, conta Ubry.

"Aplicações nas quais o nome da pasta 'Program Files' foi escrita dentro do código vão falhar se a aplicação estiver na pasta Program Files (x86)", nota o engenheiro.

Apesar de ser um desafio, a migração para a computação de 64 bits é necessária e urgente, escreveu Ubry. Ela prepara a Intel para futuras necessidades computacioanis e tira proveito da maior capacidade de memória dos computadores disponíveis hoje no mercado.

Ainda no IE6
A Intel também atrasou a instalação do Internet Explorer 7 e 8, pois eles não são compatíveis com add-ons específicos escritos para o Internet Explorer 6. Muitas aplicações, como add-ons do Office e versões de Java, são escritas para funcionar com o IE6, e "essas questões devem ser resolvidas", explicou.

A Intel também tenta contornar os recursos aprimorados de privacidade incluídos no Windows 7, que poderiam criar problemas com alguns programas da empresa. A Microsoft dotou o Windows 7 com um recurso melhorado de Controle de Acesso do Usuário (UAC, na sigla em inglês), que pede permissão do usuário antes de fornecer acesso aos programas. Mas alguns programas podem não pedir essa permissão e falharão sem ao menos emitir um aviso, escreveu Ubry. A Microsoft ofereceu como paliativo uma solução que faz esses programas rodarem com privilégios de administrador.

A Intel também tem tomado uma série de medidas para migrar suavemente para o Windows 7. A empresa criou um inventário de aplicações e ambientes de testes e montou uma "rede segura" para rodar aplicações nativas XP. Essa rede segura inclui a execução de aplicações para XP em ambientes virtualizados ou usando o modo XP, um recurso do Windows 7 que permite rodar programas nativos para XP.

(Agam Shah)

domingo, 6 de dezembro de 2009

14 dicas para tirar mais do Windows 7

Por Maria Isabel Moreira 6 de dezembro de 2009 14 dicas para tirar mais do Windows 7  

Veja como personalizar o sistema, fazer disco de recuperação, rodar modo XP, explorar atalhos e muito mais


jmjvicente

A adesão ao Windows 7 tem sido rápida. Segundo a Net Applications, 4% dos acessos à internet no mês de novembro foram feitos por computadores comandados pelo novo sistema operacional da Microsoft. Se você também já comprou uma PC com o Windows 7 ou fez o upgrade para ele, confira as dicas.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Livre-se dos problemas de instalação do Windows 7


(http://pcworld.uol.com.br/dicas/2009/12/02/livre-se-dos-problemas-de-instalacao-do-windows-7)
Robert Strohmeyer, da PC World/EUA
02/12/2009
Se você está com dificuldades para instalar o Windows 7, saiba que não é o único. A solução para o seu problema pode estar aqui.
rede-win7-150.jpgUsuários mais experientes sabem que nem toda migração de sistema operacional ocorre facilmente e muitas vezes um detalhe torna o que deveria ser uma corrida simples numa verdadeira maratona sem fim. E com o Windows 7 não poderia ser diferente.
Muitos leitores têm reportado problemas diversos, como os que estão relacionados à chave de ativação do software. Caso você não tenha tido sucesso na migração para o Windows 7, encontre aqui a solução para o seu caso.
Atenção: Antes de começar o processo de migração, recomendamos que você conecte seu computador diretamente, por meio de um cabo de rede (e não por meio da rede sem fio) a um roteador que esteja conectado à web. Desta forma, estaremos garantido que o Windows 7 tenha a chance de baixar novos roteiros de atualização que a Microsoft possa ter criado com o objetivo de resolver problemas de instalação.
Leia também:
>> Sete dicas para orientar o processo de migração para o Windows 7
>> Recursos do Windows 7 facilitam a vida dos administradores de rede
>> Como instalar, configurar e usar o modo XP no Windows 7
>> Windows 7: prerrequisitos para instalar o novo sistema operacional
Instalação que trava em 62%
O primeiro problema de instalação que o usuário pode encontrar na migração do Vista para o Windows 7 pode não parecer óbvio num primeiro momento. Mas após a barrade progresso alcançar a marca de 62% e ficar lá por dez minutos ou mais, dá para imaginar que algo está errado.
O culpado disso é um serviço chamado Iphlpsvc, que pára de responder ao sistema durante a instalação do sistema operacional.
Felizmente, a solução nesse caso é relativamente simples. Caso o usuário não sinta-se confortável em lidar com ajustes na configuração do sistema, baixe e instale a correção automática da Microsoft, o MicrosoftFixit50319. Siga as orientações do assistente e o problema deve estar resolvido em questão de minutos.
Caso queira resolver a falha por conta própria, começo por reiniciar o PC. Depois que estiver logado no sistema operacional, clique em Iniciar e com o botão direito do mouse selecione Computador e Propriedades. Escolha Avançado, Variáveis de ambiente e então Variáveis de Sistema e Novo.
No campo Nome da Variável, digite MIG_UPGRADE_IGNORE_PLUGINS e no campo Valor da Variável digite IphlpsvcMigPlugin.dll. Clique no botão OK para fechar a janela que está aberta e inicie a instalação do Windows 7 novamente.
Reinicializações sem fim
Outro problema que afeta a instalação do Windows 7 - e este, infelizmente ainda mais comum - e a processo de loop de boot. Este problema faz com que o sistema inicie e apresente uma mensagem informando que o Windows 7 não pôde ser instalado e que a versão prévia (Vista) foi restaurada.
Na próxima vez que o usuário reinicia o PC, o Windows começa a instalação novamente e, uma vez mais, chega na mesma situação de erro. E isso se repete indefinidamente.
Para escapar desse processo de loop sem fim, selecione o Vista no menu de inicialização do sistema e então insira o seu velho disco de instalação do Vista na unidade óptica do seu computador. Quando o menu de configuração (setup) do Vista for exibido, selecione sair do setup.
Então, clique em Iniciar, Todos os Programas e Acessórios. Depois, como o botão direito do mouse, escolha Prompt de Comando e Executar como Administrador no menu de contexto.
Na linha de comando, digite D:\boot\Bootsect.exe /NT60 All - substitua a letra D pela letra do drive que contém o disco de instalação do Vista. Isso fará com que os parâmetros de boot do sistema sejam restaurados.
Feito isso, reinicie seu computador e comece o processo de instalação do Windows 7 novamente.
Chave de ativação inválida
As chances de este erro atingir um usuário brasileiro - pelo menos por enquanto - são reduzidas. O motivo é que o erro em questão envolve a versão de atualização do Windows 7 e, no Brasil, a Microsoft só está vendendo a versão completa do software - uma versão de atualização pode ser lançada no início de 2010.
Mas, se por algum motivo você comprou uma versão de atualização nos Estados Unidos e se na hora de fazer o upgrade se deparar com uma mensagem dizendo que a chave de ativação do seu Windows 7 é inválida, veja aqui como resolver. E a solução, infelizmente, é trabalhosa e consome tempo.
Na realidade, não se trata de um bug na essência e a falha ocorre quando o usuário tenta instalar a versão de atualização do Windows em um HD que foi previamente formatado quando na realidade a versão upgrade do Windows 7 precisa ser instalado em um sistema que possua o Windows XP ou Vista instalados.
Caso a rotina de instalação falhe ao localizar uma versão anterior do sistema operacional, o Windows 7 ‘pensa’ tratar-se de uma instalação do sistema operacional em um PC novinho em folha e não de uma atualização. O resultado é que a chave de ativação - específica para upgrades - não funciona.
Para livra-se desse problema, é preciso ter o sistema anterior, seja o XP ou Vista, instalado no disco rígido no momento do boot. Isso irá exigir, no caso daqueles que formataram o HD, reinstalar o sistema operacional anterior antes de fazer a atualização para o Windows 7.
O problema é que o a versão de atualização do Windows 7 exige que esteja instalado ou o Vista SP1 ou Windows XP SP3. Assim, depois de reinstalar o sistema operacional antigo, o usuário será obrigado a instalar também as versões mais recentes do sistema em questão.
Para os mais precavidos e que fizeram um imagem ISO do disco rígido antes de mexer em qualquer coisa, basta restaurá-la e partir para a instalação do Windows 7.
Se mesmo depois de fazer isso o problema da chave de ativação persistir, entre em contato com o suporte local da Microsoft.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

10 perguntas sobre o Windows 7 de 64 bits

10 perguntas sobre o Windows 7 de 64 bits

por Mauricio Grego

Windows 7: a versão de 64 bits é mais veloz, mas tem incompatibilidades
Windows 7: a versão de 64 bits é mais veloz, mas tem incompatibilidades
A versão x64 do Windows 7 é mais poderosa que a de 32 bits. Saiba se ela é indicada para você.

Na semana passada, falei sobre os testes que fizemos no INFOLAB comparando o Windows 7 de 64 bits com a versão x86, de 32 bits. Nossa conclusão foi que, se o micro e os aplicativos forem compatíveis com 64 bits, essa é a opção recomendada. Vários leitores publicaram comentários com perguntas sobre o Windows 7 x64. Vejamos algumas respostas.
1 - Qual é a vantagem de usar o Windows 7 de 64 bits?
Os testes que fizemos no INFOLAB mostraram que, num micro com 2 GB de memória, o Windows 7 x64 é 9% mais veloz que o x86 (de 32 bits). Essa diferença aumenta quando cresce a capacidade de memória.  Numa máquina com 4 GB, ela é de 15%.
2 - Meu micro roda Windows XP. Como posso verificar se ele é compatível com x64?
Baixe e rode o Windows 7 Upgrade Advisor. Quando o programa terminar a verificação, acione a guia 64-bit Report e leia o relatório.
3 - Meu micro roda Windows Vista. Como posso saber se ele suporta x64?
Você pode seguir a dica do meu colega Eric Costa, que publicamos na INFO deste mês: “Abra o Painel de Controle e escolha Sistema e Segurança > Verificar o Índice de Experiência do Windows. Clique, então, no link Exibir e Imprimir Informações Detalhadas do Sistema e Desempenho. Na seção Sistema, verifique a resposta no campo Compatível com 64 Bits.”
4 - O modo XP do Windows 7 x64 usa o Windows XP x86 ou x64?
Usa o Windows XP de 32 bits.
5 - O Windows x64 roda aplicativos de 32 bits?
Sim. Não tivemos problemas com esses aplicativos. Mas sabemos que há exceções, como vários antivírus de 32 bits, que não rodam em x64. Leia também a próxima pergunta.
6 - O Windows 7 x64 aceita drivers de 32 bits?
Não. Para usar um dispositivo de hardware — como uma placa de vídeo ou impressora — com o Windows 7 x64 é preciso ter drivers de 64 bits para esse dispositivo.
7 - Como posso saber se existem drivers de 64 bits para meus equipamentos?
Rode o Windows 7 Upgrade Advisor como descrevi na pergunta 2. Ou pesquise no site do fabricante do equipamento.
8 - O Windows x64 roda aplicativos de 16 bits?
Não. Quem tiver, digamos, um velho aplicativo desenvolvido em Clipper vai ter de continuar com o Windows de 32 bits.
9 - É possível fazer upgrade direto do Windows x86 para o x64?
Não. Para fazer essa migração é preciso fazer backup dos documentos e demais arquivos pessoais, formatar o disco e reinstalar tudo do zero.
10 - Como posso comprar o Windows 7 x64?
As cópias do Windows 7 vendidas no varejo incluem as duas versões - 32 e 64 bits.
Acho que vale acrescentar que quem for comprar um micro novo deve dar preferência a uma máquina que traga o Windows 7 x64 pré-instalado. Finalizo com uma dica do leitor Marcelo Neuri Haag: o site 64x Software tem um catálogo de aplicativos de 64 bits para vários sistemas operacionais, incluindo o Windows.

Todas as notícias sobre Windows 7

4 funções do Windows 7 úteis para administradores de rede


(http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2009/10/26/4-funcoes-do-windows-7-uteis-para-administradores-de-rede)
Por Tony Bradley, da PC World/EUA
Publicada em 26 de outubro de 2009 - 12h39
VPN Reconnect, DirectAccess, Infraestrutura sobre IPV6 e Windows Serve 2008 R2 prometem facilitar a vida desses profissionais.

rede-win7-150.jpgA Microsoft incorporou uma variedade de novas ferramentas de rede no Windows 7, de olho em um mercado que demanda soluções para acesso remoto ou de mobilidade: as empresas. Tais ferramentas simplificam a conectividade e ajudam os usuários a acessar os recursos de rede não importando sua localização.
De quebra, esse ferramental facilita mais o trabalho dos administradores de rede, responsáveis pelo bom funcionamento da infraestrutura de TI de uma empresa. Confira algumas dessas ferramentas e suas principais funções.
1- VPN Reconnect
Usuários que vivem na "estrada" utilizam VPNs (redes virtuais privadas) para obter uma conexão segura entre seu computador e a rede interna da empresa. Quando um usuário está em um quarto de hotel ou em uma conferência e estabelece uma conexão VPN, o PC irá ficar conectado a menos que algum problema interrompa a conexão.
No entanto, usuários que dependem de um conexão de banda larga sem fio para estabelecer uma conexão VPN, enfrentam muita instabilidade necessitando autenticar e restabelecer a conexão a todo momento.

Leia também:
>> Recursos de rede do Windows para usuário final e pequenas empresas 
>> Especial Windows 7: tudo sobre o novo sistema operacional da Microsoft
>> Testes de desempenho: mais rápido, mas nem tanto
>> Windows 7 é mais lento que o Vista para dar boot 
>> O que a Microsoft precisa consertar no Windows 7
A nova ferramenta VPN Reconnect permite que o Windows 7 automaticamente restabeleça as conexões VPN ativas quando a conectividade for interrompida. Assim que o Windows 7 se reconecta à internet, o sistema também restabelece a conexão com a VPN.
O VPN ficará indisponível enquanto a conexão com a internet estiver desativada, e o processo para reconectar levará alguns segundos após o acesso se restabelecer, e o VPN Reconnect irá assegurar que os usuários continuem conectados em rede.
O VPN Reconnect é basicamente um túnel IPSec que utiliza o protocolo IKEv2 (Internet Key Exchange) para negociações das chaves principais e para transmissão dos pacotes ESP (Encapsulating Security Payload). O ESP é parte da arquitetura de segurança do IPSec, e que fornece a privacidade, autenticação dos dados de origem e integridade sem conexão.
Em situações como assistir a um vídeo via streaming, utilizando uma conexão sem fio VPN, os usuários normalmente perdem todos os dados em buffer e precisam iniciar o vídeo novamente toda vez que a conexão cair.
As características do protocolo IKEv2 IPSec e do ESP ajudam a manter uma conexão persistente, mesmo que o endereço IP mude durante a reconexão e permite que o vídeo em streaming recomece do ponto onde parou quando a conexão foi perdida.
2- DirectAccess
O que seria melhor que uma VPN que se reconecta automaticamente e mantém sua conexão estável? E o que dizer então de não precisar de uma VPN? A ferramenta DirectAccess é uma das mais convincentes e gratas novidades no Windows 7, tanto para os usuários finais quanto para profissionais, pois é uma junção de serviços remotos e de conectividade.
img03.jpg
Esquema mostra como age o DirectAccess
Além dos problemas de conexão VPN já citados, usuários remotos também são um problema para os administradores. Computadores portáteis que não estão conectados na rede perdem atualizações de segurança, correções (patches) de aplicativos e outras atualizações. Tais atualizações serão feitas quando o computador estiver conectado; mas perder dias ou semanas fora da rede pode ser crítico para o sistema.
O DirectAccess fornece uma conexão bidirecional persistente entre a rede interna e o  Windows 7, contanto que o PC com o novo sistema operacional da Microsoft possa se conectar à internet.
Adicionalmente, a possibilita aos usuários remotos acessar pastas de trabalho, sites na intranet e aplicativos internos como se estivessem trabalhando no escritório e conectado diretamente à rede.
E não apenas o computador pode acessar sem rodeios a rede e qualquer conexão de internet, mas o administrador da rede também pode conectar-se aos computadores clientes que tenham o DirectAccess – mesmo que esses não estejam logados na rede. Os administradores podem monitorar, gerenciar e instalar atualizações em computadores clientes, contanto que estejam conectados a internet.
O DirectAccess utiliza o IPSec para autenticação e criptografia. A ferramenta também pode ser integrada ao NAP (sigla para Proteção de Acesso à rede) assegurando que os clientes da ferramenta atendam os requerimentos de segurança do sistema, antes de permitir que se conectem à rede.
Os administradores da rede também podem restringir o acesso através do DirectAccess e configurar os servidores que podem ser acessados por usuários ou aplicativos individuais.
3- Infraestrutura sobre o IPv6
O protocolo IPv6 é necessário para o DirectAccess. A conectividade do DirectAccess é construída em torno do protocolo de comunicação global de endereços IP que o IPv6 fornece. O IPv6 já existe há algum tempo e a maioria dos sistemas e dispositivos de rede são compatíveis com o protocolo, mas a adoção do IPv6, como substituto do IPv4 em redes, tem sido lenta.
A Microsoft sabe que o IPv6 não está disponível em todos os lugares, por isso a empresa desenvolveu o DirectAccess para tirar vantagem das ferramentas de transição do IPv6, como 6to4, Teredo e ISATAP. Dentro da rede, o DirectAccess depende do NAT-PT (Network Address Translation-Protocol Translation) para fornecer conectividade entre recursos DirectAccess e IPv4.
O DirectAccess utiliza um protocolo de comunicação split-tunnel para inteligentemente encaminhar o tráfego de rede se baseando no destino pretendido. Apenas o tráfego destinado para a rede corporativa é que passa pelo servidor DirectAccess, enquanto que o tráfego destinado à nuvem da internet é enviado diretamente para o seu destino. O split-tunnel assegura que os recursos do servidor DirectAccess não sejam consumidos por tráfego de rede desnecessário.
Leia também: 
>> Saiba tudo sobre Wi-Fi Direct? 
>> Porque o protocolo 802.11n demorou tanto para ser definido 
>> Redes sociais ameaçam a segurança das empresas
4- Windows Server 2008 R2 é necessário
O DirectAccess não consegue funcionar sozinho em um sistema Windows 7. Ele necessita de um servidor DirectAccess para se conectar, no caso um servidor com Windows Server 2008 R2.
O servidor DirectAccess precisa ter duas interfaces de rede: uma conectada à internet pública e outra para fornecer acesso aos recursos da rede intranet interna. O DirectAccess também necessita de dois endereços IPv4 consecutivos na interface da rede conectada à internet.
img04.jpg
Tela do localizador de problemas do DirectAccess
As ferramentas de transição IPv6 (6to4, Teredo e ISATAP) também precisam ser implementadas no servidor DirectAccess. Apenas um ambiente PKI (com infraestrutura de chave pública) pode fornecer o certificado necessário para autenticação e segurança. Além disso, rodar um servidor DNS no Windows Server 2008 ou no Windows Server 2008 R2 é essencial.
Usuários que tiverem problemas em conectar-se ao DirectAccess podem utilizar o identificador de problemas do programa e resolvê-los.
Abra a opção Network and Sharing Center e clique em Troubleshoot problems; então selecione Connection to a Workplace Using DirectAccess para iniciar a localização do problema.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gartner aponta cinco pontos de atenção no Windows 7



por [IT Web]


Antes de migrar, empresas devem observar o desempenho do novo sistema operacional

O Gartner soltou um artigo no qual evidência cinco pontos de atenção para a empresas se atentarem ao adotar o Windows 7, sistema operacional (SO) da Microsoft que substitui o Vista. De acordo com o instituto, o Windows 7 traz melhorias no gerenciamento da memória o que permitirá aos usuários uma experiência mais amigável que o Vista nos PCs. O vice-presidente e analista distinto do Gartner, Michael Silver, sinalizou que com o novo SO a Microsoft coloca para trás os problemas enfrentados com o Vista.
A expectativa, segundo o instituto, é que Windows 7 gere interesse nos consumidores finais e nas pequenas empresas para a atualização de hardware. No entanto, a demanda das corporações maiores não virá antes de 2010.
Acompanhe quais são os cinco tópicos que os executivos devem examinar antes de migrar para o novo SO.
- O Windows XP deve estar fora até o fim de 2012 - A Microsoft vai suportar o XP seguramente até abril 2014, mas a experiência passada mostra que fornecedores independentes de software vão parar os testes muito mais cedo.
- Comece a trabalhar na migração agora - Uma organização típica necessita entre 12 e 18 meses de testes e planejamento até que consiga fazer a implementação. O trabalho na preparação é enorme e atrasos conferem mais custos depois.
- Não espere pelo Windows 7 SP1 para iniciar os testes e a implementação - Muitas companhias afirmam que planejam esperar o SP1 para começar a migração do SO.  
- Não pule o Windows 7 - O Gartner adverte que nenhum release deve ser "pulado", dando como exemplos companhias que passaram de uma versão mais antiga para mais atual, sem usar as intermediárias, enfrentaram problemas.
- Administre o orçamento com cuidado - Custos das migrações variam significantemente. O modelo do Gartner sugere que os gastos com migrações podem variar de US$1035 a US$ 1930 por usuário para mudar do XP para o 7 e US$ 399 a US$ 510 do Vista para o 7, dependendo da companhia.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Explore as bibliotecas do Windows 7

Por Eric Costa 8 de outubro de 2009 Explore as bibliotecas do Windows 7

Com recurso da nova versão do sistema fica mais fácil organizar diferentes conteúdos no computador

O novo recurso de bibliotecas do Windows 7 é muito útil para quem tem muitos HDs. Com ele, fica fácil visualizar documentos, músicas e imagens dispersos pelo PC. Mas é preciso, para que ele localize tudo, configurar as pastas que serão vasculhadas, em cada caso. Para isso, clique com o botão direito do mouse numa das bibliotecas e escolha Propriedades. Na janela que surge, pressione o botão Incluir Uma Pasta e selecione a pasta com os itens a ser adicionados. Essa janela também mostra o tamanho total da biblioteca, o que pode ajudar no planejamento de backups.

>> Troque dicas e esclareça dúvidas sobre Windows 7 no Fórum INFO.
>> Baixe programas para Windows 7 no Downloads INFO.

XP ainda agrada e muitos temem troca pelo 7






por [J. Nicholas Hoover | InformationWeek EUA]


Segurança é um dos principais pontos quando se opta pelo sistema mais atual; fabricante implementou diversas melhorias

A Microsoft tem dado sinais estranhos sobre o fim do XP. O suporte principal para o sistema operacional acabou em abril, o que significa que a empresa passou a oferecer atualizações de segurança mas nada de suporte técnico ou garantias, com hotfixes para clientes do Software Assurance. O suporte estendido deixará de existir em 2014. No entanto, a fabricante, oprimida pela pressão do mercado, concordou em permitir que os clientes façam downgrade para o Windows XP até abril de 2011. (As empresas não podem mais comprar o XP, então, para continuar usando-o, elas compram o Vista e fazem downgrade para o XP).
Na verdade, a principal motivação das empresas ao fazer o upgrade é justamente o fim do suporte para XP, o que não agrada muito os CIOs. "Não me agradam nem um pouco os ciclos de atualização extremamente caros pelos quais a Microsoft te obriga a passar", disse Jay Wallis, CIO  da Empire Roofing, empresa de coberturas comerciais, que não tem qualquer plano de implementação do Windows 7. "Nesse momento, pelo menos pra gente, o XP parece ser uma plataforma bem estável, portanto, para alterar qualquer coisa agora seria necessário muita ponderação. Pelo menos já passamos pela fase do Vista, mas fico receoso quando se trata da Microsoft." Wallis considera o XP tão estável que não parece se preocupar em perder o suporte extra da Microsoft. 
Foi o mesmo sentimento que encontramos em muitos dos executivos que entrevistamos. O Hospital Memorial da Universidade de Massachusetts também vai manter o XP. "Haverá um momento em que teremos de deixar o XP para trás, já que ele perderá o suporte", afirmou o CIO George Benckle, "mas, por ora, vamos contar com o suporte básico."
Veja também:
A decisão de Benckle não foi tomada por falta de pesquisa. Sua equipe está rodando o Windows 7 em seu laboratório, mas nenhuma das novas características do sistema operacional se destacou o bastante para incentivar a mudança. "Existe alguma coisa que o XP não faça?", diz ele, "Ele só não me deixar usar esse argumento para economizar dinheiro com o Windows 7." 
Muita gente concorda. A falta de um driver para atualização e de um caso concreto de ROI estão entre as cinco principais barreiras para a adoção do Windows 7, de acordo com a nossa pesquisa. Mas, na verdade, tem muita coisa que Windows 7 pode fazer e o XP não.  
O aperfeiçoamento da segurança é um forte motivo por trás da decisão de fazer o upgrade, logo depois do fim do suporte para. O XP não tem suporte para o Network Access Protection, que veio com o Vista e continuou com o Windows 7. Ele oferece à uma rede corporativa a habilidade de controlar o acesso a um computador com base em suas configurações de segurança. O Vista trouxe também o BitLocker, para codificação de disco rígido, e os prompts de segurança de  Controle de Conta de Usuário. O Windows 7 adiciona o BitLocker To Go, para codificação de dispositivos portáteis. As configurações do BitLocker também foram simplificadas e o Controle de Conta de Usuário se tornou menos invasivo. 
O Windows 7 também dá mais controle à equipe de TI sobre os aplicativos que os usuários podem usar, graças ao AppLocker, que permite ao administrador criar uma lista de aplicativos que podem ser instalados, com espaço para exceções baseadas em hashes, nome ou versão do arquivo, fornecedor e nome de produto. Gerencia executáveis, arquivos de instalação e DLLs, de forma que os funcionários não possam instalar ou usar softwares ou arquivos incompatíveis, perigosos ou indesejáveis. 
O Windows XP não oferece nenhuma dessas funções e exige software ou hardware adicional para  isso. "O XP foi lançado em 2001. Compliance de dados, vazamentos, todas essas coisas mudaram demais desde então, e é isso que as pessoas precisam perceber", disse Jason Leznak, gerente de grupo de produtos para Windows.
Leia também:
O que os CIOs acham do Windows 7

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

7 pedras no caminho do Windows 7






7 pedras no caminho do Windows 7

por [Por Kevin McLaughlin, ChannelWeb]


Steve Ballmer chamou o Windows 7 de um lançamento “impressionante”. Será que o mercado também ficará impressionado ou frustrado?

Para criar o Windows 7, a Microsoft trabalhou meticulosamente a maioria das imperfeições que irritavam os usuários do Vista. A companhia merece crédito por desenvolver um sistema operacional enxuto e com um desempenho melhor do que o Vista, entretanto, há muitas razões para se acreditar que a migração do mercado para o novo software seja nada mais do que uma fuga entusiasmada.
É claro que o cenário econômico é um fator considerado na rapidez com que as empresas adotarão o Windows 7, porém, a Microsoft também tomou algumas decisões confusas em relação ao produto, que podem causar perplexidade aos usuários. O que mostraremos a seguir são os sete obstáculos em potencial que usuários devem considerar ao pensar na migração para o Windows 7.
1. Clean install para o upgrade do XP para o Windows 7  
A Microsoft não está oferecendo um upgrade in-place, ou seja, a atualização de uma nova versão sobre a antiga, do XP para o Windows 7. Ao invés disso, requer que se faça uma clean install (instalação limpa), o que significa desinstalar o sistema existente e só após isso aplicar a versão nova). Isso exige que os usuários façam um back up de seus arquivos pessoais para uma HD externo, apague todos os dados do disco rígido e instale o Windows 7 para, então, transferir seus arquivos pessoais e reinstalar seus aplicativos.
A Microsoft tem recebido uma quantidade enorme de críticas a esse respeito, e tal questão está borbulhando o canal com fortes opiniões que, às vezes, são apenas rumores. Qualquer provedor de solução que se preze poderia fazer um clean install do Windows com os pés nas costas. Mesmo assim, devido à inexperiência tecnológica, não há dúvidas que os clean installs exigirão muito tempo e serão complexos.
O XP ainda é o sistema operacional predominante no mercado e, mesmo que uma fração pequena de usuários tenham problemas com essa decisão, a Microsoft está controlando os danos do Windows, atitude esta muito familiar para nós. O tempo e o gasto envolvidos com as atualizações do Windows 7 não poderiam ter vindo em momento pior para empresas que estão com dificuldades para manter as luzes acessas.
"Todos estão empolgados com o Windows 7, entretanto, neste momento de recessão, as companhias querem manter o que eles já têm", disse Mark Crall, presidente da Charlotte Tech Care Team, VAR da Carolina do Norte. "Ninguém quer fazer um clean install agora e depois ter que lidar com os problemas  associados a um upgrade".
2. A economia
O Windows 7 foi melhor recebido pela indústria, que tinha todo o direito de ficar descrente depois do desastre com o Vista. Entretanto, as empresas, que normalmente planejam seus upgrades do sistema operacional no momento da aquisição de novos PCs, estão evitando gastos. Com a econômica instável, quem pode culpá-los?
"Pelo histórico de lançamentos anteriores do Windows, as pessoas realmente aguardam a atualização da máquina para migrar o sistema, porém, muitas empresas estão hesitantes em adquirir PCs agora e esperam até que a economia melhore", diz um canal que pediu anonimato.
A Microsoft reduziu o tamanho e o footprint de memória do Windows 7, e o resultado é um sistema operacional que roda bem em dispositivos menores como netbooks, bem como em hardwares mais antigos. Isso poderia ser suficiente para convencer as empresas a atualizarem o Windows em seus equipamentos existentes, porém, elas ainda assim vão se deparar com custos de tempo no upgrade.
Bob Nirio, CEO da Ranvest Associates, avisa que qualquer transição de sistema operacional requer um trabalho de teste e backup que fará com que as pequenas empresas se desviem de sua missão principal, que é servir aos clientes. Isso, obviamente, não é uma opção para companhias que já estão à beira do abismo. "Há uma questão muito séria relacionada a tempo, dinheiro e outros recursos que as empresas terão de disponibilizar na situação econômica atual", disse Nitrio.
Um dos principais problemas que a Microsoft enfrentou com o Vista está associado ao fato de que o XP é um sistema operacional sólido e que atende às necessidades de grande parte da industria de TI. O Windows XP ainda predomina entre as empresas e, de acordo com a Net Applications, o seu market share foi de 71,8% em agosto, comparado aos 18,8% do Vista. Esses números certamente serão alterados quando a Microsoft lançar o Windows 7, entretanto, pode demorar um pouco até o XP abdicar do trono.
A Microsoft está desesperadamente tentando desviar a indústria do XP. Em abril, a companhia encerrou o suporte em massa para o XP e agora pede que os clientes paguem pelo serviço toda vez que há algum problema. Entretanto, ela continuará a oferecer atualizações de segurança do XP gratuitamente até 2014, o que sugere que algumas empresas usuárias do sistema possam decidir manter esse aplicativo até o final da vida útil do hardware.
Jay Tipton, vice-presidente da Technology Specialists, espera vender mais PCs com o Windows 7 do que vendeu com o Vista, mas observa que muitos clientes ainda estão fazendo downgrading do Vista para XP. A menos que fiquem extasiados com o desempenho do Windows 7, Tipton informa que alguns clientes, afetados pela economia, podem continuar com o XP. "Se as máquinas estão dando conta do recado e não dão problema, por que mudar?".
3. Qual é o negócio para os VARs?
Diversas empresas que não adquiriram o Vista e ficaram com o XP traduziram isso em uma grande demanda repreendida para o Windows 7. Isso representaria uma oportunidade lucrativa para os parceiros da Microsoft que têm experiência em lidar com as migrações de sistemas operacionais. Então, por que os VARs não estão pulando de alegria com a inundação de serviços do Windows 7?
Certamente, a ressaca do Vista é parte disto. Os parceiros tinham muitas esperanças que o Vista elevaria a oportunidade de serviços lucrativos, entretanto, para muitos VARs, essas oportunidades nunca se materializaram. "O Vista definitivamente decepcionou em termos de serviços associados," informou uma fonte.
Entretanto, a maior questão para os VARs que não comercializam PCs, e cujos clientes migrariam para o Windows 7 por meio de acordo de licenciamento de volume, é quanto dinheiro o canal realmente vai fazer a partir do Windows 7. Ou seja, não está claro ainda o quanto o serviço será próspero para o canal.
Isso não impediu a Microsoft de tentar aumentar o frenesi em torno dos serviços do Windows 7. No ano passado, a empresa encomendou um estudo à IDC e a pesquisa previu que, para cada dólar da receita que a Microsoft obter das vendas nos Estados Unidos de Windows 7 até 2010, os parceiros irão capitalizar US$ 18,51 em receita com produtos e serviços relacionados. A IDC também prevê que, no final de 2010, mais de 2 milhões de empregos na área de TI estarão relacionados ao Windows 7, representando um quinto dos empregos nos Estados Unidos.
Se isso lhe parece familiar, deveria mesmo: a IDC divulgou um relatório muito parecido encomendado pela Microsoft que coincidiu com o lançamento do Vista. E todos sabem como essa história acabou.
4. Complexidade do XP Mode
A Microsoft tentou arduamente convencer os usuários do XP de que o melhor caminho para a migração para o Windows 7 era mudar para o Vista primeiro. Consequentemente, porém, a Microsoft amenizou o discurso e divulgou que ofereceria o XP Mode com Windows 7. Essa atitude da fabricante foi louvável ao tornar a vida das pequenas empresas mais fácil.
O XP Mode, um ambiente virtual Windows XP SP3 que roda no Windows Virtual PC, foi feito para permitir que o upgrade de pequenas empresas para o Windows 7 não quebre a compatibilidade com seus aplicativos existentes, que, em muitos casos, são criados especialmente para o cliente. Mas, enquanto o XP Mode parece ser uma abordagem lógica e astuta para a questão da compatibilidade no Windows 7, sua complexidade poderia causar problemas para o público-alvo.
Alguns especialistas notaram que, ao rodar o XP Mode no Windows 7, os requisitos de segurança de software para PCs dobram e apresentam um alvo maior para ataque. E em agosto, Richard Jacobs, CTO da fabricante de segurança Sophos, publicamente chamou a atenção da Microsoft sobre a falta de gerenciamento interno no XP Mode, afirmando que as empresas acharão o monitoramento de máquinas virtuais extremamente complicado.
"O XP Mode não é uma má ideia, entretanto, sem o gerenciamento interno, é um desastre em termos de segurança", disse Jacobs em um blog.
No início deste ano, o Centro de Testes da CRN também teve problemas depois de instalar o XP Mode e o Virtual PC em uma máquina com um processador de virtualização autenticado AMD-V. O Centro de Testes foi capaz de solucionar o problema dando um upgrade de BIOS, entretanto, as pequenas empresas que desejam utilizar o XP Mode talvez não tenham tempo, nem recursos, para encontrar uma saída.
5. Windows 7 em seis versões
Uma das muitas reclamações que os clientes e parceiros tinham do Vista era a confusa apresentação de seis versões diferentes - o dobro do número que o XP oferecia - cada uma com seu próprio conjunto de configurações. Com o Windows 7, a Microsoft insiste que o Windows 7 Professional e o Windows 7 Home Premium atenderão às necessidades da maioria dos clientes, entretanto, também oferece seis diferentes versões. Isso nos faz pensar se a Microsoft ouviu qualquer feedback que os consumidores do Vista tenham feito especificamente sobre isso.
O leque de versões (SKUs) do Windows 7 não representa uma barreira, entretanto, na opinião de muitos canais, o departamento de marketing da Microsoft ainda não compreendeu que muitos SKUs do Windows criam confusão no mercado e, assim, podem gerar um efeito trickledown (quando um produto inicialmente tem um custo tão alto que apenas os mais abastados podem adquirir) na adoção do Windows 7.
"A situação não é difícil apenas para os consumidores finais, ela também é doloroso para nós", informou uma fonte do canal. "Como foi o caso do Vista, é difícil ter conhecimento de cada configuração que vem em cada versão do Windows 7. Eu nunca entendi porque a Microsoft tem tantas versões diferentes. Há muito a ser conversado para manter as coisas da maneira mais simples".
A Microsoft parece não ser capaz ou não quer parar esse jogo, no qual limita novas características para os SKUs premium, a fim de persuadir os consumidores a fazerem o licenciamento de volume. Mas, fazendo isso, a Microsoft entra em um jogo perigoso quando se trata de segurança, segundo os parceiros de venda da companhia.
A companhia está se gabando pelas novas características de segurança do Windows 7, mas o Windows 7 Professional - a versão que se espera que a maioria do mercado adquira - não inclui o BitLocker (encriptação total do disco) ou o AppLocker (gerenciador de política de restrição do software). O Windows 7 Professional também não inclui Direct Access, que conecta com segurança os colaboradores das empresas que ficam a maior parte do tempo fora, sem o VPN; ou o BranchCache, que armazena os dados utilizados localmente para aprimorar o desempenho da rede em locais remotos. Para obter essas configurações, o cliente deverá adquirir o Windows 7 Enterprise, que está disponível apenas por meio do licenciamento de volume.
6. Controle de conta do usuário (UAC - User Account Control)
O UAC foi o mais menosprezado aspecto do Windows Vista, e a Microsoft ajustou esse item no Windows 7 para reduzir a frequência de alertas. Deve-se elogiar a Microsoft por fazer o UAC menos irritante, contudo, os clientes que migrarem do XP para o Windows 7 poderão ter ainda algumas dores de cabeça. A Microsoft também recusa-se firmemente a admitir os possíveis problemas de segurança no UAC que surgiram durante os testes com o Windows 7, mesmo quando foram relatados por alguns dos seguidores mais leais da empresa.
Em fevereiro, os testes da versão beta do Windows 7 mostraram algumas falhas de segurança no User Account Control e a empresa, após muita hesitação, concordou em consertá-las. Entretanto, em junho, o respeitável blogger da Microsoft Long Zheng afirmou que o UAC no Windows 7 ainda tem uma vulnerabilidade que faz com que as configurações default da ferramenta sejam menos seguras do que no Vista.
Zheng observou que, quando uma configuração default de segurança do UAC do Windows 7 não notifica os usuários quanto a mudanças, aplicativos sem os alertas do UAC podem rodar um código ou outros aplicativos com privilégios de administrador. A Microsoft nega que essa é uma vulnerabilidade e diz que é apenas a maneira que o Windows 7 foi concebido, de acordo com os dois primeiros relatórios de vulnerabilidade do UAC.
Até agora, a gigante de software ainda não reparou a falha do UAC, apesar da crescente evidência de que é algo com que eles precisam lidar.
Em junho, o tester do Windows 7 Leo Davidson criou um código de prova de conceito que demonstra o impacto potencial da falha do UAC. E, em agosto, a versão beta do produto Security Essentials da Microsoft classificou o código de prova de conceito como um malware.
O UAC é o bebê da Microsoft, então, é compreensível que a empresa seja rápida para defendê-lo. Entretanto, quando as críticas de alguns dos discípulos mais leais da Microsoft apontam para o UAC, talvez seja o momento da companhia considerar a possibilidade de que, talvez, eles tenham razão.
7. A Microsoft diz ter aprendido com o Vista
Tem que ter muita coragem para admitir quando você está errado. A Microsoft fez isso reconhecendo que deixou a peteca cair com o Vista, não tendo parceiros de hardware e software envolvidos previamente nos testes da versão. A empresa admitiu também que se empolgou adicionando muitas configurações ao sistema e que não prestou muita atenção nos prazos.
Por que, então, os mea culpas da Microsoft são um obstáculo para o Windows 7? A companhia pode ter confessado os erros do Vista, mas quando a empresa pode aguentar esse tipo de marketing, é válido questionar se é simplesmente enviar a mensagem que acha que os clientes querem ouvir.
Não vamos esquecer que há muitos executivos dentro da Microsoft que ainda querem acreditar que os problemas do Vista tiveram mais a ver com o marketing do que com os defeitos tecnológicos. A Microsoft lutou arduamente e gastou uma grande quantidade de dinheiro para pintar o Vista como uma vítima infeliz de percepções negativas antecipadas. O Projeto Mojave, do ano passado, foi um exemplo claro do quão longe a Microsoft quer ir para provar que está certa. E alguém se lembra do Vista Capable?
A companhia colocou-se como vítima com o Vista o quanto pode, porém, assim que os planos para o Windows 7 foram revelados, a mensagem da Microsoft mudou para remorso. Mas a empresa não se vê como alguém que tenha aprendido a lição, e sim como alguém que ensina as lições.
O Windows 7 pode acabar sendo a melhor versão do Windows, mas não pense nem por um minuto que a Microsoft não está usando o fato do Vista não poder ter sido pior para convencer as pessoas a darem uma chance ao Windows 7.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Migração XP para 7: Windows Easy Transfer

Ao usar esta ferramenta tenha certeza de que esteja reservando apenas os arquivos que realmente serão úteis

Nesta última reportagem do especial, vem a resposta para a pergunta mais difícil: e se eu quiser reinstalar, mas manter todas as minhas configurações de usuário? Ou, pelo menos, o máximo que for possível?






É aí que entra o Windows Easy Tranfer, da Microsoft, ou Migration Wizard. Ele foi usado para transportar informações de usuários do Windows XP para o Vista, e agora poderá ser usado também para mover dados de usuário do XP para o 7. O programa escaneia sua instalação XP existente e copia os dados a serem movidos para um arquivo único. Esse arquivo pode ser armazenado em um disco a parte e depois ser usado na máquina alvo para restaurar os dados do usuário em questão.

Sua localização, no entanto, não é óbvia: no CD de configuração do Windows 7, ele está no diretório\support\migwiz\migsetup.exe.

Assim como outros programas da Microsoft, ele foi criado para ser fácil de usar - talvez um pouco fácil demais. Pra começar, a parte de "opções avançadas" do programa - como a possibilidade de selecionar um diretório específico - fica um pouco escondida. Depois de o programa detectar o que pode ser copiado e de apresentar uma lista do que copiar, selecione "Personalizar" e depois "Avançado" para ver todos os diretórios. É bom fazer isso para garantir que tudo o que você precisa será, de fato, copiado. E também para evitar copiar arquivos que não estão na sua pasta de usuário, mas hospedado em outro lugar.

Um bom exemplo disso: a pasta Minhas Músicas. No meu antigo sistema, a pasta Minhas Músicas ficava em outro disco, com mais de 160GB de música (todas ripadas da minha coleção de CDs). Seguindo o padrão, o Easy Transfer iria copiar todos esses arquivos para o meu arquivo de backup. Ainda bem que pude cancelar a operação antes que ele tentasse encher meu drive de backup com uma cópia absolutamente redundante da minha coleção musical.

Você pode salvar o arquivo de backup do Easy Transfer na mesma partição em que irá instalar o Windows 7, desde que você não formate essa partição. A melhor opção ainda é salvar o arquivo em um disco removível, em rede ou em um disco rígido secundário no mesmo sistema, apenas para garantir total segurança.

Um último conselho: quando criar sua nova instalação Windows 7, crie duas contas de usuário. Uma será a conta para a qual você irá migrar da instalação anterior - por exemplo, onde você irá restaurar todas as configurações de usuário - e a outra será uma conta de usuário temporária para garantir que tudo foi migrado como deveria. Dessa forma, você pode trabalhar tranquilamente no sistema sem usar a mesma conta pra onde irá migrar.

E quanto à ativação do produto?

Como nenhuma cópia do Windows funciona sem ativação do produto, quem fizer upgrade do XP para o 7 tem bons motivos para se perguntar como o Windows 7 vai lidar com a ativação. Em uma versão resumida: o computador alvo deve ter uma cópia do XP funcionando antes que você possa solicitar uma versão de upgrade do 7. A instalação XP existente será segregada em uma pasta chamada Windows.old, mas, antes, o XP deve estar realmente instalado e funcionando no sistema. Portanto, não se precipite ao apagar a instalação XP se estiver planejando fazer upgrade para o Windows 7. Ter apenas uma cópia da mídia de instalação do XP - o CD - não vai ser suficiente. (suspeito que seja porque muitos dos CDs de instalação do XP são, na verdade, CDs-imagem que o Windows não consegue identificar, portanto, não podem ser usados para verificar a instalação)

Leia o especial completo:
Especial: como atualizar o Windows 7 para o XP

por [Serdar Yegulalp | InformationWeek EUA]

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Migração XP para 7: instalação paralela

Nesta segunda reportagem do especial, você aprende a fazer uso da partição de disco para migrar do XP para o Windows 7






por [Serdar Yegulalp | InformationWeek EUA]

A maneira mais fácil de ter o 7 rodando na mesma máquina que o XP é fazendo instalação paralela - por exemplo, usando o esquema "dual-boot". Isso permite que você alterne entre os dois sistemas operacionais sempre que precisar - você terá uma instalação limpa do 7, podendo migrar dados e instalar aplicativos, e continuará usando o XP para qualquer caso de compatibilidade que seja necessário.

Para isso, você não pode instalar as cópias do XP e do 7 na mesma partição de disco. Elas precisam ser instaladas em partições diferentes ou em discos físicos completamente diferentes.

Têm duas formas de se fazer isso: se você vem esperando por uma oportunidade de gastar uma grana em um novo disco rígido, essa é sua chance, assim você pode instalar o novo disco como disco principal (aquele que tem prioridade na hora de fazer o boot), instalar o 7 nele e manter o XP no disco secundário para usar quando precisar. A maioria dos computadores mais novos te dão a opção de escolher qual disco carregar sem precisar perder tempo mexendo em BIOS; tanto meu PC quanto meu notebook me permitem fazer isso pressionado o F12 durante a inicialização. Assim que a migração terminou, eu configurei o segundo disco como drive de boot padrão e tudo saiu como planejado.

Outra opção é particionar seu disco existente, embora possa ser complicado para um usuário menos técnico - e as consequências a longo prazo possam ser um tanto chatas. Se você mudar o tamanho da partição onde o XP está instalado e instalar o Windows 7 em uma partição vazia, vai funcionar - até o momento em que você resolver remover a partição XP inteira. E como todas as informações de boot do sistema estão na partição do XP, adivinha? Você terá um sistema que não poderá ser carregado.

Para consertar isso, você precisará mudar o tamanho da partição do Windows 7 para preencher o espaço vazio e usar a mídia de instalação do sistema operacional para reparar as informações de boot. A ferramenta de reparação de boot do 7 é semi-automática: se você carregar a mídia e selecionar a opção "Reparar o computador", o sistema será mapeado para determinar qual o problema. A opção "Reparar inicialização" em "Opções de Recuperação do Sistema" roda outras funções de reparo automaticamente e, no final, mostra um relatório de todas as alterações realizadas.

O software usado para alterar o tamanho de uma partição pode ser um entre vários disponíveis. Eu sou fã do BootIt Next Generation, da Terabyte Unlimited, que pode alterar o tamanho de partições NTFS em processos não-destrutivos e faz todo tipo de manipulação que normalmente não são possíveis.

No mesmo disco ou partição?

Talvez "Instalação Paralela" não seja o melhor nome para este método, porque ele não te dá dois sistemas operacionais carregáveis. Se você carregar pela mídia de instalação do Windows 7 e escolher colocar o sistema na mesma partição do XP, sem formatá-lo, a antiga instalação do XP (incluindo a pasta de usuário) será movido para uma subpasta chamada Windows.old. Você não poderá carregar a antiga instalação Windows, mas todos os dados do seu usuário existente serão preservados e poderão ser copiados manualmente.

Esse método faz uma mistura. Por um lado, significa que você pode fazer uma instalação limpa em uma partição que você não quer formatar - por exemplo, se você tem dificuldade para fazer backup ou para restaurar dados de usuário porque não tem uma mídia em branco ou espaço sobrando no seu disco rígido. Por outro lado, significa que qualquer dado que não pode ser facilmente migrado manualmente - por exemplo, configurações do Microsoft Office - será perdido. Nesse caso, o ideal seria fazer backup pelo Windows Easy Transfer (última reportagem deste especial) ou simplesmente recriar as configurações manualmente.

Reformatação

Com a opção de reformatar, você não tem qualquer intenção de preservar o estado da instalação Windows XP existente. Você carrega a mídia de instalação, formata a partição alvo completamente (dica: use o Quick Format, você economizará muito mais tempo) e simplesmente instala o Windows 7.

Provavelmente, você optará por esse método apenas quando herdar um computador com XP e quiser fazer uma instalação limpa do Windows 7 para garantir que não reste dado algum do antigo usuário pra contar a história.

Outro possível motivo para fazê-lo é caso não use nenhum software que guarde suas configurações na pasta de perfil do usuário - como, por exemplo, os programas na coleção PortableApps. Isso é raro, mas eu conheço algumas pessoas que seguem à risca tal sistema e não mantêm nenhum dado importante na pasta de usuário.

Leia o especial completo:
Especial: como atualizar o Windows 7 para o XP

Como atualizar o Windows XP para o 7

Fazer upgrade local do 7 pelo XP é impossível. Este especial traz algumas dicas de como migrar seus dados sem muita complicação



por [Serdar Yegulalp | InformationWeek EUA]

Com o Windows 7 já disponível em pré-venda, o produto deve se tornar a próxima grande versão do sistema operacional - o que por muito tempo foi título do XP. Mas quem atualmente usa o XP e quiser fazer um upgrade, precisa estar ciente das possíveis complicações. A Microsoft oferece atualização direta do XP para o Vista, mas não abre essa mesma possibilidade do XP para o 7.

O que isso significa para os usuários? Quer dizer que eles não podem pegar um computador que atualmente roda com o Windows XP e simplesmente colocarem o DVD de instalação do Windows 7 e atualizá-lo, mantendo programas e dados intactos.

Essa situação deve enlouquecer algumas cabeças, incluindo a minha. Parece injusto negar aos usuários do XP - o maior segmento do mercado entre os usuários do Windows - o poder de atualizar seu sistema diretamente para o Windows 7. Mas como veremos neste especial, os obstáculos são, na verdade, questões sobre quais caminhos seguir e em qual ordem.

O que não se pode fazer e por que

Como esse assunto pode gerar confusão, é necessários explicar os detalhes da forma mais clara possível. O usuário não pode:

1. Pegar uma instalação existente do Windows XP;
2. Rodar a instalação do Windows 7;
3. e fazer upgrade daquela cópia do XP para o 7, mantendo dados e programas intactos.

O que se pode fazer

1. Instalar uma cópia do Windows 7 no mesmo computador, em paralelo com a instalação do XP;
2. Instalar uma cópia do Windows 7 no mesmo computador e substituir completamente a instalação XP existente;
3. Instalar uma cópia do Windows 7 em um novo computador e então migrar dados e aplicativos da instalação XP existente.

Tanto a primeira quanto a terceira opção são não-destrutivas: elas mantêm a instalação XP existente intacta de uma forma ou de outra, e permitem que o usuário copie para o outro sistema o que é importante. A segunda opção é a menos útil, portanto será citada aqui apenas de forma periférica.

A pergunta que mais intriga os usuários é: por que a Microsoft tornou impossível fazer upgrade do XP para o 7? Por dois motivos - um relativamente novo e o outro já é bem familiar entre aqueles que tentaram fazer algum upgrade e deram com a cara no chão.

* 1 - Instalações por upgrade geralmente são estranhas por natureza. Muitas pessoas reclamam de problemas com essas instalações que nunca aparecem em instalações limpas, talvez porque sofram menos variações, o que faz muita diferença no final das contas. Eu já tive muitos desses problemas, tantos que cheguei ao ponto de dizer que jamais faria novamente, já que criam tantos problemas quanto prometem resolver.
* 2 - São tantas as diferenças técnicas entre o XP e o 7 que tornam o upgrade impraticável. A regra empírica geral para casos assim é que o upgrade deve ser feito respeitando as gerações: XP para o Vista e Vista para o 7, mas não XP para 7.

Mas lembre-se que isso não te impede de comprar a mídia de upgrade do Windows 7 e usá-la para fazer upgrade em um PC XP existente. Você pode fazê-lo sem problemas - apenas não poderá usar sua instalação XP existente. Você terá de migrar ou fazer backup dos seus dados e então instalar o Windows 7 em paralelo ou limpar tudo e começar o zero.

Ainda há outros pontos importantes a serem mencionados. Não são todos que passaram por isso, mas eles surgiram em algumas de minhas experiências e podem ser relevantes aqui:

* 1 - Você não pode fazer upgrade de nenhuma versão 32-bit do Windows diretamente para uma versão 64-bit. Você precisa de uma instalação limpa. Instalação paralela também funciona.
* 2 - Você não pode realizar um upgrade local de nenhum tipo fazendo boot por um DVD, mesmo que tenha um sistema operacional válido para upgrade local. Você precisa fazer boot do sistema que vai sofrer a atualização para depois inserir o DVD e fazer o upgrade.
* 3 - Não é possível fazer upgrade da versão beta do Windows 7 para sua versão final. Nesse caso, você também terá de fazer uma instalação limpa.
* 4 - E fazer o upgrade do XP para o Vista e do Vista para o 7 também não é aconselhável - além de ser um desperdício absurdo de licença do Vista, vai causar tanta falha que simplesmente não vale a pena.

Agora que você já tem uma ideia sobre a dimensão do problema, é hora de apresentar algumas soluções.

Leia o especial completo:

Migração XP para 7: instalação paralela (publicação em 20/08)

Migração XP para 7: Windows Easy Transfer (publicação em 21/08)


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O que você vai encontrar nas seis versões do Windows 7

O que você vai encontrar nas seis versões do Windows 7?


Por CIO/EUA
Publicada em 26 de fevereiro de 2009 às 07h00
Framingham - De acordo com a Microsoft, a maioria dos usuários terá que escolher apenas entre as edições Home Premium e Professional.
Apesar dos constantes pedidos dos usuários, que gostariam que a Microsoft fizesse apenas uma versão do Windows 7, seu próximo sistema operacional, a empresa manteve a estratégia de criar múltiplas edições do software, exatamente como fez com o XP e o Vista. Neste caso, a Microsoft planeja lançar seis versões diferentes do Windows 7. "Nós temos 1 bilhão de clientes. É difícil atender a todos com apenas uma versão", disse Mike Ybarra, gerente geral da linha Windows.
Tudo sobre o Windows 7
> 10 dicas sobre o beta do Windows 7
> Confira o preview do Windows 7
> Windows 7 vaza na internet
> Os 5 pilares do Windows 7
> 8 questões sobre o Windows 7
> Fotos: veja os novos recursos do Windows 7
> Bill Gates mostra Touch Wall
> A evolução do multi-touch
O lado bom da história é que a maioria das pessoas vai precisar escolher apenas entre duas versões: uma para usuários domésticos e outra para usuários corporativos. Isso segundo a Microsoft, claro. Pois bem, para esclarecer de uma vez por todas a questão (ou pelo menos tentar), fizemos uma análise do que está incluído em cada pacote. Vale lembrar que os preços ainda não foram informados pela empresa de Redmond. Veja a seguir.

Windows 7 Starter
Esse é o Windows mais simples de todos, disponível apenas em versão de 32 bits, e que deve atender às necessidades mais básicas dos usuários. Os usuários podem abrir somente três janelas ao mesmo tempo e ele não conta com a interface gráfica Aero Glass. A barra de tarefas foi redesenhada e não é possível criar grupos de compartilhamento - só é possível participar de grupos já criados. Será pré-instalado em computadores novos, apenas em países em desenvolvimento, como o Brasil, a Índia, a Rússia e a China.

Windows 7 Home Basic
Uma versão intermediária, com mais funções que a Starter e menos que a Home Premium. Pode ter mais de três janelas abertas ao mesmo tempo e tem uma versão de 64 bits. Mas não vem com a interface Aero Glass nem as funcionalidades de telas sensíveis ao toque. Também será pré-instalado em computadores novos, apenas em países em desenvolvimento. Sua venda será proibida legalmente nos EUA.

Windows 7 Home Premium
A versão "completa" para usuários domésticos. Tem todas as funções dos sistemas anteriores, mais a interface gráfica Aero, incluindo novos recursos de navegação, como o Aero Background, o Windows Touch e a possibilidade de criar Home Groups, os grupos de compartilhamento de mídia, além de Media Center, reprodução de DVD, mais games e o Mobility Center, que ajuda a gerenciar as conexões com redes wireless. Será vendido pré-instalado nos computadores e também poderá ser encontrado separadamente em lojas de varejo.

Windows 7 Professional
Pensada para usuários de pequenos escritórios e profissionais que trabalham em casa ou remotamente, essa edição foca na segurança. O recurso Domain Join permite conectar com facilidade o computador a redes corporativas, enquanto o Encrypting File System torna mais difícil a violação de dados. Já o Location Aware Printing permite localizar rapidamente impressoras no trabalho e em casa. Tem todos os recursos encontrados no Windows Home Premium. Será vendido pré-instalado nos computadores e também poderá ser encontrado separadamente em lojas de varejo.

Windows 7 Enterprise
Essa versão é voltada para empresas de médio e grande porte e só poderá ser adquirida através de licenciamento para várias estações. Tem todos os recursos do Windows 7 Professional mais o BitLocker (para criptografia de dados em discos rígidos internos e externos), DirectAccess (conexões com redes corporativas). AppLocker (impede que softwares não-autorizados sejam executados) e o BrachCache (acelera a transmissão de grandes arquivos).

Windows 7 Ultimate
Na prática, oferece pouco mais que a versão Enterprise. Seu diferencial é que sua comercialização não é restrita a empresas. Provavelmente, será a edição mais cara de todas e dificilmente interessará o usuário comum, já que os principais recursos extras são voltados para segurança e para conectividade com redes corporativas. Por isso mesmo, a Microsoft já anunciou que a disponibilidade desse sistema operacional será limitada.

Shane O'Neill, editor da CIO.com, em Framingham