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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Internet - Como migrar de hospedagem – passo a passo





Como migrar de hospedagem
Ao contratar um serviço de hospedagem de sites, a última coisa que se deseja é ter que migrar de hospedagem. Afinal, dá tanto trabalho escolher o melhor plano de hospedagem que é perfeitamente normal não querer passar por este processo novamente. Entretanto, em algum momento de nossa vida digital, mudar de hospedagem poderá ser necessário.
Seja qual for o motivo para mudar de hospedagem, se você já possui um site publicado e/ou utiliza um e-mail com um domínio próprio, inevitavelmente precisará passar pelo processo de mudança de servidor de hospedagem. Esse processo pode ser mais ou menos complicado, dependendo da plataforma do seu site e de como os e-mails são armazenados.
Neste artigo, vamos mostrar passo a passo como fazer a migração de seu site e e-mails por conta própria. Este tutorial servirá para a maioria dos serviços de hospedagem compartilhada.
Importante: apesar de abrangente, este processo não cobre todas as situações. Passos extras poderão ser necessários, dependendo das ferramentas e configurações que se utilize em sua hospedagem. Caso tenha dúvidas ou não se sinta seguro em realizar o procedimento por conta própria, peça ajuda para um especialista no assunto.

Conceitos básicos do funcionamento de um site

Antes de entrar no processo de migração propriamente dito, é importante entender alguns conceitos, como o funcionamento básico de um site. Para publicar um site, você precisa que os arquivos que compõem o site estejam em um servidor de hospedagem. E também que o domínio que você registrou para o seu site esteja direcionado para o servidor em questão. Assim, quando as pessoas acessarem o endereço do seu site, os provedores de internet saberão em qual servidor ele está localizado e saberão direcionar o pedido do usuário para lá.
Este processo de reconhecimento do domínio e localização do servidor de hospedagem é feito em servidores de DNS (Domain Name System, ou sistema de nomes de domínios), que são computadores geralmente dedicados à essa função. Fazendo uma comparação, é como se os servidores de DNS fossem um gigantesco serviço de informações, onde requisições de localização de servidores chegam e são respondidas em milésimos de segundos. Assim, ao digitar o endereço de um site e teclar Enter, seu pedido vai até um servidor de DNS e pergunta: “onde posso encontrar o endereço eletrônico xyz.com?“. O servidor de DNS, por sua vez, responde: “o endereço xyz.com está localizado no servidor 123.456.789.01“.
Agora que conhecemos o funcionamento básico de um servidor de DNS, podemos deduzir que basta apontar o domínio do meu site para o novo servidor e todos os acessos serão direcionados para a nova hospedagem, certo? Exatamente! É assim mesmo que funciona: ao mudar um site de hospedagem, precisamos atualizar as informações de DNS daquele domínio para que todas as pessoas que procuram aquele site sejam direcionadas para o novo servidor. Mas para tudo funcionar corretamente após a mudança de DNS, é fundamental que os arquivos e configurações do servidor antigo sejam migrados para o novo servidor.
Ok, agora chega de conceitos e vamos colocar a mão na massa!

O que fazer antes de migrar de hospedagem

O item “zero” do processo para migrar de hospedagem é escolher um novo provedor de hospedagem de sites. Se você quiser manter o seu site como era na hospedagem antiga, é importante checar se a nova hospedagem é compatível com a tecnologia usada no seu site atual. Por exemplo: se o meu site precisa da versão X do PHP para funcionar, a hospedagem nova deverá rodar essa mesma versão do PHP, ou superior.
Considerando que você já fez o seu dever de casa, pesquisou e contratou a nova hospedagem, podemos passar para o primeiro passo do processo, que é a preparação em si.

Preparação para migrar de hospedagem

Antes de começar, faça um inventário de tudo o que precisará ser migrado. Assim, você poderá conferir, ao longo do processo, se não deixou nada de fora. Em muitos casos, o processo de migração incluirá o seguinte:
  • Migração dos arquivos do servidor de hospedagem
  • Migração do(s) banco(s) de dados (se houver)
  • Migração dos e-mails (se houver)
  • Configurações da hospedagem
  • Apontamento do domínio (DNS) para o novo servidor

Atenção: a lista acima não se aplica a todas as situações. Por exemplo: se você utiliza um criador de sites (ex.: Wix) ou outra ferramenta que funcione como um serviço (ex.: WordPress.com), os passos acima não servirão. Se esse for o seu caso, você deverá procurar por um tutorial específico para a sua situação. Por exemplo: “migrar de WordPress.com para WordPress hospedado” ou “como migrar de Wix para WordPress hospedado“, e por aí vai.
Não cancele sua hospedagem antiga até que tenha certeza de que tudo foi migrado corretamente. É prudente deixar para cancelar seu provedor antigo somente alguns dias depois de migrar de hospedagem. Assim, se algo der errado, você poderá comparar a hospedagem nova com a antiga e, em último caso, voltar atrás, se necessário.

Passo a passo para migrar de hospedagem por conta própria

1 – Movendo os arquivos

migrar de hospedagem: movendo arquivosO primeiro passo para migrar de hospedagem é copiar todos os arquivos do seu servidor antigo para o novo. Isso inclui arquivos de imagens, áudios, vídeos e todo o código-fonte do seu website, como por exemplo, arquivos HTML, Javascripts e CSS’s. Eles devem ser movidos para a nova hospedagem mantendo a mesma estrutura de diretórios que possuem na pasta pública da sua hospedagem.
Toda hospedagem possui uma pasta pública, que é onde estão localizados os arquivos que serão acessados pelo público ao visitar seu site. O nome dessa pasta pode ser algo como public_html ou httpdocs. Sendo assim, ao mover os arquivos de uma hospedagem para outra, mantenha a mesma estrutura de arquivos a partir da pasta pública.
Por exemplo:
A hospedagem antiga poderia ter o seguinte caminho (path) para a pasta pública: /home/usuario/public_html
Enquanto a hospedagem nova poderia ter o seguinte caminho: /var/www/vhosts/dominio/httpdocs
Descubra onde está a pasta pública e mova os arquivos a partir dela. Se você não conseguiu descobrir por conta própria, entre em contato com o suporte de sua empresa de hospedagem e eles poderão lhe ajudar.
A migração dos arquivos pode ser feita de diversas maneiras. Uma delas é usando um programa de FTP, que é um protocolo criado exclusivamente para a transferência de arquivos. Existem diversos programas gratuitos de FTP por aí. Se você não utiliza nenhum deles, recomendamos o Filezilla, que é fácil de usar e possui atualizações frequentes.
Para migrar os arquivos usando um programa de FTP, você deve primeiro se conectar à hospedagem atual e baixar todos os arquivos da pasta pública para o seu computador. Após baixar todos os arquivos, conecte-se à nova hospedagem e transfira os arquivos que acabou de baixar para a pasta pública da nova hospedagem. Esse processo pode ser um pouco demorado, dependendo da quantidade de arquivos e de sua conexão com a internet.
Se você possui um site estático, ou seja, que não possui conteúdo dinâmico, ele provavelmente estará funcionando depois de migrar todos os arquivos. Mas você não conseguirá acessá-lo através do domínio, porque este ainda está apontando para o servidor de hospedagem antigo. Nós veremos daqui a pouco uma maneira de acessar o seu site antes da mudança do DNS.
Se você utiliza um site dinâmico e que possui um gerenciador de conteúdo, como por exemplo o WordPress ou o Joomla, seu site não funcionará ainda, porque é preciso migrar também o banco de dados.

2 – Movendo bancos de dados

migrar de hospedagem: movendo bancos de dadosEsta é uma parte bastante importante no processo para migrar de hospedagem. Se você utiliza um CMS ou gerenciador de conteúdo, como o WordPress ou Drupal (e muitos outros), precisará mover também o banco de dados de sua aplicação. O conceito básico desse procedimento é parecido com o de mover os arquivos: você precisa exportar o(s) banco(s) de dados da sua hospedagem antiga e importar na hospedagem nova. Da mesma forma que a migração de arquivos, existem diversas formas de mover um banco de dados. Vamos tentar simplificar ao máximo essa operação neste artigo.
Todos os bancos de dados possuem um método de exportação e importação. No banco de dados MySQL, por exemplo, é possível exportar um arquivo de texto que possui a extensão .sql. Este arquivo contém todas as tabelas, configurações e informações do banco de dados da aplicação em questão. O banco de dados MySQL é o utilizado pelo WordPress e pelo Magento, por exemplo.
Uma das maneiras de exportar o arquivo .sql de sua aplicação é através do painel de controle de sua hospedagem. Muitas hospedagens oferecem o gerenciamento de banco de dados através de um programa chamado PHPMyAdmin, que é um gerenciador de bancos de dados que pode ser acessado através de qualquer navegador de internet. Se a sua hospedagem oferece o PHPMyAdmin, então tudo o que você precisa fazer é acessá-lo, selecionar a base que deseja exportar e escolher “Exportar”, no menu superior.
Exportação do banco de dados MySQL via PHPMyAdmin
Exportação do banco de dados MySQL via PHPMyAdmin – passo 1
Na tela seguinte, escolha o método “Exportação completa” e clique em “Executar”. Uma janela de diálogo se abrirá para que você escolha um local no seu computador para salvar o arquivo .sql.
Exportação do banco de dados MySQL via PHPMyAdmin - passo 2
Exportação do banco de dados MySQL via PHPMyAdmin – passo 2
Após o download, você deverá acessar o PHPMyAdmin da nova hospedagem e importar a base de dados para . Mas antes de importar o arquivo .sql, você precisa criar um banco de dados qualquer. Esse novo banco de dados estará vazio a princípio, mas será populado depois da importação pelo conteúdo do banco de dados que você vai importar.
Sobre essa importação, um dica: se você criar um banco de dados com o mesmo nome, usuário e senha que usava na hospedagem antiga, é possível que não precise fazer nenhum ajuste na conexão de sua aplicação. Explico melhor: toda aplicação possui um arquivo com as informações de conexão ao banco de dados, que geralmente são: nome do banco, url (host), usuário e senha. Se, ao mudar de hospedagem, algum desses dados mudar, você precisará editar o arquivo de conexão do banco de dados para refletir essa nova configuração. O ajuste geralmente é fácil de se fazer, mas um descuido com essa parte e você poderá ficar com o seu site offline até que isso seja corrigido. Vale, portanto, muita atenção sobre essa questão.
Para exemplificar este ajuste, no WordPress, a conexão com o banco de dados é feita no arquivo wp-config.php, que está localizado na raiz do WordPress. O trecho que deve ser ajustado se parecerá com o trecho abaixo.

/** O nome do banco de dados do WordPress */
define('DB_NAME', 'nome_do_banco');

/** Usuário do banco de dados MySQL */
define('DB_USER', 'nome_usuario');

/** Senha do banco de dados MySQL */
define('DB_PASSWORD', 'senha');

/** nome do host do MySQL */
define('DB_HOST', 'url_do_banco');

Como verificar se a conexão com o novo banco de dados está correta (ou: navegando no site antes da propagação do DNS)

Considerando que o seu domínio ainda está apontado para a hospedagem antiga, você não poderá simplesmente colocar a url no navegador e acessar o seu site na nova hospedagem, porque o serviço de DNS vai direcionar seu pedido para a hospedagem antiga, certo? Para contornar essa questão, você pode fazer uma pequena configuração no seu computador para forçar que ele acesse o novo servidor – e não o antigo – ao digitar o endereço de seu site no navegador. Esse recurso é muito útil nessa fase de testes do novo servidor.
Para isso, você precisará editar o arquivo “hosts” do seu computador (o nome do arquivo é esse mesmo: hosts). Dependendo do sistema operacional (Windows, Mac ou Linux) este arquivo estará localizado em um lugar diferente. Você encontrará o arquivo hosts nos seguintes lugares, de acordo com o seu sistema operacional:
  • Windows: C:\Windows\System32\drivers\etc\hosts
  • Mac OS: /private/etc/hosts
  • Linux: /etc/hosts
Localize este arquivo em seu computador e abra-o com o bloco de notas ou qualquer outro editor de texto simples. Importante: Não use o Word ou programas de edição de texto similares. Insira a seguinte linha em seu arquivo (substitua as informações abaixo pelas de sua nova hospedagem):
192.185.000.00 meusite.com.br
A regra é a seguinte: primeiro você escreve o IP do servidor de hospedagem seguido de um espaço ou tab e a url do site que deseja visitar. Geralmente a empresa de hospedagem envia o IP do servidor na ativação do plano. Caso não encontre esta informação, o suporte técnico da empresa poderá lhe fornecer. Aqui vai um exemplo de como esse arquivo se parece:
Editar arquivo hostsObs: em sistemas operacionais Windows, você precisará abrir o arquivo como administrador, para ter a permissão necessária para editá-lo. Para fazer isso, basta localizar o bloco de notas na lista de programas (ou qualquer outro editor de texto plano), clicar com o botão direito do mouse e escolher “Executar como administrador”. Uma vez que o programa foi aberto, basta selecionar no menu “open” ou “abrir” e localizar o arquivo hosts.

Importante: depois de certificar-se que tudo está funcionando corretamente no novo servidor, apague as alterações que fez no seu arquivo hosts para que seu computador volte a requisitar o servidor no qual o seu site está hospedado.

3 – Migração de e-mails

migração de e-mailsLidar com a questão dos e-mails pode ser uma das partes mais chatas quando falamos em migrar de hospedagem. Isso porque podemos encontrar diversos cenários possíveis. Mas a migração de e-mails não necessariamente é a parte mais complicada da história. Vamos ver a seguir algumas das possibilidades para migração de e-mails.
Antes de continuar, é importante que você verifique se os seus e-mails estão sendo armazenados no seu servidor de hospedagem ou em um serviço de terceiros, como o G Suite ou o Microsoft Office 365.

Se você utiliza um serviço de e-mails externo

Se você está utilizando um serviço de terceiros (ex.: G Suite ou Microsoft 365), você não precisará migrar os e-mails, porque eles não estão armazenados no seu servidor de hospedagem. Nesse caso, você precisará apenas realizar uma pequena configuração na sua nova hospedagem para que o novo servidor saiba para onde deve direcionar os e-mails que chegam no seu domínio.
No caso do Google Apps, por exemplo, você precisará apenas inserir registros do tipo MX no seu servidor de hospedagem. Os valores que devem ser utilizados para o G Suite, assim como as instruções, estão disponíveis nesta página. Já as instruções para apontamento para o Microsoft 365, estão disponíveis nesta página.
Se você tiver dificuldades em realizar as configurações acima, entre em contato com o suporte técnico de sua nova hospedagem. Eles poderão te ajudar com essa configuração.

Se você hospeda os e-mails no seu servidor de hospedagem

Nesse caso, a primeira coisa a se fazer é acessar o painel de controle de sua nova hospedagem e recriar todas as contas de e-mails existentes na sua hospedagem atual. Esse procedimento vai garantir que você continuará recebendo e-mails após alterar o DNS do seu domínio para a nova hospedagem. Isso não vai, no entanto, copiar as mensagens para a nova hospedagem.
Se você utiliza um programa instalado em seu computador para acessar suas contas de e-mail, como o Outlook ou o Thunderbird, você já possui então um backup de suas mensagens. Nesse caso, precisará apenas revisar as configurações de envio e recebimento para continuar recebendo seus e-mails no seu programa de e-mails após a mudança de DNS.
Se você utiliza apenas o webmail para acessar suas mensagens, isso significa que os e-mails de sua conta estão hospedados em sua antiga hospedagem e você precisará migrar todas as mensagens para o novo servidor. Assim, você poderá continuar acessando-as, mesmo após a mudança de DNS. Vamos ver a seguir algumas alternativas para essa migração de mensagens.

Migrando e-mails de cPanel para cPanel

Se tanto a sua hospedagem antiga quanto a nova utilizarem o cPanel como painel de controle da hospedagem, você poderá migrar tanto as contas de e-mail quanto as mensagens de um cPanel para o outro, utilizando um programa de FTP.

PASSO 1

Conecte-se à sua hospedagem antiga via FTP e navegue até a sua pasta de usuário (ex.: /home/usuario). Em seguida, localize e acesse a pasta /etc. Ao acessá-la, você verá que existem uma ou mais pastas com o nome do seu domínio (ex.: meudominio.com). Esta pasta contém todas as contas de e-mail do domínio em questão. Baixe esta pasta para o seu computador e salve-a onde possa localizá-las posteriormente.

PASSO 2

Agora volte à pasta de usuário e localize e acesse o diretório /mail. Esta pasta contém todas as mensagens que estão armazenadas no servidor de sua antiga hospedagem. Repita o processo de salvamento e baixe as pastas que estão dentro de /mail para o seu computador.

PASSO 3

Agora que você já fez um backup de suas contas de e-mails e mensagens para o seu computador, o passo final é acessar a sua nova hospedagem via FTP e fazer upload dos conteúdos que baixou para as pastas correspondentes (/etc e /mail).
Após o upload, para confirmar que a operação deu certo, acesse o webmail de sua nova hospedagem e veja se as contas e e-mails estarão lá. Como você ainda não apontou o DNS para a nova hospedagem, você poderá acessar o webmail da sua nova hospedagem por dentro do cPanel, na seção de e-mails ou através de um endereço alternativo, fornecido pela sua nova hospedagem.

Migrando e-mails utilizando um programa de e-mails

Outra opção para mover seus e-mails de um servidor para o outro é utilizar um programa de e-mails instalado em seu computador, como o Outlook ou o Thunderbird.

PASSO 1

O primeiro passo é instalar o programa de e-mails. Recomendamos o Thunderbird, que é gratuito e cumpre perfeitamente a função.

PASSO 2

Em sua nova hospedagem, recrie a conta de e-mail para a qual deseja migrar suas mensagens.

PASSO 3

No Thunderbird, insira a sua conta de e-mail antiga usando o protocolo iMap. Em seguida, insira a sua conta de e-mail nova (que terá o mesmo endereço), mas conecte-se a ela com o endereço do servidor, em vez do endereço que usaria tradicionalmente (ex.: use ns95.minhanovahospedagem.com em vez de mail.meuemail.com). Caso tenha dúvidas, pergunte para o suporte da empresa de hospedagem como fazer para acessar os e-mails antes da propagação do DNS.

PASSO 4

No Thunderbird, localize a caixa de entrada com suas mensagens antigas e selecione as mensagens que deseja enviar para o novo servidor. Clique com o botão direito do mouse e escolha “Copiar para”. No menu que se abre, clique na nova conta de e-mail que criou na hospedagem nova. O programa começará então a copiar as mensagens de uma conta para a outra. Você poderá acompanhar o progresso através do status da transferência, que vai aparecer no rodapé.
Ao transferir de uma conta para outra, o Thunderbird vai sincronizar as mensagens estão sendo copiadas para a sua nova hospedagem. A parte chata é que este processo pode demorar bastante, dependendo da quantidade de mensagens que você tiver em sua caixa de e-mails.
Se você chegou até aqui e concluiu todos os passo acima, já conseguiu transferir seus arquivos, bancos de dados e contas de e-mail de uma hospedagem para a outra. O próximo passo é revisar os últimos detalhes e finalizar o processo de migrar de hospedagem. Vamos lá!

4 – Configurações da hospedagem

Este passo poderia ser realizado no início, antes de efetivamente começar a migrar de hospedagem e transferir qualquer arquivo do servidor antigo para o novo. Você precisará recriar algumas das configurações existentes na antiga hospedagem para o novo servidor. Essas configurações poderão incluir:
  • Domínios adicionais;
  • Domínios estacionados;
  • Subdomínios;
  • Redirecionamentos;
  • Encaminhamentos de e-mails;
  • Configurações customizadas (ex.: versão do PHP);
  • E outros.
Essa lista acima contém apenas exemplos. Você precisará conferir na sua hospedagem atual se alguma customização foi realizada para que a mesma possa ser reproduzida no novo ambiente.
Em alguns casos, como quando se utiliza um CMS como o WordPress, isso fará bastante diferença. Alguns plugins do WordPress, por exemplo, só funcionarão com determinada versão do PHP. A maioria das hospedagens oferece maneiras de se alterar a versão do PHP e muitas outras configurações desse tipo.
Se você não souber se existem configurações desse tipo, vá adiante e faça a verificação final da nova hospedagem, como mostraremos a seguir. Se houver algum problema de configuração, você provavelmente descobrirá nesta etapa.

5 – Último passo: verificação final e mudança de DNS

migrar de hospedagem: verificação finalAntes de “virar a chave” e apontar o domínio do seu site para a nova hospedagem, é importante revisar item por item e conferir se tudo está funcionando corretamente. Assim, evitaremos surpresas desagradáveis, como ter o site fora do ar sem uma explicação aparente.
Revise se os arquivos foram migrados, se o(s) banco(s) de dados foram importados corretamente, se os e-mails foram migrados e o mais importante: navegue em seu site pela nova hospedagem. Para fazer isso, siga o procedimento que descrevemos na seção como verificar se a conexão com o novo banco de dados está correta. Este procedimento também vale para sites estáticos, que não possuem um banco de dados.
Se você chegou até aqui e conseguiu resolver todos os possíveis problemas que surgiram, então é hora de apontar o domínio para a nova hospedagem. Para isso, você deve acessar o painel da empresa na qual registrou o seu domínio e alterar o DNS para que aponte para o novo servidor. Para saber os valores de DNS que deve utilizar, consulte o e-mail que recebeu de sua nova hospedagem, confirmando a ativação da conta. Os valores de DNS geralmente se parecem com algo do tipo:
ns1.empresadehospedagem.com
ns2.empresadehospedagem.com
ns3.empresadehospedagem.com
Caso tenha qualquer dúvida, o suporte da nova hospedagem poderá ajudar.
Após a mudança de DNS, seu site poderá passar por algumas horas de instabilidade. Isso ocorre devido ao tempo de propagação do DNS, como explicamos logo no início do artigo. Essa instabilidade é normal e não deve durar mais do que 24 horas. Depois disso, se ainda encontrar problemas, entre em contato com o suporte de sua nova hospedagem e explique o que está acontecendo.

Quando cancelar a hospedagem antiga

Não cancele sua hospedagem antiga até ter certeza de que tudo está funcionando corretamente, mesmo depois da mudança de DNS. Problemas que passaram despercebidos poderão aparecer após a mudança de DNS, portanto é prudente esperar pelo menos uma ou duas semanas após a mudança de DNS antes de cancelar a hospedagem antiga.
Se depois desse tempo você tem certeza de que tudo está ok, vá em frente e cancele seu antigo host.

Método alternativo: utilize o serviço de migração da sua nova hospedagem

Se você achou este processo de migração de hospedagem muito complicado, saiba que muitas empresas oferecem o serviço de migração gratuita de hospedagem. Usar este tipo de serviço, além de ser muito conveniente, pode te poupar de muitas dores de cabeça com configurações e códigos estranhos ao longo do caminho.
Se ainda não contratou uma hospedagem, entre em contato com a empresa que pretende contratar e veja se eles oferecem o serviço de migração de sites entre empresas. Muitas oferecem o serviço gratuitamente, mas algumas cobram pela realização da tarefa. Portanto, vale checar antes de contratar. 😉

Conclusão

O processo para migrar de hospedagem pode ser trabalhoso, mas não é nenhum bicho de sete cabeças, como vimos neste artigo. Naturalmente, situações inesperadas e outras que não citamos aqui poderão surgir, devido à complexidade que envolve o funcionamento dos próprios sites e sistemas hospedados na internet.
Ao se deparar com o inesperado, não se desespere. Vista o chapéu de detetive e investigue o problema até encontrar sua causa. E lembre-se de que o suporte da empresa de hospedagem que você contratou deverá estar acessível para ajudá-lo com questões relacionadas à configuração da sua nova hospedagem. Se eles não puderem resolver o problema, pelo menos poderão te dar alguma orientação sobre o assunto.
Possui alguma experiência em migrar de hospedagem? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário e ficaremos mais do que felizes em ajudá-lo! 😀


fonte: https://tudosobrehospedagemdesites.com.br/migrar-de-hospedagem/

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Chromebook - Como reverter o Chrome OS para uma versão anterior instalada




Etapas para reverter o Chrome OS para uma versão anterior

Se você precisar reverter o Chrome OS para uma versão anterior, siga as etapas a seguir.
OBS.: Isso vai Powerwashr o sistema, o que significa que ele o definirá de volta para as condições de fábrica. O backup dos dados deve ser feito antes dessas etapas.
 
OBS.: O Chromebook deve ser cancelado ou desprovisionado para que esse recurso seja exibido.
 
  1. Vá para a tela de login do usuário (Figura 1).
    Chrome OS Login Screen
    Figura 1
     
  2. Pressione Ctrl + Alt + Shift + R para abrir a opção Powerwash (Figura 2).
    Tela de redefinição do Chrome OS
    Figura 2
     
  3. Pressione Ctrl + Alt + Shift + R novamente e, em seguida, selecione Powerwash e revertae siga os prompts na tela (Figura 3).
    Tela de redefinição do dispositivo Chrome OS
    Figura 3
     
  4. O Powerwash iniciará e reverterá o Chromebook para a criação estável anterior.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Hardware - Raspberry Pi 4 ganha novo modelo com 8 GB de RAM



fonte: https://meiobit.com/420404/raspberry-pi-4-ganha-novo-modelo-com-8-gb-de-ram/

quarta-feira, 20 de maio de 2020

AMD Ryzen-Powered Raspberry Pi Rival Uses Radeon Vega Graphics

(Image credit: Axiomtek)
Axiomtek announced a new embedded single-board computer (SBC) this month known as the CAPA13R. With its compact form factor, the board is fit to compete against the Raspberry Pi and does so with a key secret weapon: an AMD Ryzen APU.
With an embedded AMD Ryzen V1807B or Ryzen V1605B APU, the CAPA13R offers integrated graphics, making it ideal for more graphically intense applications, like 3D rendering and video recording. With the Ryzen V1807B, makers are getting access to AMD's Radeon Vega 11 graphics, while the Ryzen V1605B comes with the lesser Radeon Vega 8 graphics.
The Ryzen APUs also give the CAPA13R support for up to 16GB of RAM using one DDR4 SO-DIMM.
The CAPA13R SBC measures 3.5 inches across, which is comparable to the form factor of the Raspberry Pi. It has Ethernet support by default, but you can upgrade the device to support wireless connectivity with the right adapter.
(Image credit: Axiomtek)
The CAPA13R has two  M.2 slots: one M.2 Key E and one M.2 Key B. You can use the E slot for a wireless module, while the B slot is reserved for storage cards.
The CAPA13R has a few options when it comes to display output as well, with two HDMI ports, one DisplayPort and one LVDS interface. The unit requires a 12V power supply. For more spec information, check out this data sheet [PDF] from Axiomtek.
You can order the CAPA13R from the Axiomtek website now for an undisclosed price.

Windows - As principais novidades para Windows 10 apresentadas na conferência Build 2020, da Microsoft


Computador com Windows 10. Crédito: Alex Cranz/Gizmodo
Crédito: Alex Cranz/Gizmodo
Durante a conferência Build, a Microsoft apresentou novos recursos que o Windows 10 deve ganhar em breve. De antemão, boa parte delas tem relação com desenvolvedores, mas selecionamos aqui recursos que vão ajudar a vida do usuário comum, como uma nova funcionalidade para facilitar a busca e execução de programas ou arquivos.
Abaixo, algumas das novidades que o Windows 10 apresentadas na Build 2020:

Novas funcionalidades PowerToys

Microsoft PowerToys é um conjunto de utilitários para facilitar a experiência ao utilizar o Windows e, assim, melhorar a produtividade. Nesta Build, a empresa anunciou duas novas ferramentas.
Uma delas chamada Power Run e funcionará como o Spotlight, do Mac. Então, o usuário conseguirá facilmente acessar programas com uma barra que aparecerá no meio da tela. Para acionar, basta dar Alt+Espaço.
Power Run
O outro recurso é o Keyword Remapper, que permitirá remapear e definir teclas de atalho personalizadas
Se você não quiser esperar, pode baixar um pacote de atualização diretamente no GitHub da Microsoft.

Barra lateral de busca Microsoft Edge e integração com o Pinterest

O navegador da Microsoft ficou bem mais esperto após começar a usar o motor Chromium, e nesta Build, a gigante de software mostrou mais novidades para ele. Para começar, o Pinterest será integrado com o navegador. Assim, vai ficar mais fácil “pinar imagens” e receber sugestões de conteúdo.
Um novo recurso interessante é uma barra lateral que mostra resultados de busca. Imagine que você está lendo um documento e gostaria de saber o significado de algo. Basta selecionar a palavra, clicar com o botão direito em cima e escolher pesquisar na barra lateral. Abrirá uma divisória na lateral direita com os principais resultados de busca.

Winget, uma nova forma de instalar programas

Instalar uma série de programas pode ser um saco, e a Microsoft vai tentar facilitar isso com o Winget. Basicamente, ele possibilita a instalação de softwares por meio de um comando.
Será possível, por exemplo, digitar “winget install steam” ou “winget install whatsapp” e serão instaladas as últimas versões do programa que você quiser. Em tese, será possível fazer isso tanto com programas que estão na Windows Store como outros que estão fora da loja da Microsoft, como a Steam. Segundo o Verge, os apps estão sendo disponibilizados aos poucos para serem instalados dessa forma.
No fim das contas, não é o mais fácil usar este download via Winget, pois pode ser complicado para quem não é habituado a instalar por meio de comandos de texto. Porém, a iniciativa parece ser um primeiro passo para facilitar o download atualizado de softwares, já que a Windows Store não é tão usada assim.

Fluid Framework

O pacote de ferramentas online do Google costuma ser referência, pois foi um dos primeiros a facilitar o trabalho com documentos, apresentações e planilhas de forma compartilhada com outras pessoas. Agora, a Microsoft está tentando se destacar com o que eles chamam de Fluid Framework, que foi apresentado durante a Build.
De modo geral, é uma iniciativa que modulariza o funcionamento de itens. Imagine que você está trabalhando em uma tabela do Excel de forma compartilhada, e ela está em um documento do Word. As atualizações feitas no programa de planilhas aparecerão de forma sincronizada do editor de textos.
Microsoft Fluid Frameworks
Num primeiro momento, isso deve rolar com itens do pacote Office 365, mas a Microsoft tem planos de tornar o código aberto para que outros desenvolvedores criem esse tipo de “modularidade”.

Interface gráfica de apps Linux no Windows

Como temos acompanhado, já faz um tempo que a Microsoft está em um caso de amor com o Linux e soluções de código aberto. Durante a Build, a empresa disse que facilitará a execução de interface gráfica de apps Linux no Windows.
Basicamente, a Microsoft incluirá suporte à interface gráfica de usuário do Linux no WSL (Windows Subsystem Linux) para facilitar que desenvolvedores consigam rodar apps do Linux ao lado de apps do Windows sem dar grandes problemas. Antes, era necessário fazer uma requisição X11 forwarding, que é um mecanismo que permitia inicializar aplicações remotas e exibir em sua tela da sua máquina local Windows.
Se você usa só o arroz e feijão do Windows, isso não é lá muito importante, mas se você mexe com sistemas de treino de machine learning, computação paralela e modelos de inteligência artificial, é um prato cheio.
Aliás, se você é desenvolvedor, é melhor dar uma olhada nos anúncios no blog da Microsoft sobre a Build.
[Verge 1, 2 e 3 e Microsoft]


fonte: https://gizmodo.uol.com.br/microsoft-build-2020-windows-10/

terça-feira, 19 de maio de 2020

Supercomputadores - Supercomputador da Microsoft tem 285 mil núcleos e 10 mil GPUs


Imagem de: Supercomputador da Microsoft tem 285 mil núcleos e 10 mil GPUs
Imagem: https://pixabay.com/pt/illustrations/cabe%C3%A7alho-banner-cabe%C3%A7a-915122/

Nesta terça-feira (19), durante a Build 2020, que está sendo realizada virtualmente, devido à pandemia do novo coronavírus, a Microsoft revelou a criação de um dos cinco supercomputadores mais poderosos do mundo, de acordo com a lista Top 500, que é atualizada duas vezes ao ano.

Uma supermáquina virtual

O supercomputador da Microsoft conta com 285 mil núcleos de processamento, 10 mil GPUs e um link de conexão com capacidade de 400 gigabits para cada servidor de GPU. A maior diferença entre a máquina da empresa e outros supercomputadores, é esta que se trata de uma máquina virtual, integrada à sua plataforma de computação em nuvem, a Azure.

Parceria da Microsoft com a OpenAI

A Microsoft anunciou que o supercomputador deverá servir exclusivamente à OpenAI, uma organização sem fins lucrativos criada para promover um uso seguro e ético de inteligência artificial. Sendo assim, o poder computacional da máquina será empregado em projetos para o desenvolvimento e amadurecimento da tecnologia de inteligência artificial.
Esse projeto, aliás, é uma expansão da parceria iniciada entre as duas organizações, no ano passado.
Fonte: Pixabay/ReproduçãoFonte: Pixabay/ReproduçãoFonte:  Pixabay 

Aplicações inimagináveis

A parceria entre a Microsoft e a OpenAI, aliada a um computador com esse porte, visa mudar a forma como sistemas de aprendizado de máquina operam. Atualmente, vários desses sistemas trabalham de maneira pouco eficiente: a base de dados usada para o treinamento é aproveitada de forma restrita.
A ideia é que, no futuro, o sistema de treinamento do algoritmo possa acessar e ler bilhões de textos disponíveis publicamente na internet. Isso poderia permitir que um sistema pudesse aprender algo novo, baseado em uma necessidade específica e sob demanda. Após analisar bases de código em repositórios como o GitHub, os sistemas poderiam até mesmo começar a programar.
Não se surpreenda se, daqui a alguns anos, a Microsoft lançar uma versão do Windows em que a Cortana se comporte como o sistema operacional do filme “Her”.



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Microsoft revela um dos supercomputadores mais poderosos do planeta

Renato Santino 19/05/2020 12h00
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Máquina virtual funciona na plataforma de nuvem da empresa, a Azure, e será usada para alavancar a tecnologia de inteligência artificial

A Microsoft decidiu entrar de vez no mundo dos supercomputadores. A empresa aproveitou a Build 2020, realizada virtualmente neste ano em decorrência da pandemia do coronavírus, para anunciar a criação de uma das cinco máquinas mais poderosas do planeta, de acordo com o ranking da Top 500, atualizado duas vezes por ano com os supercomputadores mais potentes.

O projeto é uma evolução de uma parceria anunciada em 2019 com a OpenAI, organização sem fins lucrativos criada com o objetivo de promover um uso seguro e ético de inteligência artificial. O computador foi desenvolvido para alavancar projetos de IA e será usado exclusivamente pela empresa, segundo a Microsoft.
O supercomputador da OpenAI é diferente dos outros que compõem o Top 500, porque ele não é uma máquina física. Ele reside na plataforma de nuvem da Microsoft, a Azure. O sistema conta com mais de 285 mil núcleos de processadores com mais 10 mil unidades de processamento gráfico, com 400 gigabits por segundo para cada servidor de GPU. A Microsoft não crava um número de petaflops para detalhar a capacidade do sistema, mas considerando que o quinto supercomputador mais poderoso do planeta é o Frontera, na Universidade do Texas, nos EUA, capaz de 23,516 petaflops, é seguro estimar que a empresa espere alcançar potências superiores a isso. Isso significaria mais de 23 quadrilhões de cálculos por segundo.
O supercomputador “dos sonhos”, como define a OpenAI, como você já deve esperar, será dedicado a projetos de inteligência artificial. Na visão da Microsoft, a tecnologia abre portas para ideias inovadoras, habilitando centenas de avanços em áreas como processamento de linguagem natural (reconhecimento e compreensão de fala e texto, por exemplo) ou visão computacional, tornando as máquinas mais capazes de interpretar imagens e reconhecer o ambiente ao seu redor. “Quando você começa a ver a combinação desses domínios perceptivos, você tem novas aplicações que até são difíceis de imaginar neste momento”, diz Kevin Scott, diretor de tecnologia na companhia.
O supercomputador é o primeiro passo em um plano mais amplo, que habilitar modelos de inteligência artificiais mais amplos e capazes, que devem ser disponibilizados também para outras organizações no futuro.
O projeto visa mudar a forma como sistemas de aprendizado de máquina operam. Até hoje, como explica a Microsoft, a maior parte dos sistemas do tipo são feitos de uma forma pouco eficiente: vários exemplos são etiquetados (muitas vezes manualmente) de uma forma que a máquina consiga entendê-los, e essa base de dados é usada de forma restrita para realizar uma tarefa específica. Isso pode ser, por exemplo, a tradução de uma frase de um idioma para outro, interpretação de pontos importantes em um texto, reconhecimento de voz ou identificação de um objeto pela câmera de um celular.
No entanto, alguns pesquisadores de inteligência artificial defendem que algumas tarefas podem ser realizadas de uma forma mais eficiente com um sistema gigantesco de IA para várias funções. Um dos exemplos mencionados pela Microsoft prevê o treinamento do algoritmo permitindo que a máquina acesse e leia bilhões de textos disponíveis publicamente na web. A partir daí, a inteligência artificial seria capaz de realizar várias funções ligadas à linguagem, e não apenas uma: corrigir gramática, resumir textos, moderar conteúdo ofensivo em chats, vasculhar documentos legais para encontrar trechos relevantes para um processo e até mesmo programar, depois de analisar bases de código em repositórios como o GitHub.
Essas aplicações, no entanto, dependem de ampla infraestrutura computacional, o que explicam o investimento da Microsoft na criação do supercomputador. A empresa já tem desenvolvido modelos de IA que seguem essa proposta, chamados de Microsoft Turing, utilizados na análise de linguagem. Eles são aplicados nos produtos da companhia, como o Office, e também já foram disponibilizados para pesquisadores para geração de linguagem natural.


fontes:
https://www.tecmundo.com.br/software/153298-supercomputador-microsoft-tem-285-mil-nucleos-10-mil-gpus.htm
https://olhardigital.com.br/noticia/microsoft-revela-um-dos-supercomputadores-mais-poderosos-do-planeta/100701


Nota:
Pelo pouco que li, não pode ser considerado um supercomputador no sentido literal da palavra, então não deveria nem ser listado no TOP500.
 Senão deveriamos considerar que o mecanismo de pesquisa do Google tambem seria um supercomputador, ou mesmo a internet como um todo, ou parte dele, como a Dark Web e incluem-se os bots usados para fins pouco licitos...

Windows - Windows 10 vai rodar programas de Linux com interface gráfica


Microsoft também vai adicionar suporte a aceleração de hardware por GPU em programas do Linux no Windows 10


O Windows 10 já era capaz de rodar o Linux e programas em linha de comando há alguns anos: na conferência Build 2020, a Microsoft prometeu adicionar suporte nativo a aplicativos com interface gráfica de usuário (GUI). Além disso, o WSL (Windows Subsystem for Linux) terá suporte a aceleração de hardware por GPU.
Windows e Linux
Este é o cronograma: o WSL 2 será lançado em breve junto ao May 2020 Update do Windows 10, e será mais rápido que sua versão anterior por ter um kernel Linux de verdade. (O WSL 1 possui kernel próprio da Microsoft que traduz APIs do Linux.)
No segundo semestre, o WSL 2 permitirá que programas do Linux usem aceleração de hardware por GPU, algo útil para computação paralela e para treinamento de modelos de inteligência artificial e machine learning (aprendizado de máquina). Isso vai aparecer primeiro no modo Rápido (Fast Ring) do programa Windows Insider.

Windows 10 expande suporte a programas do Linux

E, em algum momento do futuro, o WSL terá suporte a programas do Linux com interface gráfica. Como explica o The Verge, é possível rodar aplicativos com GUI no Windows usando um servidor X de terceiros, mas com desempenho reduzido.
"Teremos mais a compartilhar sobre a previsão de suporte a aplicativos do Linux com GUI ainda este ano", disse um porta-voz da Microsoft ao VentureBeat.
Também será mais fácil instalar o WSL, bastando usar o comando "wsl.exe -install" em vez de recorrer à Microsoft Store. Isso será testado inicialmente no programa Windows Insider "nos próximos meses".
Essas melhorias são uma forma de atrair desenvolvedores que queiram usar o Windows 10 como ferramenta de trabalho. O sistema permite instalar distribuições do Linux, como Ubuntu, SUSE Linux e Fedora; e até integrou acesso aos arquivos do Linux ao Windows Explorer.
A Microsoft também liberou o Windows Terminal na versão 1.0, ou seja, estável para uso corporativo. Ele reúne ferramentas de linha de comando como PowerShell, Prompt de Comando e WSL; e possui interface personalizável com abas, painéis, janelas destacáveis e atalhos de teclado. Você pode fazer o download na Microsoft Store ou no GitHub.

fonte: https://tecnoblog.net/339906/windows-10-vai-rodar-programas-de-linux-com-interface-grafica/

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Wi-Fi - Por que o Wi-Fi acaba de receber a maior novidade em décadas


FCC autoriza frequência de 6 GHz para Wi-Fi 6E e amplia espectro da conexão sem fio; Wi-Fi deverá ficar mais rápido e confiável


A maior atualização do Wi-Fi em décadas foi aprovada nesta quinta-feira (23) nos Estados Unidos pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), equivalente à nossa Anatel. O órgão autorizou o uso do Wi-Fi na frequência de 6 GHz, o que deverá ampliar tanto a velocidade quanto a confiabilidade da conexão sem fio nos futuros roteadores.

Roteador Asus AX11000 com Wi-Fi 6
O anúncio é bem técnico, mas imagine o seguinte: existe uma quantidade finita de frequências que uma transmissão sem fio pode utilizar. Até então, o Wi-Fi tinha autorização para funcionar em 2,4 e 5 GHz. No Brasil, por exemplo, é permitido utilizar 20 MHz de espectro (o “pedaço” da frequência) em um dos 13 canais de 2,4 GHz. O que acontece se todos estiverem sobrecarregados? Isso mesmo: seu Wi-Fi sofre interferência e você fica puto porque a internet não funciona direito.
A interferência em 5 GHz tende a ser menor porque há mais canais e espectro disponível para o Wi-Fi e porque menos dispositivos são compatíveis com essa frequência, dificultando que um telefone sem fio, uma babá eletrônica ou outro eletrônico prejudique o sinal do seu roteador.

Uma frequência nova para o Wi-Fi: 6 GHz

Então chegamos ao novo Wi-Fi de 6 GHz: ele será utilizado pelos novos roteadores e dispositivos com Wi-Fi 6E. A regulação do uso do espectro muda de acordo com o país e, no caso da FCC, a aprovação de uma nova frequência para o Wi-Fi tradicional não acontecia desde, ahn… 1999, quando a conexão de rede sem fio se tornou realidade no Apple iBook. (Até existe o Wi-Fi de 60 GHz, mas seu uso é bem diferente.)
Com a banda de 6 GHz, pelas regras da FCC, haverá 1.200 MHz de espectro adicional para a transmissão de Wi-Fi, que acontecerá entre as frequências de 5,925 GHz a 7,125 GHz. Para além das especificações técnicas, isso significa que o Wi-Fi terá mais espaço para trabalhar e, portanto, menos interferências por sobreposição de canais ocorrerão.
Wi-Fi (Foto: Pexels)
Inicialmente, a tecnologia não alcançará taxas de transferência mais altas: o Wi-Fi 6E suporta um limite teórico por volta de 10 Gb/s. Não que seja ruim, mas é basicamente o mesmo do Wi-Fi 6 (802.11ax) nas frequências já liberadas. Mas isso pode ser aumentado futuramente com as otimizações do próprio Wi-Fi, como já aconteceu ao longo dos últimos anos: o antigo Wi-Fi 802.11b chegava a 11 megabits por segundo e até o Bluetooth passa disso hoje em dia.
E, com sete canais contínuos de 160 MHz disponíveis para uso, é mais fácil ampliar a capacidade do Wi-Fi: até então, com os cerca de 400 MHz de espectro disponíveis, só cabiam dois canais com esse tamanho. A expectativa da Wi-Fi Alliance é que o Wi-Fi 6E permita maior resolução de streaming de vídeos, menor latência para games e downloads mais rápidos para os segmentos de educação e saúde, além de ampliar as possibilidades com headsets de realidade aumentada (AR) e virtual (VR).
É claro que as coisas não são tão simples. Como já expliquei, o uso do espectro depende do órgão regulador de cada país. No caso da União Europeia, a expectativa é liberar 500 MHz de espectro na faixa de 6 GHz até o final de 2020, ou seja, menos da metade da frequência que estará disponível nos Estados Unidos — mas o suficiente para mais que dobrar a transmissão do Wi-Fi existente.
No Brasil, a Anatel já possui regras para uso da faixa de 6,430 GHz a 7,110 GHz, destinada a serviços de comunicação via satélite. Nós entramos em contato com a agência para questionar o impacto na regulação do Wi-Fi 6E e o andamento dos estudos para essa banda. Não havia posicionamento até a última atualização deste texto.
Os primeiros dispositivos oficialmente certificados para o Wi-Fi 6E, que trabalharão nas frequências de 2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz, serão lançados no início de 2021.



fonte: https://tecnoblog.net/335575/wi-fi-6e-frequencia-6-ghz-aprovado-fcc/

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Chromebook - como achar o numero de serie de um equipamento gerenciado

https://www.groovypost.com/howto/find-chromebook-hardware-and-system-specs/
https://www.makeuseof.com/tag/check-specs-chromebook/ 


rode o comando:

chrome://system

procure por vpd e expanda o item

funcionou no samsung chromebook 3


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Microsoft - Security Log Logon/Logoff Event Reporter





May 10, 2012: Major Update, now returns a table object instead of just writing string output
This script reads the security log, then displays a chronological record of local and remote logon and logoff activities, including failed attempts if enabled in Group/Local Policy.  It allows the input of a date range and a remote hostname if desired.  It also allows for output type to be specified as Table, HTML, or Grid View.  If none of these are desired, it returns the object in default list view.  Output manipulators can be used against the returned object, such as the Format- cmdlets.
This script should work on all Vista and above OSs, and has been tested on Windows 7 and Windows 2008.  It has also been tested remotely in an Active Directory environment.
The script should be fairly well documented with comments, but if you have any questions feel free to ask.
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The version below is a simpler script that only writes output to the console, highlighting failed attempts in red:
PowerShell
# Authors: Ryan DeVries, Drew Bonasera, Scott Smith              
# Rochester Institute of Technology - Computer System Forensics 
 
# Variables 
# Reads the hostname, sets to the local hostname if left blank 
$hostname = read-host "Enter the IP or hostname of the computer you wish to scan (Leave blank for local)" 
if ($hostname.length -eq 0){$hostname = $env:computername} 
 
# Reads the start date, sets to 1/1/2000 if left blank 
$startTmp = read-host "Enter the start date to scan from (MM/DD/YYYY, default 1/1/2000)" 
if ($startTmp.length -eq 0){$startTmp = "1/1/2000"$startDate = get-date $startTmp 
 
# Reads the end date, sets to the current date and time if left blank 
$endTmp = read-host "Enter the end date to scan to (MM/DD/YYYY, default current time)" 
if ($endTmp.length -eq 0){$endTmp = get-date$endDate = get-date $endTmp 
 
# Reads a Yes or No response to print only the failed login attempts, defaults to No 
$scope = read-host "Print only failed logins (Y/N, default N)" 
if ($scope.length -eq 0){$scope = "N"} 
 
# Writes a line with all the parameters selected for report 
write-host "Hostname: "$hostname "`tStart: "$startDate "`tEnd: "$endDate "`tOnly Failed Logins: "$scope "`n" 
 
# Store each event from the Security Log with the specificed dates and computer in an array 
$log = Get-Eventlog -LogName Security -ComputerName $hostname -after $startDate -before $endDate 
 
# Loop through each security event, print only failed login attempts 
if ($scope -match "Y"){ 
    foreach ($i in $log){ 
        # Logon Failure Events, marked red 
        # Local 
        if (($i.EventID -eq 4625 ) -and ($i.ReplacementStrings[10] -eq 2)){ 
            write-host "Type:  Local Logon`tDate:  "$i.TimeGenerated "`tStatus:  Failure`tUser:  "$i.ReplacementStrings[5] -foregroundcolor "red" 
        } 
        # Remote 
        if (($i.EventID -eq 4625 ) -and ($i.ReplacementStrings[10] -eq 10)){ 
            write-host "Type: Remote Logon`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Failure`tUser: "$i.ReplacementStrings[5] "`tIP Address: "$i.ReplacementStrings[19] -foregroundcolor "red" 
        } 
    }         
} 
# Loop through each security event, print all login/logoffs with type, date/time, status, account name, and IP address if remote 
else{ 
    foreach ($i in $log){ 
        # Logon Successful Events 
        # Local (Logon Type 2) 
        if (($i.EventID -eq 4624 ) -and ($i.ReplacementStrings[8] -eq 2)){ 
            write-host "Type: Local Logon`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Success`tUser: "$i.ReplacementStrings[5] 
        } 
        # Remote (Logon Type 10) 
        if (($i.EventID -eq 4624 ) -and ($i.ReplacementStrings[8] -eq 10)){ 
            write-host "Type: Remote Logon`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Success`tUser: "$i.ReplacementStrings[5] "`tIP Address: "$i.ReplacementStrings[18] 
        } 
         
        # Logon Failure Events, marked red 
        # Local 
        if (($i.EventID -eq 4625 ) -and ($i.ReplacementStrings[10] -eq 2)){ 
            write-host "Type: Local Logon`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Failure`tUser: "$i.ReplacementStrings[5] -foregroundcolor "red" 
        } 
        # Remote 
        if (($i.EventID -eq 4625 ) -and ($i.ReplacementStrings[10] -eq 10)){ 
            write-host "Type: Remote Logon`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Failure`tUser: "$i.ReplacementStrings[5] "`tIP Address: "$i.ReplacementStrings[19] -foregroundcolor "red" 
        } 
         
        # Logoff Events 
        if ($i.EventID -eq 4647 ){ 
            write-host "Type: Logoff`t`tDate: "$i.TimeGenerated "`tStatus: Success`tUser: "$i.ReplacementStrings[1] 
        }  
    } 
}




fonte: https://gallery.technet.microsoft.com/scriptcenter/Log-Parser-to-Identify-8aac36bd