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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Virtualização - Containers(Dockers) ou máquinas virtuais?


“Eis o grande dilema! Os dois são métodos de virtualização, mas atuam em “camadas” distintas, porém não são necessariamente concorrentes”, explica Sérgio Leandro, especialista em Infraestrutura para Ambientes de Missão Crítica e CEO da OS&T Informática

Após o ‘boom’ repentino do Docker, que utiliza a virtualização com base em containers, muitas pessoas têm se questionado sobre uma possível migração do modelo de máquina virtual para containers. Eis o grande dilema: Container ou máquina virtual?
Respondo tranquilamente: ambos! Os dois são métodos de virtualização, mas atuam em “camadas” distintas. Vale a pena detalhar cada solução para deixar claro que elas não são necessariamente concorrentes. Hoje vamos ao container!

Grandes companhias estão explorando as possibilidades que as soluções em container oferecem. Mas, afinal, do que se trata?

O uso desta tecnologia tem crescido de forma atrativa, capaz de melhorar a eficiência das equipes de software facilitando o trabalho conjunto de seus integrantes, ao mesmo tempo em que facilita a implementação das aplicações em ambientes não heterogêneos. Afinal, o que são Containers? Os containers são ambientes portáveis e isolados, que permitem aos desenvolvedores compilar aplicações com todos os links e bibliotecas necessárias para sua execução.

Em grandes organizações, aplicações como conjuntos de software de ERP ou de CRM repetidamente começam como simples projetos, porém, com o passar do tempo, se tornam rapidamente “desajeitadas” e ineficientes, com um código-fonte monolítico que emperra o progresso dos times de desenvolvimento. Para exceder esta ineficiência, uma nova abordagem desagrega a aplicação em componentes menores, conhecidos como microsserviços. Adotar uma arquitetura de microsserviços oferece às equipes de desenvolvimento, eficiência operacional em função do pequeno código-fonte de cada componente de aplicação.

No alcance em que o software passa por diversos estágios de desenvolvimento, pode avançar do PC do desenvolvedor para um ambiente de laboratório ou de teste; ou se mover de um ambiente físico para um virtual e, finalmente, para um de produção. Em cada um desses ambientes, a aplicação deve ter um desempenho consistente. A tecnologia de container resolve o problema dos desenvolvedores de software para encapsular um componente de aplicação em um pacote único e leve. Baseada em Linux, a tecnologia promete rodar com consistência entre um ambiente de computador para outro, seja ele virtual ou físico.

Os containers também são uma ferramenta ideal para DevOps, tanto para desenvolvedores como para administradores de sistemas, pois liberam os primeiros para manter o foco na sua atividade essencial, enquanto os times de operações se beneficiam da flexibilidade, de menores áreas ocupadas no data center e de custos mais baixos.

A tecnologia de container trabalha melhor quando cada elemento é designado para um processo simples. Por isso, começar a implementar uma arquitetura de microsserviços para uma grande aplicação ou projeto de software pode representar uma demanda intensiva de recursos, mas é um esforço que é recompensado pelos ganhos de agilidade obtidos, em função da velocidade de implementação dos containers, que varia de milissegundos a poucos segundos. O carregamento da aplicação no container usa o kernel do servidor que hospeda o sistema operacional, o que exclui a necessidade de recuperar o sistema operacional (OS) como parte do processo inicial.

Gerenciando os Containers

O grupo de máquinas físicas ou virtuais no qual os containers podem ser executados é chamado de cluster, que necessita de alguma forma de monitoramento. Como parte da evolução de tecnologias de container, as organizações podem empregar ferramentas de gerenciamento que trabalham em conjunto com o Docker (projeto OpenSource que fornece uma plataforma para desenvolvedores e administradores de sistemas, permitindo que se criem containers). Além de operar como o equipamento de execução para containers, o Docker também provê o gerenciamento de seus sistemas de arquivos.

Ferramentas de gerenciamento de cluster como o Kubernetes, em geral, criam uma abstração no nível de um componente de aplicação. Essa abstração, chamada de pod, inclui um grupo de um ou mais containers, seu armazenamento compartilhado, e opções para operá-los. Agendar pods em uma máquina no cluster representa o Docker executando um container.

As empresas poderão adotar cada vez mais arquiteturas de microsserviços e aplicações em ambientes virtualizados e de cloud, adotando soluções inovadoras como containers. Atente-se ao assunto!


fonte: http://www.decisionreport.com.br/mercado/containers-ou-maquinas-virtuais/

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Vmware - habilitar snmp no ESXi 6

Tech Short: Enable SNMP on ESXi 6

Now that you are on or you have just started using VMware ESXi 6 and would like to do some monitoring via SNMP here is a way to enable this and set the community string in the process.
By default, remote clients are prevented from accessing services on host, unless configured to start automatically.

While you can simple set SNMP to start it does not set the community name and this is where we drop into the cli to do this.
Connect to the ESXi 6 host terminal or via SSH and issue the following commands:

By doing the following you have set the community strong value and started the service.
Finished

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Vmware - ubuntu 15.04 instalacao e configuração:

 
--- ubuntu install update e vmware-tools 
http://www.liberiangeek.net/2015/06/installing-vmware-guest-tools-in-ubuntu-15-04/
 
--- resizing disk
 
http://www.joomlaworks.net/blog/item/168-resizing-the-disk-space-on-ubuntu-server-vms-running-on-vmware-esxi-5
 
https://kb.vmware.com/selfservice/microsites/search.do?language=en_US&cmd=displayKC&externalId=1006371
 
https://www.rootusers.com/how-to-increase-the-size-of-a-linux-lvm-by-adding-a-new-disk/  

sábado, 5 de dezembro de 2015

Hyper V - coisas que a microsoft deixa a desejar

Alguns programas gratuitos para quem gerencia um ambiente com Hyper-V

Nestes últimos anos trabalhando com o Hyper-V eu acumulei alguns programas que me ajudam muito na administração de ambientes virtuais e resolvi, com este artigo, compartilhá-los com vocês. São alguns softwares simples, mas que auxiliam na automatização, monitoramento, administração e planejamento de ambientes virtualizados.

5 motivos para virtualização de dados


Que virtualização é a onda do momento, todo mundo sabe. O que pouca gente sabe, é que se trata de uma tecnologia “antiga”, que existe há alguns bons anos!
Abaixo segue APENAS 5 vantagens de utilizar virtualização:
1- Racionalização da manutenção: reduzindo o número de servidores físicos é possível cortar gastos de manutenção do hardware de forma relevante;
2- Melhor uso de recursos: Todo crescimento implica em aumento de gastos. Mas quem consegue fazer mais com menos certamente economiza energia elétrica, espaço, refrigeração e administração;
3- Autonomia de aplicativos: quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho;
4- Ganho de eficiência: a virtualização permite apresentar produtos, serviços e projetos ao mercado com maior agilidade, já que é possível acessar desktops remotamente e com segurança;
5- Conformidade ideal: várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.
E não podemos deixar de falar em Hyper-V, quando se trata de virtualização !!!
Link sobre está fantástica plataforma de virtualização da Microsoft.
http://www.microsoft.com/brasil/servidores/windowsserver2008/virtualization/default.mspx

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Virtualização De Desktops

Por: Timóteo dos Santos Oliveira
Virtualização de Desktops
Timóteo dos Santos Oliveira
Universidade Cândido Rondon (UNIRONDON)
Avenida Beira Rio – Cuiabá – MT – Brasil
{Timoteo}
Abstract. The use of methods such as virtualization of desktops has increasingly attracted the attention of companies wishing to expand their range of options for access to its users, spending less and less. Article from The objective is to demonstrate the operation of this facility as a tool for managing and reducing costs of hardware. A partial view of the key methods and concepts will be presented.
Resumo. A utilização de métodos como a virtualização de desktops tem atraído cada vez mais a atenção das empresas que desejam ampliar o seu leque de opções para acesso de seus usuários, gastando cada vez menos. O objetivo desde artigo é demonstrar o funcionamento deste recurso como ferramenta de gerenciamento e redução de custos de hardware. Uma visão parcial dos principais métodos e conceitos será apresentada.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Virtualização - Qual é a melhor ferramenta de virtualização do mercado?

Embora a VMware apresente a melhor avaliação geral, distância em relação aos principais concorrentes já é pequena.


18 de Abril de 2011 - 07h30
Data centers grandes ou pequenos rumam para a completa virtualização, isso é inegável. Mas por um longo período, o mercado ficou concentrado na VMware, que foi o primeiro fornecedor a perceber que precisaria oferecer interoperabilidade com estabilidade, algo importante para que os servidores virtuais entrassem em produção diária. Mas hoje já há diversas opções no mercado.
Para apurar de forma precisa como está a corrida pela virtualização, os fornecedores Citrix, Microsoft, Red Hat e VMware aceitaram testar produtos no Network Computing Lab, na Universidade do Havaí, colocando suas soluções em teste. A InfoWorld coordenou o trabalho, comparando o Citrix XenServer, Microsoft Windows Server 2008 R2 Hyper-V, Red Hat Enterprise Virtualization e VMware vSphere. As métricas foram abrangentes, de facilidade de instalação a desempenho e funcionalidades de gerenciamento.
Para o teste, foram usados o mesmo hardware, mesma topologia de rede, rodando as mesmas máquinas virtuais. As ferramentas de análise foram executadas em Linux e Windows, que avaliaram testes subjetivos de gerenciamento e administração. A publicação analisou configuração de host, criação de templates e clonagem de máquinas virtuais, atualizações e correções, snapshots e backups, opções de scripts, além de recursos mais avançados como balanceamento de carga.
Os resultados mostraram que as quatro soluções combinam desempenho excelente com um conjunto rico de ferramentas de gerenciamento. Mas a VMware ainda leva um pouco de vantagem, talvez em razão de seu tempo de mercado. A ferramenta do fornecedor possui funcionalidades avançadas que as outras ainda não têm, além de mostrar um nível de consistência e precisão que ainda não foram alcançadas pelos outros. Os concorrentes possuem preços mais baixos, mas esse fator não é determinante, pois todas as ferramentas podem conter custos ocultos.
Em relação ao desempenho, os quatro chegaram a um parecido, sem grandes vencedores ou perdedores. As principais diferenças emergiram nos testes de carga, no qual o Hyper-V da Microsoft e o XenServer, da Citrix, tiveram um desempenho prejudicado. Rodando em servidor Windows, os melhores resultados vieram dos hypervisors da Microsoft e da VMware. Rodando em Linux, os produtos da Citrix, Red Hat e VMware tiveram resultados sólidos, com uma pequena desvantagem para a Microsoft. Nos testes de largura de banda com dados criptografados, Citrix e VMware se mostraram três vezes mais rápidos que Microsoft e Red Hat, graças a um melhor aproveitamento do processador Intel Westmere.
Três outros quesitos que importam muito para ambientes de qualquer tamanho é migração em tempo real de máquinas virtuais, alta disponibilidade e balanceamento de carga. O primeiro é a capacidade das máquinas de se movimentarem entre diferentes hosts sem um reboot. O segundo permite que o sistema reconheça máquinas virtuais que não estão em funcionamento para tomar as medidas necessárias, como reiniciar as máquinas. O terceiro nivela a carga das máquinas em toda a infraestrutura, para não haver problemas de desempenho. Esses três recursos-chave, que já foram exclusivos da VMware, agora estão presentes em cada solução testada.
Atrás desses recursos, estão alguns também importantes, como provisionamento otimizado, criação de templates e snapshots, backups automáticos, migração de storage em tempo real e recursos avançados de gerenciamento de memória. Nesses casos, existem algumas exceções. Entre os hypervisors, a VMware ainda é a única capaz de fazer migrações em tempo real de storage. Quanto aos recursos avançados de gerenciamento de memória, somente VMware e Red Hat oferecem recursos completos.
Algumas dessas últimas ferramentas citadas são extremamente importantes para infraestruturas rodando um número muito grande de máquinas virtuais por host e um grande número geral de máquinas virtuais. No entanto, ambientes menores podem não precisar de todos eles no curto prazo. Alguns desses recursos facilitam a gestão, mas não têm um impacto direto na experiência do usuário, como as migrações em tempo real, alta disponibilidade e balanceamento de carga.
Deve-se, ainda, analisar a questão da integração com API, que pode trazer grandes benefícios em casos de implementações muito grandes de virtualização, mas todas as soluções têm alguma forma de gestão de scripts ou recurso similar. Já no quesito compatiblidade com sistema operacional, só a VMware tem suporte explícito para Mac OS X Server, FreeBSD, NetWare e Solaris. Os demais limitam-se às distribuições Linux e plataformas Windows. Em resumo, todos os fornecedores fornecem recursos suficientes para uma variedade de tamanhos de ambientes, mas a VMware ainda se demonstra o mais maduro e rico em recursos.
A complexidade do modelo de licenças é um quesito importante a ser levado em consideração. Os modelos utilizados pela VMware e Microsoft são os mais complexos. A VMware oferece diversos níveis de vSphere, cada um com um conjunto de recursos diferentes, cobrados por socket físico. A Microsoft oferece o Hyper-V como parte do Windows Server 2008 R2, com uma licença corporativa permitindo quatro servidores rodando o mesmo sistema operacional em um servidor físico, além de uma licença para datacenter que permite rodar um número ilimitado de máquinas virtuais por servidor físico.
O XenServer, da Citrix, é cobrado por servidor, não importando a capacidade do mesmo. Como a VMware, a Citrix oferece diversos níveis de sistema. O Red Hat Enterprise Virtualization é o mais simples (e barato), com uma única taxa anual por servidor físico, com opções de suporte em meio período ou no sistema 24x7.


Considerações finais
A desculpa mais comum para o atraso em projetos de virtualização no passado era o preço das ferramentas contraposto à falta de recursos importantes, muitos deles citados aqui. Hoje, todos os recursos desejados estão disponíveis e projetos bem-sucedidos mostram que a capacidade de redução de custos e o aumento da eficiência da virtualização é real, compensando muito os investimetnos.
Em uma avaliação geral, o Hyper-V, da Microsoft, é o que chega mais perto da vSphere, da VMware, nas funcionalidades gerais de gerenciamento. No entanto, a Microsoft possui uma gestão de funções espalhadas em diversas ferramentas, enquanto os demais têm a vantagem de concentrar tudo em um único servidor de gerenciamento.
O XenServer, da Citrix, combina uma excelente performance com Linux, implantação rápida, mas algumas funções avançadas requerem configurações adicionais e outras ferramentas de suporte. Uma desvantagem é o fato de que todas as operações de gestão de máquina virtual são serializadas, tomando mais tempo para realizar algumas ações, como ligar ou desligar máquinas. Limitação que impacta na gerenciabilidade e escalabilidade.
O Red Hat Enterprise Virtualization, por sua vez, também é de rápida instalação e tem as funcionalidades primárias de gerenciamento, mas ainda tem alguns problemas em relação à gestão de host e à alta disponibilidade. A sua performance é sólida tanto com sistemas Windows e Linux e é o mais próximo do VMware quando o assunto é um sistema com ingredientes para um ambiente altamente escalável.
Não é surpreendente que o VMware vSphere ainda tenha a melhor a nota de uma forma geral, mas o que se pode observar é que a distância entre ele e os concorrentes está diminuindo velozmente, razão pela qual é possível afirmar que nunca houve melhor hora para apostar em soluções de virtualização.

fonte: http://computerworld.com.br/tecnologia/2011/04/15/qual-e-a-melhor-ferramenta-de-virtualizacao-do-mercado

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cinco tecnologias de virtualização com código aberto

Tecnologia

Ferramentas viabilizam consolidação da infraestrutura com qualidade e pouco investimento.

Por CIO/Austrália

21 de janeiro de 2011 - 07h30


Agora que a virtualização ganhou o status de tecnologia dominante na maioria das grandes empresas, os maiores fornecedores do mercado, como EMC/VMware, IBM e Microsoft estão investindo pesadamente em soluções proprietárias para a execução de sistemas operacionais de múltiplos clientes em uma única máquina.
O mercado, no entanto, não é feito só de produtos comerciais. Existe um ecossistema latente de soluções de virtualização de código aberto que podem ser consideradas pelos CIOs para suas infraestruturas de nuvem públicas ou privadas.
Entre as opções, cinco se destacam pelo potencial de cumprir a missão de consolidar infraestrutura sem prejudicar as economias que virtualização proporciona:

KVM
Abreviação para Kernel-based Virtual Machine, a solução não é tão amplamente implementada como outros hypervisors de código aberto, mas sua estatura está crescendo rapidamente. Ele tem a possibilidade de rodar clientes Windows e Linux, mas o sistema operacional do pinguim leva vantagem, pois os Linux desde o kernel 2.2.20 possuem um componente do KVM incluído.
A principal validação do KVM veio no final de 2008, quando o fornecedor Red Hat comprou a desenvolvedora da ferramenta, Qumranet. Agora a Red Hat baseia sua estratégia corporativa de virtualização na ferramenta.
Site: http://www.linux-kvm.org
Licença: GPL

Xen
O hypervisor Xen começou a ser criado por uma startup financiada pela Microsoft na Universidade de Cambridge e logo se tornou padrão no universo Linux.
O Xen dá suporte à virtualização (modalidade na qual o sistema operacional sofre modificação para ser rodado em máquina virtual) e virtualização assistida por hardware para clientes modificados e não modificados.
Os clientes podem ser Linux ou Windows, mas a maioria absoluta dos clientes é variante Linux, principalmente no universo de hosting.
Alguns anos atrás, fornecedores comerciais, como Novell e Oracle, adotaram Xen, antes que a startup fosse comprada pela Citrix. Empresas importantes já adotaram o sistema de código aberto como plataforma de nuvem privada.
Site: http://www.xen.org
Licença: GPL

OpenVZ
A ferramenta OpenVZ é um sistema de virtualização para Linux que se tornou bastante popular nos mercados de host de massa, já que usar Linux é a forma mais barata de fornecer servidores privados virtuais. Ela promete oferecer performance de máquina virtual semelhante às de máquinas nativas.
Uma das vantagens do OpenVZ é a compatibilidade com Parallels Virtuozzo Containers, solução comercial oferecida pela empresa Suiça Parallels
Site: http://openvz.org
Licença: GPL

VirtualBox
VirtualBox é uma tecnologia de virtualização especializada em desktops, que foi adquirida pela Sun em fevereiro de 2008, e logo passou para as mãos da Oracle, que manteve o desenvolvimento e anunciou o lançametno da versão 4.0 em dezembro de 2010.
VirtualBox tem a vantagem de rodar em Windows, Linux, Solaris e Mac OS X, suportando também todos esses sistemas operacionais como clientes.
Apesar de ter mais apelo para desktops, o VirtualBOX também pode ser usado em servidores.
Site: http://www.virtualbox.org
Licença: GPL e CDDL

Lguest
Criado por um desenvolvedor independente australiano, o Lguest é voltado para Linux, permitindo múltiplas cópias do mesmo kernel, rodando simultaneamente. Mesmo não sendo um hypervisor de virtualização pura, o Lguest se orgulha da facilidade de uso e da utilização do mesmo kernel para o sistema operacional do host e do cliente.
Ainda não existe muito registro sobre o uso do Lguest como sistema corporativo em ambientes de produção, mas dependendo do que a empresa espera de uma ferramenta de virtualização, vale a pena testar.
Site: http://lguest.ozlabs.org/
Licença: GPL

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Virtualização - 9 dicas sobre virtualização de desktops


(http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/11/08/9-dicas-sobre-virtualizacao-de-desktops)
Por Redação da Computerworld
Publicada em 08 de novembro de 2010 às 09h00
Tudo o que uma empresa precisa saber antes de optar pela adoção desta tecnologia.
A virtualização de desktops é considerada por especialistas a união de duas das tecnologias mais bem sucedidas: a computação centralizada em torno do mainframe e a tradição de desktop de conceder poder ao usuário. Cada posto de trabalho mantém sua própria instância de sistema operacional e aplicações, na tradição do desktop, mas que rodam em um servidor virtualizado, resultando em menores custos.
Os argumentos vão além: o acesso remoto às máquinas faz com que os técnicos não precisem mais expulsar usuários de seus lugares para resolver problemas ou fazer atualizações. Sem contar que cada desktop ou laptop físico é um alvo para crackers e oferece oportunidade para vazamento de dados.
O argumento contra, no entanto, também é forte. A virtualização de desktops acarreta custos maiores de licença com softwares de virtualização. As licenças tradicionais, como as da Microsoft, não sofrem redução significativa. Além disso, há custos adicionais de tráfego de rede e de servidores mais poderosos. E, finalmente: o que acontece se o usuário for desconectado da rede?
Para reduzir as dúvidas sobre o conceito e facilitar a decisão entre adotar ou não, é importante entender as variantes básicas e as tecnologias envolvidas com a virtualização de desktops.

1 – Reprodução fiel do desktop físico
Assim como ocorrem com os servidores, a virtualização de desktops depende de uma camada de software, conhecida como hypervisor, que roda em um hardware e oferece uma plataforma onde os administradores podem implementar e gerenciar máquinas virtuais. Na tecnologia, cada usuário recebe uma máquina virtual que contém uma instância separada de um sistema operacional (quase sempre Windows) e de qualquer aplicação que precise ser instalada. Com toda essa estrutura, a máquina virtual faz um bom trabalho em reproduzir uma máquina real.

2 – Thin client não é desktop virtual
A forma mais popular de computação baseada em servidor depende de uma tecnologia que permite que múltiplos usuários compartilhem a mesma instância do sistema operacional. Essa é a tecnologia dos thin clientes, na qual não existem hypervisors ou máquinas virtuais. A desvantagem dela é o desempenho ruim de algumas aplicações e a pouca personalização na experiência do usuário. No entanto, algumas pessoas ainda confundem as tecnologias porque o objetivo básico é o mesmo: consolidar a computação dos desktops em um servidor.
3 – Virtualização de desktops e VDI são a mesma coisa
A VMware foi a primeira empresa a promover o termo VDI (infraestrutura de desktop virtual), mas outras companhias, como Microsoft, com seu Hyper-V e a Citrix, com seu XenServer, preferem outras terminologias. Todas com o mesmo princípio e a mesma finalidade.
4 – Não confunda duas tecnologias diferentes denominadas virtualização de desktops
Se o termo pode se referir ao sistema de computação de desktops centralizada no servidor com a implantação de máquinas virtuais com sistemas separados, ela também pode se referir à outra tecnologia também oferecida por Microsoft e VMware, que permite rodar uma instância de sistema em cima de outro sistema operacional. É possível rodar o Windows a partir de uma instância do Mac OS, por exemplo. Nada a ver com computação baseada em servidor.
5 – Nenhum sistema de computação baseada em servidor será compatível com a mesma quantidade de hardware quanto um desktop físicoO trabalho para tornar o Windows compatível com uma gama muito grande de impressoras, placas gráficas, placas de som, scanner, dispositivos USB, entre outros, foi extenso e já tem mais de 20 anos. Os terminais que acessam máquinas virtuais simplesmente não funcionarão com certos tipos de hardware. Além disso, como a interação ocorre via rede, a transmissão de multimídia, vídeos e aplicativos Flash pode ser complicada.
6 – Soluções de desktops virtuais são mais caras que soluções thin clientes, mas entregam mais
No desktop virtual, cada máquina precisa de sua própria fatia de memória, armazenamento e poder de processamento para rodar o sistema operacional e aplicativos. Além disso, ele precisa de uma coleção de licenças de sistema e software próprias e geram grande tráfego de rede. No sistema de terminais, tudo é compartilhado.
O retorno do desktop virtual, além da melhor experiência do usuário, é a disponibilidade e metodologia de gerenciamento. A migração de um desktop virtual ocorre sem a derrubada da máquina, assim como ocorre nos servidores. Além disso, se uma máquina virtual trava, só ela será afetada, as demais continuarão operantes. Sem contar que elas podem ser rapidamente recuperadas com o uso de snapshots.
7 – Soluções dinâmicas de desktop virtual melhoram a eficiência
Em uma instalação dinâmica de desktops virtuais, os desktops compartilham dados, como patches e outras atualizações, mantendo personalizações relativas a usuários. Isso facilita significativamente o gerenciamento do ambiente.
8 – Virtualização de aplicações aumenta vantagens do VDI
Quando uma aplicação é virtualizada, ela é empacotada com todos os pequenos arquivos e entradas de registros do sistema que são necessárias para execução. Isso significa que ela pode rodar sem ser instalada.
Nesse cenário, os administradores podem entregar aplicações sem adicioná-las à imagem mestre das máquinas virtuais, reduzindo as pegadas das máquinas virtuais e simplificando o gerenciamento das aplicações. Somada à uma tecnologia de aplicações por streaming, elas se iniciam ainda mais rápido do que se tivessem sido instaladas em cada máquina virtual.
9 – Clientes hypervisors  deixarão que a máquina virtual seja executada offline
Um cliente hypervisor pode ser instalado em um desktop ou laptop tradicional de forma que a empresa consiga rodar uma máquina virtual sem conexão com a rede e contendo tudo o que é necessário. Porque fazer isso? Todas as vantagens da virtualização são mantidas, incluindo as snapshots, portabilidade, recuperação rápida. Além disso, a máquina pode circular em ambientes desconectados, para aqueles usuários que precisam de portabilidade de forma mais ampla. Quando conectada, as informações são sincronizadas.

domingo, 18 de abril de 2010

5 vantagens para a virtualização de dados


James Della Valle, de INFO Online
Sexta-feira, 16 de abril de 2010 - 16h32
SÃO PAULO – A virtualização não é um processo novo, mas muitas empresas só começaram a testar o processo agora. Mais quais são as suas vantagens?
Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, sugere cinco pontos, que ele considera como os principais do processo.
Leia também:
“Nos últimos anos, a virtualização de servidores ganhou popularidade. Hoje, entretanto, também a virtualização de desktops e bancos de dados provam ser boas opções para muitas empresas”, diz Guilherme Araújo, diretor comercial da Online Brasil, que atua há 17 anos na indústria de TI.
Segundo o especialista, o modelo será utilizado para criar ambientes mais racionais, gerar economia de espaço e recursos. Confira as cinco vantagens da virtualização, segundo Guilherme Araújo:
1- Racionalização da manutenção: reduzindo o número de servidores físicos é possível cortar gastos de manutenção do hardware de forma relevante;
2- Melhor uso de recursos: Todo crescimento implica em aumento de gastos. Mas quem consegue fazer mais com menos certamente economiza energia elétrica, espaço, refrigeração e administração;
3- Autonomia de aplicativos: quando cada aplicativo está inserido em seu próprio servidor virtual é possível evitar que upgrades e mudanças gerem impacto em toda rede e venham a comprometer a rotina de trabalho;
4- Ganho de eficiência: a virtualização permite apresentar produtos, serviços e projetos ao mercado com maior agilidade, já que é possível acessar desktops remotamente e com segurança;
5- Conformidade ideal: várias tecnologias de sistemas operacionais podem coexistir em uma única plataforma. Ou seja, é possível haver sistemas Windows e Linux coabitando o mesmo espaço, o que é uma grande vantagem para as empresas que vêm renovando sua infraestrutura de TI ao longo dos anos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Microsoft encerra política impopular de licenciamento de virtualização



por [Kevin McLaughlin | ChannelWeb]


Medida agrada a clientes, mas não resolve o problema, segundo a empresa

A Microsoft, nesta quinta (19/03) revelou uma virada no licenciamento de virtualização, com vistas a expandir a adoção de sua virtualização de desktops. Mas, ao mesmo tempo em que as mudanças reduzem a complexidade e remove barreiras à sua estratégia de virtualização, elas não vão ajudar muito na economia de seus usuários.
Valendo a partir de 1º de julho, o Windows Client Software Assurance prevê que os clientes não terão mais de comprar licenças separadas para acessar o sistema operacional Windows em Virtual Desktop Infrastructure (VDI) e o direito ao acesso a desktops virtuais estará garantido.
No passado, a Microsoft requeria dos clientes de seguro de software (SA) que pagassem um adicional de US$ 23 por device por ano pelo Windows Virtual Enterprise Centralized Desktop (VECD), uma subscrição device-based requerida a clientes que rodassem desktops Windows virtualmente a partir do data center.
Dai Vu, diretor de Virtualization Solutions Marketing da Microsoft, diz que a medida foi tomada para encerrar a complexidade e confusão do licenciamento de ambientes virtuais. "Os clientes sentem isso porque têm já pagaram pelo seguro do software, e terão de pagar novamente [pelo VECD], o que não faz sentido".
Os usuários ficarão, sem dúvida, maravilhados com a retirada do VECD de sua lista de preços e a inclusão do acesso a desktops virtuais em seu seguro, o que dá aos clientes o direito a upgrades para novas versões de software lançadas durante o período do contrato com a Microsoft e a pagamentos facilitados por três anos.
Entretanto, o entusiasmo dos VARs tem sido alarmado pelo fato de que o requerimento de seguro de software ainda é requerido pela Microsoft. "Eu não vejo isso acontecendo com uma grande mudança. A realidade é que a questão central com o VECD era o fato de que você tinha que comprar o seguro para começar. Os clientes que não têm o AS hoje estão no mesmo barco", disse Chris Ward, senior solutions architect da Greenpages.
Cerca de metade dos clientes enterprise da Microsoft não têm SA no desktop, então a mudança não os faz bem algum, ressalta Paul DeGroot, analista focado em Micosoft. Porém, diz ele, livrar-se do VECD é um movimento positivo para a Microsoft, que vai tornar as coisas claras para os clientes.
"É bom que eles eliminaram o VECD porque eles estavam penalizando os clientes por usarem VDI. O SA me permite rodar mais de quatro máquinas no meu desktop. Mas se eu quisesse rodá-las na rede, eu teria de pagar o extra. Então, mesmo eu tendo direito à virtualização, se eu fizesse isso de uma maneira específica, teria de pagar mais", disse DeGroot.
A Microsoft também está ampliando os direitos de mobilidade aos clientes de seguro do Windows, permitindo que acessem desktops Windows virtualizados e aplicações do Office quando estão fora da estrutura da empresa. Por US$ 100 por device anualmente, os clientes podem comprar o novo Virtual Desktop Access license (VDA) e usar devices como PC domésticos e quiosques, que não estão cobertos no SA.
Ao mesmo tempo em que as novidades ajudam os clientes, os canais dizem que a insistência da Microsoft em empurrar o seguro é um dos maiores obstáculos para a adoção de suas tecnologias de virtualização. O SA tem sido uma barreira, faz tempo, para os acordos de virtualização da empresa, e também é requerido para o Microsoft Desktop Optimization Pack (MDOP), que inclui virtualização de desktop e aplicações e hospedagem d outras ferramentas.
Ward tem visto os clientes deixarem os acordos de virtualização por conta do seguro e acha que isso se manterá como um problema. "Se eu sou um cliente que compra PCs HP com licença OEM, então eu devo fazer upgrade dessa licença OEM para uma licença total e adicionar o seguro a ela. Isso é a maior parte do custo envolvido nesses clientes. Economizar US$ 23 por device, por ano, vai ajudar um pouco, mas o ROI ainda está longe de ser alcançado na maioria dos casos", disse ele.

Mercado está aquecido para virtualização de desktops



por [Tagil Oliveira Ramos | especial para IT Web]


Enquanto a barreira cultural impede adoção em servidores de missão crítica, concorrentes brigam pela virtualização das máquinas dos usuários

Na primeira semana de março, a BMC Software promoveu um café da manhã em sua sede com gerentes e diretores de 15 empresas. O objetivo era sondar a expectativa de alguns de seus mais importantes parceiros de negócios sobre virtualização. A imprensa não teve acesso ao encontro, mas IT Web conseguiu com exclusividade informações sobre este mercado.
A primeira delas é uma pesquisa encomendada pela BMC ao Instituto Sem Fronteiras (ISF). Esse estudo confirma algumas das tendências mundiais para o Brasil, no que diz respeito ao avanço da virtualização de servidores e desktops. O grande apelo para CIOs e gerentes do segmento de TI continua a ser a redução de custos. "Existe uma barreira cultural muito grande a ser vencida", diz Gilberto Amaral, consultor-sênior de software da BMC. "Ainda é pequeno o número de empresas que estão planejando virtualizar seus ambientes de missão crítica."
O café da manhã apontou essa realidade. Numa enquete entre os presentes, descobriu-se que 64% das empresas já têm servidores virtuais, 10% não possuem e 20% não pretendem fazer nada neste sentido pelo menos nos próximos dez meses do ano. Quando o assunto é desktop virtualizado, a resposta é que 67% não utilizam este recurso, mas 22% pretendem tomar medidas. Cerca de 15% delas já possuem a solução implantada.
O segmento de virtualização está aquecido. Players do setor como VMware, Citrix, Red Hat e Microsoft colocam suas táticas de vendas na rua. A movimentação já se observa nos primeiros meses do ano. A líder VMware anunciou neste mês parceria com um distribuidor de grande porte, a Tallard Technologies, e aposta muita fichas no seu VMware View 4, talhado especialmente para desktops. A Microsoft bate de frente com a líder, oferecendo ao mercado a solução Hyper-V. Os analistas comentam que, apesar de menos sofisticada, ela se mostra, pelo menos no início, mais barata - a começar pelo download gratuito oferecido no site da software house.
A Citrix, uma forte parceira da Microsoft, costura parcerias (como a com a Novel, anunciada no mês passado) e fortalece seus canais, dando premiações como estímulo ao esforço de vendas. Ao mesmo tempo, lança versão 6 do XenApp 6, com ferramentas para administrar aplicativos, aumentar a escalabilidade e, de quebra, fazer a integração com o Windows Server 2008 R2. O XenDesktop, por sua vez, passa a suportar a Remote FX, próxima plataforma tecnológica da Microsoft. Um ataque agressivo conjunto ao mercado oferece promoções para incentivar a adoção de desktops virtuais, com foco em clientes que vão fazer a primeira experiência com máquinas virtuais ou com "dificuldades com a implementação do VMware View".
A Red Hat entra na ofensiva. "Em breve ofereceremos soluções para consolidação de desktops (Windows e Linux) sob a tecnologia RHEV (Red Hat Enterprise Virtualization) para desktops, complementando a oferta já existente para consolidação de servidores", revela Alejandro Chocolat, country manager da Red Hat Brasil.
O mercado brasileiro é considerado estratégico para empresas que apostam nesse nicho de TI. É o caso da Quest Software. No começo deste mês, dois de seus executivos Ben Sheffield, vice-presidente para parcerias de virtualização, e Dan McBreen, vice-presidente vendas para virtualização de desktops, estiveram no País fechando parcerias, ainda embargadas para anúncio na imprensa.
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O mercado até simpatiza com a idéia de Virtualização de Desktop, mas quando percebe que não tem nenhuma vantagem econômica, o entusiasmo arrefece e começa a analisar outras alternativas de virtualização de aplicações desktop que fazem mais sentido econômico. Melhor utilizar alternativas como o GO GLOBAL que virtualiza aplicações desktop a um custo muito, muito menor. Afinal, para que pagar pelo sistema operacional se voce precisa mesmo é do acesso à aplicação? O futuro é da aplicação virtualizada, independente do sistema operacional. Virtualização de Desktops nasceu ultrapassada.
Otto Pohlmann| otto@centricsystem.com.br | 22/03/2010



Em março, o IT Web discute as tendências de virtualização tanto para as empresas usuárias como para o mercado fornecedor


O futuro é na nuvem - Movimentação mundial deste mercado na casa dos US$ 2,1 bilhões neste ano acirra a concorrência entre os players
Mercado está aquecido para virtualização de desktops - Enquanto a barreira cultural impede adoção em servidores de missão crítica, concorrentes brigam pela virtualização das máquinas dos usuários
Especial virtualização: o momento é agora - Estimativas mostram que a carga de trabalho realizada em servidores virtuais aumentará este ano, passando de 40% para 55% Virtualização confere escalabilidade e flexibilidade às empresas - Soluções fomentam expansão de negócios. Varig/Gol e do Grupo Bom Jesus contam seus cases e mostram os resultados com a virtualização
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Seis riscos da virtualização em servidores


Kátia Arima, da INFO Quarta-feira, 17 de março de 2010 - 14h38

Seis riscos da virtualização em servidores


Desktops virtuais saem mais caro


Stewart Buchanan, do Gartner Terça-feira, 26 de janeiro de 2010 - 11h22


Getty Images
Desktops virtuais saem mais caro


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Comentários
  • O colega Erik comentou corretamente, e eu adicionaria o fato de que a aquisição, controle, atualização e descarte de hardware pode ser mais cara do que se pensa, e a virtualização acaba por compensar. Atualizações e upgrades seriam mais rápidas (ciclos de compras) e poderiam ser revertidas a qualquer momento (demandas variáveis ou sazonais, por exemplo). Energia elétrica e outros benefícios completariam a lista de vantagens.
    enviado por: Nestor Nogueira de Albuquerque em 08/02/2010 - 20:25
  • Acredito que uma avaliação de TCO envolve muito mais do que apenas o custo de licenciamento Microsoft, Vmware ou CITRIX. No meu ponto de vista o principal benefício de consolidar as imagens dos desktops no datacenter da empresa está ligado a redução no suporte técnico (uma vez que centralizado é feito em poucas imagens e com muita agilidade), facilidade para atualizações e flexibilidade de acesso (em qualquer disposito). Aumenta a segurança das informações sem dúvida e oferece um controle maior do recurso, principalmente para empresas que seguem normas de compliance. Com a solução CITRIX por exemplo sei que fazem Provisionamento de imagens, o que proporciona grande redução de espaço em disco. Na minha opinião pessoal é uma forte tendência para o futuro e para muitas empresas o TCO será comprovado.
    enviado por: Erick Santos em 28/01/2010 - 16:12
  • Já eu fui num evento promovido pela Add Value em Setembro passado e me mostraram, com planilhas e especialistas que a virtualização de Desktop parece ser uma boa opção, talvez não pela ótica de licenciamento, mas mais pelo seu TCO sem dúvida. Os exemplos devem ser aplicados em cada caso e de empresa para empresa, somente aí poderemos afirmar que é mais caro.
    enviado por: Christian Buhr em 27/01/2010 - 14:48
  • Muito boa a matéria. O interessante é que esse aspecto, como sempre, não ficou claro. Eu mesmo assisti a uma palestra da Sisnema sobre virtualização no Unilasalle/Canoas e o que foi apresentado para nós pela Sisnema é que virtualização é tudo de bom, só tem aspectos positivos e que, num futuro próximo a grande maioria das empresas estariam operando "nas nuvens" devido a redução de custos. Imagino que, com a virtulização, a redução de custos se dê com a utilização de recursos ociosos em servidores (ex: um hardware comportando 3 OS em máquinas virtuais), com energia elétrica e administração cetralizada.
    enviado por: Michel V. Ramos em 26/01/2010 - 13:03
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  • fonte: 

terça-feira, 9 de março de 2010

Entenda o que é VDI

Entenda a virtualização de desktops
Moacir Drska     26/02/2010
A virtualização está no topo da lista de investimentos em TI de muitas organizações para os próximos anos. Tal afirmação pode ser atestada por um estudo realizado pelo Gartner, que apontou essa tecnologia como prioridade para os CIOs em 2010.
Porém, se no campo dos servidores, esse recurso já alcançou um nível representativo em termos de adoção, no caso da virtualização de desktops, ainda há um bom caminho a percorrer.
Uma das questões que retrata o estágio em que se encontra a Virtual Desktop Infrastructure (VDI, na sigla em inglês) é justamente a definição desse conceito. “O senso comum tende a associá-lo com a virtualização de aplicações, algo que já vem sendo utilizado há um tempo considerável no Brasil, mas que não pode ser classificado como VDI”, afirma Bruno Rossi, Diretor de Consultoria da ASM Consulting para a América Latina.
Para Reinaldo Roveri, Enterprise Research Manager da IDC, o conceito de VDI é um pouco mais amplo, pois ele envolve a entrega de uma aplicação, aliada a toda experiência de um desktop físico. 
“É como se você colocasse seu desktop dentro de uma bolha e ele fosse capaz de ser entregue para diferentes dispositivos através da Internet ou de uma rede privada. A partir de qualquer lugar, o usuário acessa não só a aplicação, mas também o seu perfil, o seu sistema operacional”, explica Roveri.
Amadurecimento gradualA despeito de interpretações equivocadas, a VDI já vem despertando o interesse dos gestores de TI. Contudo, essa tendência ainda não se traduziu em muitas iniciativas práticas no Brasil.
O índice ainda reduzido de exemplos de aplicação de VDI no Brasil também é ressaltado por Reinaldo Roveri. Como o segmento ainda é muito recente, não há dados exatos sobre esse mercado, mas o consultor da IDC faz algumas estimativas.
“O país conta com uma base instalada de cerca de 60 milhões de desktops. Acredito que as unidades virtualizadas dentro desse universo não passem de 5%. É um mercado ainda tímido, mas com viés de amadurecimento. Essa evolução será gradual”.
Oportunidades e desafiosRoveri destaca as aplicações em Call Center e Back Office, especialmente em instituições financeiras e seguradoras, como boas oportunidades para o estabelecimento do mercado de VDI, impulsionadas por fatores como redução de custos e menor complexidade de gerenciamento e manutenção.
Porém, para que esse segmento se desenvolva, algumas barreiras devem ser trabalhadas. Na parte dos fornecedores desses serviços, um dos pontos chave é a necessidade de evolução das tecnologias de rede, no que diz respeito à disponibilidade, eficácia e eficiência, fatores que afetam decisivamente na experiência do usuário, outro elemento crucial para esse amadurecimento. “Diante desses fatores, acredito que a tendência da VDI é passar por um modelo híbrido, combinado, que possa sustentar as operações em caso de falhas na rede”.
Já para os clientes, o consultor ressalta que uma das principais dificuldades é a mudança de paradigma na forma em que a empresa gerencia e entrega os desktops.“É uma questão cultural. É preciso saber se as pessoas estão preparadas para esse novo ambiente e de que forma as mudanças afetarão os colaboradores”.
Outro ponto é identificar se a empresa possui uma infraestrutura  efetivamente preparada para suportar esse formato virtual, já que grande parte das insatisfações em modelos de virtualização de servidores, por exemplo, é o mal dimensionamento da rede.
“É importante atentar não só para os benefícios conquistados, mas também para os erros cometidos na implementação dos projetos de virtualização de servidores. Eles podem ser um bom indicador do melhor caminho a seguir para um projeto de sucesso em VDI”, conclui.

sábado, 6 de março de 2010

Conheça o VMPlayer da VMware: a conquista do desktop?



por Edward F. Moltzen | ChannelWeb
04/03/2010

Ainda que o VMware Workstation seja pago, o VMPlayer é gratuito para download e tem funcionalidades similares ao VirtualBox

A VMware não conquistou uma das maiores reputações em tecnologia, e o grande destaque que possui em virtualização, à toa. A companhia seguiu tornando mais fácil a virtualização nas corporações mas, agora, está disponibilizando appliances virtuais para o desktop de maneira quase tão simples quanto a Apple coloca canções dentro do iPod.
O VMPlayer, uma espécie de versão mínima do VMware Workstation, é uma estratégia interessante para virtualização de desktop. Seja para rodar distribuições Linux ou outros desktops virtuais na mesa máquina, ou para criar um appliance virtual (algo possível com as atuais aplicações disponíveis - e que não param de crescer), o VMPlayer tenta conquistar um espaço que o VirtualBox da Oracle tinha dominado quase completamente.
Ainda que o VMware Workstation seja pago, o VMPlayer é gratuito para download e tem funcionalidades similares ao VirtualBox. No entanto, o VMPlayer tem o bônus de ser integrado com as ferramentas da VMware - o que facilita na troca entre os sistemas operacionais na máquina visitante e na hospedada, além de facilitar a troca de Linux e Windows, por exemplo.
Para esclarecer: não são todos appliances virtuais que rodam no VMPlayer. No entanto, nós criamos alguns com o Wireshark (programa para análise de protocolo de rede) em uma máquina virtual Ubuntu e na Spamassassin para Ubuntu (usado com Evolution.) Ambas iniciativas funcionaram e estavam rodando em minutos no servidor/appliance virtual.
Alguns conselhos: Nossa máquina física tinha o Windows 7 rodando em uma CPU com quatro núcleos e 4 GB de RAM. Nós dedicamos um 1 GB para o servidor Ubuntu em cada um dos casos e o desempenho caiu sensivelmente. Tirando esse problema, os appliances virtuais realizaram o trabalho ao qual estavam destinados. E tudo isso foi feito sem nenhum hardware adicional e com eficiência.
A VMware sugere aos usuários que rodem um "browser appliance" quando estiverem usando o VMPlayer e forem navegar na internet. Este appliance conta com o Firefox da Mozilla e pode ser configurado para reiniciar todas as suas configurações a cada uso, o que garante que todas as informações pessoais e histórico de navegação serão apagados.É uma sugestão interessante, mas existem formas melhores de proteger um PC na internet. No entanto, ninguém pode culpar a VMware por não tentar aumentar a segurança.
Para a maior parte dos usuários, adicionar um PC virtual dentro de um PC real leva apenas alguns poucos minutos para aprender e se adaptar. O VMPlayer é intuitivo e oferece instruções claras sobre como navegar dentro e fora da máquina virtual. Para os usuários de TI mais experientes, criar appliances virtuais em minutos para combater spam, monitorar a rede ou gerenciar silos de armazenamento é um pouco mais desafiador, mas dá a oportunidade de transformar um desktop tradicional em uma máquina revolucionária dentro da empresa.
E isso sem falar que o Windows 7 é provavelmente uma das mais robustas plataformas 64 bits e, com capacidade de suportar muito mais memória, abre espaço para mais funcionalidades na criação de appliances virtuais baseados em PCs.
A VMware está fazendo a virtualização acessível de maneira que era impensável anos atrás. E com os fabricantes de hardware entregando mais desempenho, é hora de deixar a imaginação correr solta. Nem todos fazem os freqüentes testes de software que fazemos no CRN Test Center e, portanto, não tem tanto interesse em criar máquinas virtuais ou appliances virtuais. De qualquer maneira, a postura mais interessante é continuar a procurar novas soluções e novos produtos para resolver os problemas corporativos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Entendendo o é virtualização

Virtualização: rode vários sistemas operacionais na mesma máquina

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2006/08/01/idgnoticia.2006-07-31.7918579158)
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 01 de agosto de 2006 às 07h00
São Paulo – Conheça uma tecnologia, usada por 40% das empresas nos EUA, que pode ajudar sua empresa reduzir custos e otimizar recursos de hardware.
virtualizacao_88x66A capacidade de rodar, em uma mesma máquina física, diferentes estações lógicas - ou virtuais - não é um conceito novo. Porém, embora sua origem remeta aos ambientes de mainframe, nos anos 60, a chamada virtualização está longe de ser uma tecnologia anacrônica.

De acordo com a IDC, ela está a caminho de se tornar uma prática “padrão” entre as mil maiores empresas do mundo, listadas no ranking Fortune 1.000. Segundo dados da Forrester Research, mais de 40% das empresas norte-americanas já abraçaram a tecnologia.

De carona na onda da consolidação de servidores, a vitualização é um conceito que começou a chamar a atenção das empresas há cerca de cinco anos. Até então, era uma prática comum entre as empresas - como ainda é, em muitos casos - utilizar servidores separados para hospedar aplicações críticas, como servidores de e-mail, bancos de dados e softwares de gestão.

O problema deste modelo é que ele aproveita mal os recursos das máquinas - em média, os servidores utilizam somente de 5% a 10% da sua capacidade, segundo estimativa da empresa de software para virtualização VMware.

Com o objetivo de reduzir os custos de administração e manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de tecnologia, as empresas apostaram em um novo conceito: utilizar equipamentos mais robustos, com mais recursos de processamento e espaço em disco, para hospedar as diversas aplicações da companhia, prática batizada de consolidação de servidores.

Apesar dos ganhos em administração, energia e espaço, este modelo trazia uma desvantagem fundamental em relação à infra-estrutura descentralizada: se todas as aplicações da sua empresa rodam sobre um único hardware, isso significa que se ele quebrar, tudo pára. Além disso, as aplicações de uma empresa nem sempre rodam sobre a mesma plataforma; muitas vezes exigem sistemas operacionais diferentes ou mesmo versões distintas de um mesmo sistema.

Assim, a virtualização emergiu quase como uma tecnologia irmã da consolidação, permitindo rodar paralelamente, em um mesmo servidor, diversos ambientes operacionais independentes. Há diferentes formas de emular estas estações virtuais em uma mesma estação. A maneira mais comum é a instalação de uma camada de software de virtualização - fornecido por empresas como a VMware, a XenSource e a própria Microsoft - sobre o hardware, que permite a criação das máquinas virtuais que podem rodar sistemas operacionais diferentes, como Linux, Unix ou Windows.

O software de virtualização estabelece os recursos de hardware - como processamento, memória e armazenamento - que serão designados a cada estação virtual, e permite realocar estes recursos de acordo com a demanda de cada aplicação em determinado momento da companhia. “Uma das vantagens da virtualização é que é possível aproveitar melhor os recursos da máquina. Por exemplo, um servidor de e-mail exige mais do hardware durante o dia, enquanto todos os funcionários trabalham, mas fica com a capacidade ociosa durante à noite. Esses recursos podem ser alocados para rodar relatórios em uma aplicação de banco de dados durante este período”, explica Marcel Saraiva, gerente de plataformas corporativas da Intel.

“A virtualização atende a uma necessidade das companhias por maximizar os ativos existentes, fazendo mais com o mesmo. O balanceamento de responsabilidades e de uso reduz a necessidade de compra e elimina o custo de ociosidade. É uma tecnologia que tem grande apelo, pois traz resultados claros para a área financeira”, enfatiza Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e CEO da DOM Strategy.

Outra vantagem da virtualização é que é possível manter estações virtuais rodando aplicações redundantes, permitindo que, no caso de falha em um ambiente, o outro seja utilizado como recurso de contingência. Com a ajuda dos softwares apropriados, é possível ainda mover estações virtuais para hardwares diferentes, em caso de um problema físico, evitando assim a perda de produtividade.

De acordo com dados da VMware, a virtualização, combinada à consolidação de servidores, reduz em até 53% os custos com hardware e 79% os custos operacionais, gerando uma economia média de até 64% para a empresa que adota a solução. 

Esta redução de custos faz com que a tecnologia tenha apelo especialmente junto a pequenas e médias empresas. “No Brasil, ainda está restrito às grandes companhias, mas a tendência é que se popularize na medida em que a arquitetura blade ganhe mais espaço”, opina o analista da IDC Brasil, Reinaldo Roveri.

Para Saraiva, da Intel, um fator que deve fomentar a adoção da virtualização nas empresas é a evolução dos processadores com múltiplos núcleos - a companhia prepara chips de quatro núcleos para lançar no mercado ainda em 2006 e a rival AMD promete sua linha quadri-core para 2007.

De acordo com projeções da IDC, as iniciativas de consolidação e virtualização de servidores vão contribuir para um aumento de 20% ano-a-ano nas vendas de sistemas quadriprocessados (com quatro chips) no segundo semestre de 2006.

Do ponto de vista de software, a Forrester Research prevê que os desafios iniciais na obtenção de suporte para plataformas virtuais e modelos de licenciamento que se adaptem à tecnologia se tornem coisa do passado, diante da rápida adoção da tecnologia.

Um exemplo desta flexibilização é o recente anúncio de uma improvável parceira entre a Microsoft e a fornecedora de virtualização XenSource, que fará com que a nova versão versão do sistema operacional Windows Server e sua tecnologia de virtualização suportem a emulação de estações rodando sistemas operacionais Linux e Unix, por meio de ferramentas da Xen. Ao que tudo indica, os ventos da indústria de tecnologia sopram a favor da virtualização.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Com solução simples, VMware mira PME



por Vitor Cavalcanti | IT Web
14/01/2010

Companhia de virtualização lança software que permite pequenas empresas virtualizarem máquinas em três passos


O universo de pequenas e médias empresas (PME) atrai cada vez mais a atenção dos players de tecnologia. A VMware, por exemplo, acaba de trazer ao mercado uma solução gratuita e desenhada especificamente para este segmento. Trata-se de um software que, em apenas três passos, permite que uma firma virtualize os servidores.

De acordo com Arlindo Maluli, Solution Architect da VMware para América Latina, a companhia havia verificado a necessidade de algo voltado para PME após uma pesquisa encomendada que revelou que essas empresas tinham dificuldades para alocar investimento em TI e desconfiavam também da eficácia da virtualização.
"O VMware GO (como é chamado o novo produto) é um facilitador da configuração. A pessoa de TI entra no site, segue as instruções e virtualiza as máquinas", ensina. Maluli explicou que o ESXi, a base para que a virtualização aconteça, já é gratuito há algum tempo, mas vinha acompanhado de pacotes que demandavam investimentos, como o Enterprise, que agrega diversas outras ferramentas.
O VMware Go vem praticamente com a ferramenta de virtualização, ele traz um gerenciador, mas centralizado, nada muito avançado como o Vcenter que faz o gerenciamento em pool ao criar clusters de máquinas físicas. "Ele é um hypervisor instalado para habilitar a virtualização", resume Maluli ao falar sobre a nova oferta.
Como a companhia está em fechamento de trimestre, perspectivas de mercado e detalhes sobre a estratégia envolvendo o produto não puderam ser compartilhadas, mas a ideia, pelo menos é o que se presume ao avaliar outras ofertas gratuitas no mercado, é que, ao utilizar o serviço sem custo, o cliente poderá procurar a fornecedora para agregar funcionalidades, montando, assim, um pacote que gerará receita futura.
Em comunicado enviado à imprensa, a companhia afirma que o VMware Go já foi instalado em mais de três mil máquinas virtuais de teste em versão beta.
Confira os passos para virtualização com a nova ferramenta:
1. Setup inicial do servidor com ESXi
- Interface web-browser e guias que aceleram a instalação e o processo de setup
- Compatibilidade de hardware automatiza o processo de seleção dos ambientes de servidores físicos
2. Criação da máquina virtual
- Alavanca a configuração do servidor físico existente, instala uma aplicação virtual pré-existente ou começa com uma nova máquina virtual de limpeza.
3. Gerenciamento dos servidores e máquinas virtuais por meio do ESXi
- Interface centralizada de gerenciamento facilita a mudança para o ambiente virtual.
- Monitora máquinas virtuais para performance básica e utilização de recursos.
- Scaneamento e atualização de máquinas virtuais por meio de um console central.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

desktops virtuais são reais







por [Randy George | InformationWeek EUA]


Testamos nove produtos que irão transformar como a TI entrega PCs aos usuários finais

Após testar vários softwares de infraestrutura de desktop virtual, pudemos sentir pra valer onde VDI (Virtual Desktop Infrastructure) se encaixa nas estratégias, a longo prazo, de computação para usuário final. Os produtos analisados variam entre pequenos vendedores que antes agiam como connection brokers para fornecedores de servidores virtualizados. Testamos produtos da Citrix, Ericom, Leostream, MokaFive, Quest Software, Sun Microsystems (depois de adquirido pela Oracle), Sychron, Virtual Iron (também adquirido pela Oracle) e VMware.
Tínhamos três objetivos em nossos testes: revisar as características, desenvolver uma análise básica sobre custo/benefício e determinar se VDI está pronta para o uso estendido. Para tanto, testamos cada produto com um amplo conjunto de critérios, incluindo suporte de hypervisor, facilidade de administração, gerenciamento de recursos, suprimento, performance de acesso ao desktop e custo. Para testar cada software, criamos um laboratório onde simulamos uma empresa com 100 funcionários e quatro locais. 
Os destaques 
O XenDesktop, da Citrix, foi o nosso escolhido para o Editor"s Choice por seu conjunto abrangente de funções e características, especialmente se comparado com a versão da VMware, o View, que testamos em nosso laboratório. No entanto, uma versão subsequente do View, lançada após nossos testes, coloca o produto quase na mesma posição do XenDesktop.
Foram vários os fornecedores que se destacaram em outras categorias. O prêmio de suporte para hypervisor de back-end mais robusto, por exemplo, foi para a Ericom, a única fornecedora, além da Citrix, com suporte absoluto para XenServer. Enquanto outros brokers em nossa Rolling Review foram capazes de distribuir nossos desktops em Xen, apenas Ericom e Citrix foram capazes de fornecer e gerenciar completamente os desktops virtuais. Além disso, a Ericom suporta outros doze hypervisors, incluindo alguns bem obscuros, portanto, se você precisa distribuir desktops virtuais por uma grande quantidade de hypervisors, considere a Ericom. 
A Synchron e a Quest estão no topo da nossa lista no requisito gerenciamento de recursos. O OnDemand Desktop, da Synchron, nos impressionou com sua habilidade de agrupar desktops virtuais em "habitat" e aplicar parâmetros específicos de acordo com a qualidade de serviço de determinados habitat. Se seu hypervisor de back-end está rodando em recursos, com o desktop OnDemand, você pode garantir que os usuários no grupo de vendas estão usando memória e processando recursos à frente do grupo de RH. 
A Sychron também é boa ao gerenciar a demanda por desktops. Os administradores podem instruir o OnDemand Desktop a fornecer, automaticamente, desktops virtuais extras caso a quantidade disponível em determinada tarefa não seja o suficiente. Da mesma forma, eles podem ser dilatados para acesso rápido dos usuários, em vez de esperar 30 segundos para que a máquina virtual seja reiniciada. Quando a demanda de usuários diminui, esses desktops virtuais são, automaticamente, desativados para que os recursos do servidor se recuperem.
A Quest também brilha em gerenciamento de recursos e traz algumas funções de balanceamento de carga que a Sychrom não tem. Um exemplo é o avaliador de carga de trabalho que lembra o NetScaler; a ferramenta é baseada em software da Citrix. Conforme os aplicativos ou sessões de serviços terminais são lançados em um desktop virtual, o avaliador de carga de trabalho decide qual servidor vWorkspace deve executar a conexão com base em carga de CPU, dados de disco e contagem de sessões de usuários existentes. Se você vai implementar VDI em um grande ambiente, e balanceamento de carga é importante pra você, considere seriamente a Quest como sua escolha de connection broker.
Para fornecimento rápido de desktops virtuais, é uma simples questão de escolha entre a Ericom e a Quest, com a Sychron logo atrás. Enquanto todos aos outros fornecedores da nossa Rolling Rewiew podem, automaticamente, fornecer grupos de desktops virtuais qualquer tamanho, somente a Ericom e a Quest lidaram com questões de regeneração de SID e domínios de forma rápida e indolor.  
Poucos fornecedores se mostraram fortes em acesso a desktop. A Citrix certamente tem uma vantagem já estabelecida com sua experiência em serviços terminais e aplicativos, e demonstra isso no XenDesktop. A companhia consegue agregar e distribuir uma vasta lista de aplicativos, dados e recursos de sistema. 
A Ericom também impressionou nessa área. Achamos a empresa surpreendemente sólida ao agregar muitas fontes de informação em uma única interface para internet, controlada por uma ID Active Directory. Não importa se é um desktop virtual, um aplicativo de serviço terminal, uma intranet privada, uma planilha do Excel ou uma conexão AS/400 para um aplicativo legago, o portal da Ericom consegue intermediar e fornecer acesso a todos esse recursos e mais. 
Poderíamos até mesmo dizer que o WebConnect, da Ericom, pode substituir a Citrix, realisticamente, em situações que exijam um broker para acesso a sistemas e aplicativos back-end. 
Quando se trata de desempenho, não houve diferença significativa entre os fornecedores. Os resultados dos nossos testes dissiparam uma preocupação importante que tínhamos com VDI: o impacto da latência na experiência do usuário. Com efeito em todas as áreas, as sessões de desktop virtual tiveram bons desempenhos, com tempo de ping entre 200 e 300 milésimos de segundo. Passado esse ponto, o tempo de atualização da tela começou a afetar a utilização, mas, felizmente, latência alta assim, geralmente, é vista apenas em conexões acima de dial-up. 
Descobrimos dois fatores que contribuem para o acesso super rápido aos desktops virtuais: o primeiro, obviamente, é atribuir o máximo de processos e memória possíveis ao hypervisor back-end, especialmente se estiver direcionando grandes aplicativos de servidores-cliente para seu desktop virtual. O segundo é garantir que  seus desktops virtuais estejam dilatados antes do acesso do usuário. Nada irá descarrilhar o sucesso da implementação de VDI tão rápido quanto usuários reclamando que levam um minuto inteiro só para entrar porque o desktop virtual teve de ser criado do zero.  
Da perspectiva de recurso de hardware, não é realista manter centenas de desktops virtuais disponíveis o tempo todo. Felizmente, todos os connection brokers que testamos podem te ajudar a encontrar um meio termo através de suas habilidades de preparar mais desktops baseados em carga de conexão.  


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