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quarta-feira, 25 de março de 2026

O Fim do "Escrevedor de Código": Como a IA está Redefinindo a Carreira de Dev

O mercado de tecnologia está passando por uma mudança de paradigma. Se antes a quantidade de linhas de código e o domínio técnico de linguagens eram os grandes diferenciais, a ascensão da Inteligência Artificial Generativa mudou a régua da produtividade. Segundo especialistas ouvidos pelo UOL Tilt, a figura do "escrevedor de código" está com os dias contados, mas o profissional de computação nunca foi tão necessário — desde que saiba evoluir.

A Nova Régua da Produtividade

A IA agora funciona como um "copiloto", automatizando tarefas repetitivas que antes consumiam semanas. Ciclos de planejamento (plannings) que duravam 15 dias estão sendo reduzidos para uma semana, e tarefas básicas de cadastro agora levam um quinto do tempo original.

O impacto direto é sentido no tamanho das equipes: empresas que antes precisavam de 30 desenvolvedores hoje conseguem operar com 5 profissionais altamente produtivos. A mensagem é clara: o mercado não precisa de mais desenvolvedores, precisa de desenvolvedores melhores.

As 5 Skills para Sobreviver na Era da IA

Para não ser substituído por um algoritmo, o profissional de TI precisa se afastar do teclado e se aproximar das decisões. A matéria destaca que a sobrevivência na profissão depende de cinco pilares fundamentais:

  1. Visão Estratégica e de Negócio: Entender o "porquê" de um software existir é mais importante do que saber como escrevê-lo. O foco muda da execução técnica para a resolução de problemas de negócio.

  2. Arquitetura e Pensamento Sistêmico: Com a IA gerando trechos de código, o papel do humano passa a ser o de arquiteto — aquele que garante que todas as peças se encaixem de forma segura, escalável e eficiente.

  3. Domínio de Fundamentos (Ciência da Computação): Ferramentas de IA são superficiais. O diferencial está em entender algoritmos, sistemas operacionais e a lógica matemática por trás das máquinas. Como diz o professor Luís Lamb: "Computação vai muito além do uso de ferramentas".

  4. Curadoria e Revisão Crítica: A IA pode alucinar ou gerar códigos inseguros. O desenvolvedor do futuro atua como um editor-chefe, validando a qualidade e a segurança do que é produzido pela máquina.

  5. Adaptabilidade e Aprendizado Contínuo: A tecnologia agora muda em meses, não mais em anos. A capacidade de desaprender e aprender novas formas de interagir com a IA (como a engenharia de prompt aplicada ao desenvolvimento) é vital.

Conclusão: Vale a pena estudar computação?

Sim, mais do que nunca. A IA não mata a profissão, mas eleva o nível de senioridade exigido. O conselho para quem está começando ou já está na área é focar na profundidade técnica e nas habilidades humanas que a IA ainda não consegue replicar: o julgamento crítico e a visão de longo prazo.

domingo, 22 de março de 2026

A técnica que faz o ChatGPT escrever mensagens mais educadas, claras e diretas
A forma como o prompt é escrito influencia o tom, a clareza e o nível de formalidade das respostas geradas por inteligência artificial.

Ajustes no prompt ajudam a controlar o tom e a clareza de mensagens geradas por inteligência artificial (Freepik)



Denise Gabrielle
Redatora

Publicado em 21 de março de 2026 05h00.

Pedir para o ChatGPT escrever uma mensagem parece simples, mas o resultado pode variar bastante. Em alguns casos, o texto sai genérico; em outros, informal demais ou pouco objetivo. A diferença, muitas vezes, está na forma como o comando é estruturado.


Uma técnica específica de comando pode ser usada para orientar melhor o tom da resposta, tornando a escrita mais educada, clara e direta, três características essenciais em contextos profissionais e no dia a dia.

Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/inteligencia-artificial/a-tecnica-que-faz-o-chatgpt-escrever-mensagens-mais-educadas-claras-e-diretas/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento

Como fazer o ChatGPT dizer “não sei” em vez de inventar uma resposta convincente
A forma como o usuário escreve o prompt influencia diretamente a precisão das respostas e pode reduzir erros e “alucinações” em sistemas de inteligência artificial.

Comandos mais específicos ajudam a reduzir respostas imprecisas em sistemas de IA generativa (Getty Images/Getty Images)



Denise Gabrielle
Redatora

Publicado em 21 de março de 2026 05h00.

Quem usa o ChatGPT com frequência já se deparou com respostas que parecem corretas, mas não são. Esse comportamento, conhecido no universo da inteligência artificial como “alucinação”, acontece quando o sistema preenche lacunas com informações plausíveis — ainda que incorretas.


A boa notícia é que a forma como o usuário escreve o prompt pode ajudar a reduzir esse tipo de erro. Com comandos mais específicos, é possível orientar o chat a reconhecer limites e admitir quando não há informação suficiente para responder com segurança.

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Um dos ajustes mais eficazes é incluir, no próprio prompt, instruções claras sobre como lidar com dúvidas ou falta de informação.

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Em vez de simplesmente pedir uma resposta, o usuário pode orientar o comportamento do chat e reduzir a tendência de respostas “completas demais”.

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Um exemplo simples seria:
“Se não tiver certeza, diga que não sabe.”

Mas é possível ir além e tornar esse direcionamento mais robusto. Veja uma versão mais completa:

“Responda apenas com informações que você tem alta confiança. Se não souber ou se a informação for incerta, diga claramente ‘não sei’. Evite suposições ou preencher lacunas com respostas genéricas.”

Esse tipo de comando funciona melhor porque define o nível de exigência da resposta, indica o que fazer em caso de dúvida e limita comportamentos comuns da IA, como completar informações automaticamente.

Outra variação útil, especialmente para temas mais sensíveis ou técnicos, é:

“Se a resposta depender de dados que podem estar desatualizados ou incompletos, avise isso antes de responder. Caso não tenha certeza, diga que não sabe e sugira como posso verificar.”

Aqui, além de admitir incerteza, o chat é incentivado a contextualizar os limites da própria resposta, o que reduz o risco de interpretações equivocadas.

Também é possível combinar esse tipo de instrução com pedidos de explicação:

“Explique o tema de forma clara, mas não invente informações. Se não souber algum ponto, sinalize a dúvida em vez de completar com suposições.”

Na prática, esse tipo de ajuste é especialmente útil em pesquisas, produção de conteúdo e situações em que uma resposta bem estruturada pode parecer confiável — mesmo quando não é.

Por que isso acontece?
Sistemas de IA são projetados para produzir respostas coerentes e completas. Diante de perguntas abertas ou pouco específicas, a tendência é preencher lacunas para manter a fluidez do texto.

Por isso, prompts genéricos costumam gerar respostas genéricas ou até imprecisas. Já comandos mais direcionados ajudam a limitar o escopo da resposta e reduzir interpretações equivocadas.


Ao entender como o prompt influencia o comportamento da inteligência artificial, o usuário passa a ter mais controle sobre a qualidade das respostas e reduz o risco de erro em tarefas importantes.

Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/inteligencia-artificial/como-fazer-o-chatgpt-dizer-nao-sei-em-vez-de-inventar-uma-resposta-convincente/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento