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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Orange Pi Zero - Nova placa para desenvolvedores custa apenas US$7 (vale a pena?)


Novidade possui hardware melhor do que rival Raspberry Pi Zero, com um processador mais rápido e funcionalidade Wi-Fi.
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Por 7 dólares, uma nova placa de computação chamada Orange Pi Zero custa menos do que alguns sanduíches em Nova York, nos EUA. A novidade está à venda em sites como o Alibaba.
A Orange Pi Zero pode ser usada para fabricar eletrônicos ou robôs, ou substituir um servidor de mídia ou de arquivos. Essas placas de desenvolvedores também são usadas para criar e testar aparelhos industriais.
A Orange Pi Zero concorre com a minúscula Raspberry Pi Zero, uma versão “pelada” da Raspberry Pi que custa 5 dólares. Mas a Orange Pi Zero possui hardware melhor com um processador mais rápido e funcionalidade Wi-Fi.
Não espere que a minúscula Orange Pi Zero entregue um desempenho explosivo ou substitua um computador completo. Se você está procurando uma placa poderosa, então considere comprar a Raspberry Pi 3, que custa 35 dólares, ou a Pine64, que sai por 15 dólares.
A nova Orange Pi Zero possui um processador quad-core Allwinner ARM Cortex-A7, que nos últimos anos tem sido usado em smartphones e tablets de entrada e intermediários.
A placa também traz um processador gráfico Mali 400 MP2, da ARM, que é capaz de processar vídeos em alta definição. A desenvolvedora da placa, Shenzhen Xunlong, afirma que ela consegue lidar com vídeo 4K H.265, mas a placa não é feita para isso. A Orange Pi Zero também não traz uma saída para monitor/tela.
A Orange Pi Zero também traz um slot para cartão SD e 256MB de memória. Um modelo com 512MB de memória sai por 9 dólares.
Por fim, a Zero inclui Wi-Fi 802.11 b/g/n e ethernet, além de slots e expansão e conectores para outras placas e uma entrada USB 2.0.
Se quer usar a placa para aprender programação ou testaar aplicativos, o software pode ser um problema. Ela suporta Android, mas apenas a versão 4.4. Também suporta os sistemas Debian e Ubuntu.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Mikrotik - Proteção efetiva contra ataques DDoS

Proteção efetiva contra ataques DDoS a provedores com Mikrotk.

Olá amigos, hoje venho abordar um problema que está ocorrendo em diversos provedores e que muitos não tem o menor conhecimento de como proteger-se; estamos falando dos ataques virtuais de DDoS.
Mas afinal de contas, o que é um DDoS ? Um ataque DDoS é uma sobrecarga de solicitações vindas de uma ou mais fontes externas e que consomem todo processamento do alvo. Com isso os serviços tornam-se indisponíveis ou instáveis e acabam comprometendo o funcionamento da rede.
Se você se preocupa com sua rede, você deve sim adicionar algumas regrinhas para aumentar a segurança da sua rede, como as que descrevo abaixo:

Verifique se há conexões ativas:
/ip firewall connection print
Após isso, veja quantos pacotes estão trafegando:
/interface monitor-traffic ether3

Onde está ether3 substitua pela interface de rede que você usa
Verifique o uso da CPU (ela está a 100%?)
/system resource monitor
Existem muitas conexões suspeitas?
/tool torch
Se você está tendo todos esses problemas, recomendo que use essas proteções listadas abaixo:
Limitar conexões:
/ip firewall filter add chain=input protocol=tcp connection-limit=LIMIT,32  \
action=add-src-to-address-list  address-list=blocked-addr address-list-timeout=1d
Ação de Redução de Danos:
/ip firewall filter add chain=input protocol=tcp src-address-list=blocked-addr \
connection-limit=3,32 action=tarpit
Filtro de bloqueio SYN:
/ip firewall filter add chain=forward protocol=tcp tcp-flags=syn connection-state=new \
action=jump jump-target=SYN-Protect comment="SYN Flood protect" disabled=yes
/ip firewall filter add chain=SYN-Protect protocol=tcp tcp-flags=syn limit=400,5 connection-state=new \
action=accept comment="" disabled=no
/ip firewall filter add chain=SYN-Protect protocol=tcp tcp-flags=syn connection-state=new \
action=drop comment="" disabled=no
Para versões V6.x:
/ip settings set tcp-syncookies=yes
Para versões mais antigas:
/ip firewall connection tracking set tcp-syncookie=yes

Caso nem assim adiante, recomendo que seja feito uma visita na pagina de wiki da Mikrotik citada abaixo:
http://wiki.mikrotik.com/wiki/DDoS_Detection_and_Blocking


fonte: http://acessowi-fi.com/?p=284

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Drones - Pesquisador cria método que permite sequestrar drones e carros


Tecnologia poderia ser usada para manter drones indesejados à distância de regiões de risco, como aeroportos
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Um pesquisador de segurança criou um método para sequestrar uma grande variedade de veículos controlados por rádio, entre eles aviões, helicópteros, carros, barcos e outros dispositivos que usam uma popular tecnologia de transmissão sem fio. 
 
O ataque foi desenvolvido por Jonathan Andersson, gerente do Grupo de Pesquisa de Segurança Avançada da Trend Micro, o DVLabs, e tem como alvo um "protocolo de sinal de 2,4 GHz de frequência e agilidade de banda larga" chamado DSMx. Este protocolo é usado em brinquedos de rádio-controle, incluindo drones. 
 
O ataque explora as fraquezas do DSMx e foi apresentado em detalhes durante conferência de segurança PacSec em Tóquio na última semana. O pesquisador construiu um dispositivo que ele chamou de Ícaro, usando componentes eletrônicos encontrados facilmente e rádio definidos por software (SDR). Com ele, é possível assumir o controle de drones ou outros dispositivos wireless e bloquear seus verdadeiros proprietários em segundos. 
 
O sequestro é possível por que as informações secretas necessárias para emparelhar um transmissor remoto com um receptor DSMx podem ser extraídas do protocolo ou podem ser forçadas, explicou o pesquisador. Além disso, uma vulnerabilidade de tempo permite enviar pacotes de dados para controle antes do transmissor legítimo, fazendo com que o receptor ignore o último. 
 
Drones estão causando cada vez mais problemas para aviões tripulados e mesmo para aqueles que sentem que sua privacidade está sendo invadida quando estes dispositivos se aproximam de suas propriedades. Existem certas áreas que proíbem a circulação de drones, como aeroportos, mas alguns usuários ignoram essas restrições. 
 
O aumento do número de drones próximo a áreas de risco levou reguladores a considerarem legislação que restringisse o uso de tais dispositivos. O problema também levou ao desenvolvimento de soluções comerciais para desativar drones. Até houve relatos de pessoas, incluindo policiais, derrubando drones. 
 
Sequestrar drones e aterrissá-los com segurança em vez de atirá-los e danificá-los é uma solução mais elegante e poderia tornar mais fáceis investigações de invasões. Andersson observou em sua apresentação que sua técnica também pode ser usada para monitorar passivamente as áreas de atividade não desejadas para drones e para registrar as IDs de drones que poderiam ser usadas posteriormente para identificar seus proprietários.