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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Email - seis emails alternativos ao gmail

https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/10/seis-servicos-de-e-mail-alternativos-ao-gmail.ghtml

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Wi-Fi - nomenclatura irá mudar

Nomenclatura do Wi-Fi agora é numerada e a versão Wi-Fi 6 sairá já em 2019  


Até então, os roteadores Wi-Fi recebiam especificações um tanto quanto esquisitas, tais como “802.11ac” ou “a/b/g/n”, que pouco faziam sentido à primeira vista. Contudo, isso mudará em breve, pois a tecnologia passará a adotar números simples em sua nomenclatura.
Isso significa que a tecnologia não mais será identificada por uma letra e/ou um par de números (os quais eram usados para sugerir um padrão sem fio, como a versão atual, por exemplo, que é 802.11ac). A Wi-Fi Alliance, grupo de administra a implementação do Wi-Fi, determinou que, a partir de agora, serão adotados apenas números.
Ficam para trás os codinomes complicados, portanto, e entram identificações mais simples: Wi-Fi 5 é a atual versão, e o Wi-Fi 6 está programado para o próximo ano — e assim por diante. Por vias de curiosidade, eis uma lista dos Wi-Fi lançados até então e suas respectivas identificações:
  • Wi-Fi 1: 802.11b (1999)
  • Wi-Fi 2: 802.11a (1999)
  • Wi-Fi 3: 802.11g (2003)
  • Wi-Fi 4: 802.11n (2009)
  • Wi-Fi 5: 802.11ac (2014)
Assim, não é mais necessário se atentar às letras, apenas aos novos números. Vale também apontar que o Wi-Fi 5 é, obviamente, melhor do que o Wi-Fi 4, mas isso não significa que elas são incompatíveis, muito pelo contrário: as redes funcionam juntas, então um dispositivo voltado para a versão 5 certamente conseguirá se conectar ao 4 também.

Além do hardware

A Wi-Fi Alliance ainda planeja estender essa nova forma de identificação para além do hardware, o que significa que não serão apenas os roteadores e modems Wi-Fi que mostrarão a nova numeração: quando um usuário de conectar a uma rede, a intenção é que o sistema também mostre em qual versão a pessoa se conectando, exibindo “Wi-Fi 4”, “Wi-Fi 5”, etc, permitindo assim escolher entre a versão mais rápida.
A aliança deseja, afinal, que as empresas adotem a identificação numérica do Wi-Fi a partir de agora, se referindo apenas pelos números com as versões anteriores da tecnologia também —  mesmo que esta mudança só tenha sido feita agora, 5 versões depois.
De acordo com Kevin Robinson, chefe de marketing da Wi-Fi Alliance para o The Verge: “[a aliança] espera uma adoção muito ampla do termo”. Ele também admitiu que “é muito improvável que seja imediatamente adotado universalmente — [pois] não é assim que qualquer uma dessas coisas funciona. Mas a indústria se aproximará dessa abordagem mais geral da nomenclatura e, em último caso, os consumidores e a indústria irão se beneficiar desse movimento”.
O executivo também afirmou que as conversas sobre essa renomeação do Wi-Fi têm sido “muito transparentes” e, embora a aliança não possa forçar ninguém a adotar a nomenclatura nova, todos precisarão se esforçar um pouco para que não haja uma confusão.

Wi-Fi 6

A esperança de que a renomeação do Wi-Fi se consolide de vez está na chegada da próxima versão do Wi-Fi, o Wi-Fi 6.
A nova versão do Wi-Fi já está sendo desenvolvida, prometendo uma velocidade ainda mais rápida e melhor desempenho ao lidar com uma infinidade de dispositivos. Este novo modelo, inclusive, a princípio se chamaria 802.11ax, mas agora vai atender pela identificação mais simples.
E, embora nenhuma grande empresa tenha se comprometido com a mudança até agora, a Netgear anunciou que a nova nomenclatura que passará a ser usada no próximo ano “ajudará os clientes a entender e apreciar melhor” a diferença entre as gerações de Wi-Fi.
Fonte: The Verge

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Rede 4G LTE é menos segura do que usuários acreditam



Como a rede baseada em identidade pode proteger conexões LTE contra ataques
Com mais de 200 mil torres de celular instaladas nos Estados Unidos, a questão levantada pela Verizon em uma campanha publicitária de sucesso de 2011 foi respondida afirmativamente pela esmagadora maioria do país: “Você pode me ouvir agora?”. Mas na esteira de um novo mundo sem fio superconectado, surgiram algumas outras questões:
Quão segura é toda essa cobertura sem fio?
Que tipos de brechas de ataque existem?
Uma descoberta recente de especialistas em segurança da Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha, e da Universidade de Nova York Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, determinou que as redes sem fio que a população usa sem hesitação são potencialmente vulneráveis a ataques de hackers em todo o mundo.
Talvez o motivo de preocupação mais alarmante descoberto por esses pesquisadores seja um ataque de falsificação de DNS conhecido como o ataque aLTEr. Nesse caso, o hacker finge ser uma daquelas torres de celular para o usuário, ao mesmo tempo em que se posiciona como usuário da rede sem fio. É um hack clássico do tipo man-in-the-middle (MitM). A partir disso, as atividades sem fio de um usuário podem ser interceptadas e direcionadas para sites mal-intencionados.
Ou seja, existe uma falsa sensação de segurança ao usar redes 4G LTE. No entanto, essa ingenuidade é completamente compreensível, porque praticamente qualquer operadora de telefonia móvel - grande ou pequena – fala sobre sua suposta “segurança de alto nível” implementada para proteger suas redes.
Este é o problema: o ataque ALTERO foi executado com sucesso em uma rede sem fio supostamente "segura". A razão é que as operadoras só criptografam os dados do usuário LTE no modo contador. Os dados não são protegidos por integridade, o que permite que o hacker interrompa a criptografia. Pior ainda, essa foi apenas uma das três formas de vulnerabilidade expostas por especialistas em pesquisa.
Talvez alguns usuários pensem: "Bem, quem se importa com o 4G LTE? O 5G está chegando em breve de qualquer maneira”. Em primeiro lugar, as primeiras redes 5G não devem ser amplamente implantadas até por volta de 2021. Segundo, embora seja verdade que o 5G suporta criptografia totalmente autenticada, não é obrigatório, o que significa que a maioria das operadoras não se esforça para adicioná-lo.
Felizmente, uma solução melhor para confiar na segurança sem fio fornecida pelas operadoras já está disponível; um que faz com que o ataque seja totalmente impotente.
Redes ativadas pelo protocolo de identidade de host (HIP)
Após muitos anos de testes e desenvolvimento, o protocolo HIP (Host Identity Protocol) foi oficialmente ratificado pela IETF (Internet Engineering Task Force) em 2015 e atua como segurança rígida contra todos os ataques a redes sem fio, incluindo ALTEr. O HIP permite uma sobreposição privada totalmente criptografada e móvel que torna a rede invisível para todas as fontes externas potencialmente mal-intencionadas.
As redes tradicionais sempre foram sujeitas a uma falha inerente, que é o endereço IP conectável, mas extremamente inseguro. Ao substituir o endereço IP vulnerável por uma entidade criptográfica que não pode ser manipulada por criminosos, o HIP pode efetivamente conectar, segmentar e encobrir redes sem fio e com fio de qualquer tipo. Esta é uma solução de rede baseada em identidade, em vez do modelo aberto, baseado em endereço, que foi construído há muitos anos.
As redes habilitadas para HIP eliminam a fé cega envolvida na confiança das operadoras de telefonia móvel para proteger a comunicação móvel e o uso da Internet. Enquanto os usuários estiverem operando a partir da sobreposição privada baseada em identidade, sua atividade permanecerá invisível para os hackers, independentemente do tipo de que a operadora fornecer.
Como uma identidade criptográfica exclusiva é atribuída a cada dispositivo ou terminal, os usuários também podem migrar da rede corporativa local para o Wi-Fi público, a nuvem ou qualquer outro local, permanecendo totalmente seguros. Isso torna uma solução baseada em HIP infinitamente móvel e também segura.

fonte: http://idgnow.com.br/internet/2018/10/08/rede-4g-lte-e-menos-segura-do-que-usuarios-acreditam/