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segunda-feira, 24 de junho de 2019

Tails: como transformar o seu PC em um dos mais seguros do mundo




O Tails é um sistema operacional criado especialmente para proteger o seu anonimato na internet. Ele foi desenvolvido com base no Debian, uma das distribuições Linux mais tradicionais que existem.
A sigla Tails é um acrônimo para “The Amnesic Incognito Live System”, nome que já indica o propósito da plataforma: permitir que você fique incógnito na rede. A palavra “Amnesic” também não está ali somente para enfeitar; o sistema roda diretamente a partir de um DVD, pendrive ou cartão SD, impedindo que ele registre qualquer dado das suas atividades na máquina.
Com isso, os dados não ficam armazenados em um HD quando você liga o sistema: tudo fica em um disco virtual criado na memória RAM. Deste modo, quando você desliga o computador, o Tails realiza uma varredura na memória RAM para eliminar completamente qualquer traço de atividade recente, causando uma verdadeira “amnésia” no sistema quando a máquina for ligada novamente.
Isso significa que o Tails garante o seu anonimato e a sua privacidade por completo na internet, evitando censuras e eliminando os rastros completamente, a não ser, é claro, que você queira manter algum dado gravado no computador.

Como utilizar o Tails?

O Tails é um sistema operacional completamente gratuito e pode ser utilizado por qualquer pessoa. Porém, antes de baixar e instalar, confira as especificações necessárias e veja se a sua máquina tem o que é preciso para rodar o Tails.
Segundo o site oficial, o SO pode rodar em praticamente qualquer máquina fabricada a partir de 2005. O processador precisa ser compatível com arquitetura x86, ou seja, IBM PC. Por enquanto, o sistema não suporta máquina com arquitetura PowerPC ou ARM. Apesar de os computadores Apple atuais serem x86, o suporte do Tails a esses sistemas é bastante limitado.
Ele pode ser baixado gratuitamente no site oficial. Atualmente, o SO está na versão 1.0.1 (versão utilizada em nossos testes).
Clique aqui para baixar.
O download pode ser efetuado diretamente a partir do site oficial ou a partir de um cliente torrent. O site também recomenda que você faça a verificação da assinatura digital do arquivo baixado.

Para isso, é fornecida uma chave OpenPGP, que é um padrão de criptografia de dados. Verificar a assinatura da imagem é importante para assegurar que o arquivo que você baixou não tenha sido modificado por terceiros.
Após baixar a imagem de instalação, você tem três modos para utilizar o sistema: gravar o ISO em um DVD ou criar um pendrive ou cartão SD bootável.

Iniciando o sistema

Quando você inicia o computador com o Tails, um menu oferece duas opções básicas: Tails em modo padrão ou modo de segurança.
Após iniciar o sistema, você terá a opção de definir algumas configurações de personalização, como a senha de administrador. Outra modificação é a camuflagem do sistema operacional, que faz com que o Tails inicie com uma skin que imita a aparência do Windows XP. Isso existe para que você possa utilizar o sistema em locais públicos sem levantar suspeitas. Até mesmo os ícones ficam com a cara do SO da Microsoft.
Tails ou Windows XP?
Outra configuração trazida pelo Tails logo no início é o spoofing de endereço MAC. Esse código é o número de série dos dispositivos de rede instalados na máquina e pode ajudar a identificar o seu local de origem. O sistema pode fazer isso caso você queira, mas avisa que tal ação pode levantar suspeitas (caso a rede seja monitorada), além de poder causar problemas de conexão.
A última opção mostra duas configurações de rede: a primeira é para o caso de a máquina estar conectada diretamente à internet e a segunda permite que você ajuste configurações como proxy ou firewall. Caso você escolha a última, o sistema deve iniciar um guia passo a passo que o ajuda a identificar esses parâmetros.
Com tudo ajustado, você será direcionado para a Área de trabalho do Tails. Mas antes de começar a utilizar o sistema é preciso esperar até que ele possa sincronizar o relógio e se conectar à rede Tor. Feito isso, você está livre para explorar a rede de forma totalmente anônima.

Rede de segurança para garantir o anonimato

O Tails é um sistema operacional completo, ou seja, ele já vem com uma série de ferramentas prontas para o uso e com o foco principal na segurança e no anonimato. Isso inclui navegador de internet, cliente de mensagens, email e editor de texto e imagens.
Para garantir a segurança na rede, o Tails trabalha com a rede de segurança Tor, que funciona como uma camada de privacidade entre os aplicativos do sistema e a rede mundial de computadores. Além disso, nenhuma conexão com a internet pode ser feita diretamente: caso algum programa tente fazer isso, ele será bloqueado na hora.

O Tor (The Onion Router) é um software gratuito criado para proteger o anonimato pessoal na internet. Através dele, é possível escapar de sistemas de proteção e censura implantados em alguns locais. A rede do sistema é composta por uma série máquinas controladas por voluntários. Como essa rede é completamente descentralizada, funciona muito bem para ocultar a localização de um usuário na internet, mesmo que ele esteja em qualquer local do mundo.
O nome do sistema se refere ao modo como ele faz para anonimizar os dados de navegação, posicionando-os em camadas, assim como as de uma cebola.
A transmissão funciona assim: em vez de conectar a sua máquina (origem) diretamente com o servidor (destino), a rede faz com que os pacotes de transmissão passem com diversos pontos independentes de forma aleatória, fazendo com que seja difícil rastrear esses dados.
Cada um desses pontos da rede decifra uma camada de criptografia para revelar apenas o próximo ponto do circuito, a fim de manter o restante dos dados criptografados. O último deles decifra a camada mais interna de criptografia e envia os dados originais para o seu destino sem revelar ou mesmo saber o endereço IP de origem. Esse método elimina praticamente qualquer forma de rastreamento dos dados.

Aplicativos de uso geral

A Área de trabalho do Tails é bem simples e tradicional e o padrão da interface é o Gnome 2.0. Um dos destaques vai para a documentação do sistema, que pode ser acessada diretamente do desktop. Esse passo é importante para todos os marinheiros de primeira viagem que ainda não conhecem os detalhes do sistema.
Criptografar os dados é importante para garantir a segurança, por isso o Tails oferece uma série de aplicativos para isso. Entre as opções é possível criptografar o pendrive ou disco rígido, conexões de internet, emails e conversas através de comunicadores instantâneos.
O Tails também oferece ferramentas de limpeza segura de arquivos, ou seja, deletar tudo de modo que seja impossível fazer a recuperação dos documentos.
Aplicativos é o que não faltam.
Além disso, o sistema também oferece uma suíte de aplicativos completa para praticamente qualquer atividade, como o OpenOffice para escritório ou o GIMP, para edição de imagens.

Máquina virtual? Talvez não seja uma boa ideia...

Hoje em dia é normal instalarmos sistemas operacionais dentro de máquinas virtuais, como o Oracle Virtual Box. Essa medida facilita a utilização de mais de um SO ao mesmo tempo, já que você não precisa reiniciar a máquina para isso.
Entretanto, a virtualização não permite que você se mantenha de forma completamente anônima na rede. O próprio Tails mostra um aviso referente a isso quando você inicia o sistema e indica um local para que você possa se informar a respeito do assunto.
O problema da virtualização é que tanto o sistema operacional principal da máquina quanto o software de virtualização podem rastrear e manter registros do que você fez no Tails. Um dos riscos, segundo a documentação oficial, é que o sistema operacional principal pode estar infectado com algum malware ou keylogger, algo de que o Tails não tem como se proteger se estiver rodando em uma máquina virtual.

Além disso, traços de uso do sistema podem ficar registrados no HD do computador. Deste modo, a equipe recomenda que você só utilize o Tails em um ambiente virtualizado caso tenha certeza absoluta de que o sistema principal não esteja comprometido.
Mesmo assim, é bom sempre apelar para o bom senso: para garantir que tudo funcione como o planejado, é bom fugir da virtualização.

O Tails não garante 100% de segurança

Apesar de ser um sistema desenvolvido para garantir a privacidade, não existe um método 100% seguro. Como a própria documentação oficial do sistema fala, “não existe solução perfeita ou mágica para um problema tão complexo”. Portanto, é preciso utilizar tudo com cautela.
Um dos pontos a que a documentação se refere é a rede Tor, que serve apenas para ocultar a sua localização, mas não criptografa completamente os dados enviados. Isso significa que qualquer um dos pontos de comunicação utilizados para fazer a rota de navegação pode ser um alvo para a captura de dados, principalmente o último (exit node), que é o responsável por fazer a conexão com o destino final.
Outro ponto de segurança citado é que o seu provedor de internet pode saber que você está utilizando o Tor ou o Tails para navegar na internet. Além disso, o anonimato promovido por eles resume-se a fazer com que todos os usuários da rede pareçam iguais para que não seja possível saber quem é quem dentro da rede.

Deste modo, é possível dizer que o Tails garante um nível de anonimato e segurança muito maior do que um sistema operacional normal pode oferecer, mas ele não faz milagre. Para garantir o máximo de segurança, é preciso sempre utilizar o bom senso e nunca deixar de criptografar os dados a fim de evitar a perda de informações importantes.
O Tails é, sem sombra de dúvidas, o sistema operacional mais completo para quem busca a segurança e o anonimato na rede. Além disso, ele pode oferecer todos esses recursos de forma muito simples e bem documentada aos usuários. A documentação fala sobre todos os pontos do sistema, inclusive sobre o que ele protege e o que ele não protege.

fonte: https://www.tecmundo.com.br/sistema-operacional/58213-tails-transformar-pc-seguros-mundo.htm

domingo, 16 de junho de 2019

Raspberry Pi - Dez funções pouco conhecidas




O Raspberry Pi é um computador de bolso que aparece em diversas versões. Esses modelos podem ser utilizados em uma infinidade de projetos interessantes, que aplicam o hardware da placa em drones, consoles de jogos retrô e dispositivos que deixam sua TV smart. Além disso, também é possível criar um pequeno servidor para liberar acesso dos PCs da rede à impressora ou até uma espécie de armazenamento em nuvem próprio.
Confira a seguir dez exemplos de projetos utilizando alguma versão do Raspberry Pi e saiba qual deles são mais interessantes para você. Vale ressaltar que as criações têm diversos graus de dificuldade, e podem exigir a compra de outros materiais além da placa.
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É possível conectar o Raspberry à uma impressora sem acesso à Internet para torná-la acessível por toda uma rede — Foto: Filipe Garrett/TechTudo É possível conectar o Raspberry à uma impressora sem acesso à Internet para torná-la acessível por toda uma rede — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
É possível conectar o Raspberry à uma impressora sem acesso à Internet para torná-la acessível por toda uma rede — Foto: Filipe Garrett/TechTudo

Servidor de impressão

O Raspberry Pi pode virar uma central conectada para que sua impressora seja acessível por todos os usuários dentro da rede doméstica. Para isso, basta que você instale uma distribuição Linux na placa e configure um servidor de impressão.
Com tudo funcionando, basta deixar placa e impressora ligados, com o cuidado de garantir que o Raspberry Pi está conectado à sua rede. Depois, busque os aparelhos de impressão por meio do sistema operacional de um dispositivo e mande documentos diretamente para impressão.

Media center

Raspberry tem hardware suficiente para virar um media center de baixo custo — Foto: Filipe Garrett/TechTudo Raspberry tem hardware suficiente para virar um media center de baixo custo — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Raspberry tem hardware suficiente para virar um media center de baixo custo — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
As diversas versões do Raspberry Pi oferecem hardware de baixo custo, mas que ainda assim é capaz de reproduzir vídeo em Full HD. Apresentando porta HDMI, a placa permite também a ligação com uma TV.
É a soma dessas duas características que dá ao usuário a possibilidade de transformar o dispositivo em um media center. Há sistemas operacionais dedicados à tarefa, trazendo reprodutores de vídeo e música embutidos, além de uma série de recursos de compartilhamento e organização de mídia. Assim, o Raspberry Pi pode ser uma alternativa baratra a qualquer TV Box com Android TV, por exemplo.

Rádio digital

Rádio digital pode sintonizar emissoras da Internet — Foto: Filipe Garrett/TechTudo Rádio digital pode sintonizar emissoras da Internet — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Rádio digital pode sintonizar emissoras da Internet — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Outro projeto simples e amigável para iniciantes é criar um rádio digital com o Raspberry Pi, já que é possível criar um sintonizador FM com os componentes certos. Vale ressaltar que ter um transmissor FM pirata no Brasil é crime, e só é permitido ter em mãos o sintonizador, como um rápido comum.
No modelo unicamente digital, é possível utilizar um software para Linux capaz de buscar o stream de uma rádio que ofereça sua programação via Internet. Projetos mais evoluídos envolvem ainda listas com várias emissoras, telinha LCD para controlar o rádio, botões e até cases.

Console de games antigos

Raspberry Pi 3 é muito usado para emulação de videogames antigos — Foto: Filipe Garrett/TechTudo Raspberry Pi 3 é muito usado para emulação de videogames antigos — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Raspberry Pi 3 é muito usado para emulação de videogames antigos — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Barato e com capacidade para encarar jogos de boa parte das gerações de consoles e PCs antigos, o Raspberry Pi pode se tornar uma boa plataforma de games retrô. Há inclusive uma comunidade organizada de desenvolvedores que produz pacotes com emuladores e interfaces gráficas de qualidade voltadas para o mini PC.
Com suporte a conexões Bluetooth, o Raspberry Pi pode ser pareado com controles sem fio, o que pode ajudar na conexão de modelos mais recentes. Projetos mais elaborados colocam a placa no centro de um fliperama caseiro ou de um console portátil, aproveitando a carcaça de um PSP antigo ou até mesmo um molde de impressão 3D.

Sua própria nuvem

Projeto permite que você crie o seu próprio Dropbox — Foto: Divulgação/Element14 Projeto permite que você crie o seu próprio Dropbox — Foto: Divulgação/Element14
Projeto permite que você crie o seu próprio Dropbox — Foto: Divulgação/Element14
Comprar um NAS – conjunto de HDs externos ligados à Internet para acessar de qualquer lugar – pode não ser muito interessante para quem precisa apenas de armazenamento ligado à Internet. É possível utilizar o Raspberry Pi como plataforma de controle dos HDs, utilizando as quatro portas USB da placa.
Ligando o mini PC à rede e configurando serviços como o ownCloud, você passa a ter acesso aos seus arquivos de qualquer lugar. Dessa forma, não é necessário investir em uma conta em serviços como Google Drive, Dropbox, entre outros.

Servidor web

Placa pode hospedar site de Internet ou então seu servidor de e-mails — Foto: Filipe Garrett/TechTudo Placa pode hospedar site de Internet ou então seu servidor de e-mails — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Placa pode hospedar site de Internet ou então seu servidor de e-mails — Foto: Filipe Garrett/TechTudo
Outra aplicação de Internet que você pode testar é a de servidor web. Dessa forma, o Raspberry Pi se comporta como uma máquina ligada à rede e pode hospedar um site, blog ou até alguma funcionalidade de rede e um servidor de e-mails, por exemplo. A grande questão é que o hardware simples demais torna a plaquinha inviável para qualquer uso mais ambicioso.
Portanto, um site que pode acabar tendo milhares de acessos ao mesmo tempo vai acabar travando na placa. Apesar disso, o hardware simples do Raspberry é acessível e permite o desenvolvimento de protótipos para testes, e deve dar conta sem problema de projetos menos exigentes, como um blog, por exemplo.

Drones

Kits para montagem de robôs e drones podem ser comprados da Internet com todos os componentes que você precisa — Foto: Reprodução/Youtube Kits para montagem de robôs e drones podem ser comprados da Internet com todos os componentes que você precisa — Foto: Reprodução/Youtube
Kits para montagem de robôs e drones podem ser comprados da Internet com todos os componentes que você precisa — Foto: Reprodução/Youtube
Outro projeto interessante, e também mais desafiador, é usar o Raspberry Pi como o cérebro de um drone, tanto modelos voadores quanto robôs mais convencionais. Assim como outros exemplos dessa lista, não faltam tutoriais na Internet explicando o que você precisa fazer para montar o seu.
Existem kits com as peças que você vai precisar, formado em geral por motores, rodas ou hélices e um módulo computacional para comandar isso tudo, sempre compatíveis tanto com Arduino como com Raspberry. Dependendo do perfil do robô ou drone, você pode usar um app para controlar, criar rotinas autônomas, ou até mesmo usar controles de videogame para pilotar sua criação.

Tablet

Tela touch, além de cases, também são encontrados na Internet para quem deseja criar seu próprio tablet — Foto: Divulgação/RasPad Tela touch, além de cases, também são encontrados na Internet para quem deseja criar seu próprio tablet — Foto: Divulgação/RasPad
Tela touch, além de cases, também são encontrados na Internet para quem deseja criar seu próprio tablet — Foto: Divulgação/RasPad
Entre a infinidade de acessórios e complementos disponíveis para Raspberry, há algumas opções de tela sensíveis ao toque. Elas podem ser acopladas à placa que, com o auxílio de uma bateria, pode virar um tablet. Também é possível utilizar módulos para SIM cards e usar o mini PC como uma espécie de smartphone.
Apesar disso, o projeto tem algumas limitações, principalmente nas adaptações do Android para as versões do Raspberry Pi. Além disso, não espere pelo design esbelto de um iPad: o resultado final não é tão portátil e compacto, mesmo usando cases impressos em 3D disponíveis na Internet.

Câmera de segurança

Se um drone ou tablet parecem muito complexos, uma câmera de segurança controlada pelo Raspberry pode ser uma aplicação mais acessível para iniciantes. Em geral, os vários exemplos disponíveis na Internet requerem apenas um Raspberry Pi 3, uma webcam USB e alguma mídia de armazenamento, como um pen drive.
Há também modelos com sensores de movimento que acionam a câmera automaticamente, gravando a captura num pendrive. Do contrário, você pode agendar horários para a câmera ligar sozinha, ou então deixá-la ligada o tempo todo – ao invés de um pen drive, vale mais utilizar um disco rígido.

Projetor

PiProjector permite transformar a plaquinha num projetor de bolso — Foto: Divulgação/MickMake PiProjector permite transformar a plaquinha num projetor de bolso — Foto: Divulgação/MickMake
PiProjector permite transformar a plaquinha num projetor de bolso — Foto: Divulgação/MickMake
Um pouco mais complexo, esse projeto exige que você invista num complemento disponível na Internet para converter o sinal do Raspberry para projeção em uma imagem de 854 x 480 pixels, resolução abaixo do HD. Usando uma bateria e o Raspberry Pi Zero você pode inclusive desenvolver algo que, cabendo no bolso, é completamente portátil e com um custo muito abaixo do praticado em projetores portáteis à venda no mercado.
Vale a pena comprar o Raspberry Pi 2? Tire suas dúvidas no Fórum do TechTudo


fonte: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/06/dez-funcoes-pouco-conhecidas-do-raspberry-pi.ghtml

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Certificado digital - How do I convert CRT to PFX, or get a PFX certificate

When you're creating a .pfx, you'll need a copy of the private key from your server, as well as the .crt file that you downloaded from GoDaddy. You can use OpenSSL commands in command line to create the PFX, I'm including a sample below:

openssl pkcs12 -export -out certificate.pfx -inkey privateKey.key -in certificate.crt -certfile more.crtThis will create a certificate.pfx file from your private key, as well as the .crt you downloaded. You'll just need to make sure that you update the names in the sample code above to match your certificate/private key information.
Hope this helps!

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openssl pkcs12 -export -out rb01.pfx -inkey rb01.key -in rb01.crt 
 https://br.godaddy.com/community/SSL-And-Security/How-do-I-convert-CRT-to-PFX-or-get-a-PFX-certificate/td-p/99690