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Mostrando postagens com marcador tv digital. Mostrar todas as postagens
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domingo, 29 de agosto de 2010

TV Digital HD - 10 coisas que você deve saber antes de comprar sua TV de alta definição

(http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/08/28/10-coisas-que-voce-deve-saber-antes-de-comprar-sua-tv-de-alta-definicao)
Por Yardena Arar
Publicada em 28 de agosto de 2010 às 09h30
Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para sua casa.
Televisores de alta definição  tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para exibição de um disco Blu-Ray). Os modelos com iluminação LED estavam começando a aparecer e os preços eram astronômicos. Atualmente, esses modelos estão um pouco mais acessíveis, e os preços despencaram em comparação à época.
Os recursos das TVs modernas são muito diversificados. Alguns modelos tem conexão com a web, e vêm com um software embutido que permite fácil acesso a sites populares na Internet como Netflix, Twitter e Youtube.  O suporte para exibição de fotos, músicas e vídeo cresceu muito, mas varia de acordo com o fabricante e os modelos. Isso é algo que pode ser facilmente verificado online, juntamente com as informações sobre as opções de conectividade (por exemplo HDMI, video componente e outras entradas incluídas, e como elas combinam no formato e no número de recursos de mídia que têm).
Essas e outras mudanças nos aparelhos de alta definição definitivamente afetaram o que é visto nas lojas quando o consumidor procura uma HDTV. Muito do que foi aconselhado no passado ainda se aplica, mas há alguns pontos novos para prestar atenção na hora de fazer a compra.
1. Esqueça as noções antigas sobre as TVs de tela fina
Antes era mais fácil perceber a diferença entre uma televisão de plasma e um modelo LCD. As plasmas eram maiores e com uma "imagem de cinema", resultado da capacidade de alcançar tons de preto muito mais escuros e lidar com movimentos muito rápidos. Em comparação as telas LCD  eram menores e muito mais brilhantes. Mas essas distinções estão desaparecendo em aparelhos de 40 a 50 polegadas, especialmente com a chegada de LCDs que usam iluminação traseira "full-array" com escurecimento local (em contraste à iluminação LED mais barata, mas menos atrativa).
O escurecimento local – a habilidade de escurecer LEDs individuais ou grupos de LEDs em determinada parte da tela para produzir tons mais escuros – permite que o aparelho exiba tons de preto mais intensos, e esse tipo de característica tem aparecido na categoria de aparelhos de 46 a 50 polegadas, antes dominada pela plasma. Logo, não julgue uma TV apenas pela espessura.
2. Leve em conta o consumo de energia
Essa distinção entre plasma e LCD se tornou ainda mais significante nos últimos anos. Aparelhos LCD sempre consumiram menos energia do que as plasmas, mas os modelos LCD com iluminação LED são ainda mais econômicos e são mais eficientes do que as tradicionais LED com iluminação CCFL (lâmpadas fluorescentes). Se o consumidor assiste muita televisão, é mais recomendável, pagar um pouco mais por uma televisão LED, a economia virá na conta de luz.  No geral, vale o conselho: pesquise o consumo de energia de qualquer eletrodoméstico, inclusive TVs, antes de comprar.
 3. Leve seu próprio material de teste
Muitos dos problemas que aparecem no uso cotidiano não vão estar aparentes nos vídeos contínuos ou na programação ao vivo que é demonstrada na loja. Como já foi dito, o teste ideal é usar um filme em Blu-Ray em um aparelho conectado à televisão a patir de um cabo HDMI.
Se a TV for usada para exibir conteúdos de outras fontes, leve qualquer dispositivo que possa ser conectado na televisão, desde drives USB (leitores de cartão SD estão se tornando cada vez mais raros) até filmadoras, netbooks ou mesmo telefones celulares. Converse com o vendedor da loja para permitir que esses dispositivos sejam plugados – e use conteúdos que exijam muito do aparelho, como alguns exemplos a seguir.
4. Procure por artefatos nas imagens
Fique de olho em imagens que tremem levemente quando na verdade deveriam estar perfeitamente estáticas. As linhas retas em prédios ou paredes de tijolos parecem "dançar"?

Verifique também se há um efeito moiré em certos tecidos ou superfícies com texturas, como uma parede de tijolos. Ambos são problemas (artefatos) indesejáveis, que prejudicam a qualidade de imagem.
5. Examine as imagens com movimento
Nesse caso, deve-se procurar por problemas similares decorrentes da forma como a TV trata imagens em movimento. Você vê sombras fixas quando a câmera se move de um lado para o outro (o que pode acontecer em alguns televisores LED com iluminação nas bordas)? Os detalhes aparecem borrados? Nos testes em laboratório com as HDTVs, a performance em movimento se tornou um grande diferencial entre os dispositivos.
Novamente, esse já foi um ponto forte das TVs de plasma, mas agora temos LCDs com taxas de atualização cada vez maiores (240Hz e até 480Hz, contra os modelos com 60Hz ou 120Hz de alguns anos), além de algumas tecnologias proprietárias para lidar com o movimento. Contudo, não aceite simplesmente os números ou o apelo do mercado. Faça seus próprios testes.
6. Coloque o aparelho no modo de uso “doméstico”
Quase todos os modelos de HDTV atuais possuem assistentes de instalação que permitem configurar o aparelho para uso doméstico ou demonstração em lojas, e é quase certeza que a TV que você está vendo na vitrine está neste último modo.
O modo de demonstração para lojas coloca o brilho muito alto, já que os consumidores são atraídos por imagens brilhantes. Mas em uma sala de estar escura a mesma imagem pode parecer clara demais. Peça ao funcionário da loja para ver o aparelho funcionando no modo de uso doméstico (geralmente é possível alterar a configuração no menu da televisão).
7. Inspecione as configurações pré-definidas
A maioria das HDTvs possuem modos pré-definidos de imagem que ajustam os controles mais importantes (brilho, contraste, tons e outros) para otimizar a exibição de jogos, esportes, filmes e daí em diante. Confira essas configurações; grande parte dos menus permite que o usuário veja como as mudanças afetam o que está sendo exibido. Certifique-se que o aparelho permita que sejam criadas configurações customizadas caso não concorde com o gosto do fabricante.
8. Observe o tom de pele que está sendo exibido
As cores que estão sendo mostradas na TV estão boas? Um bom jeito de verificar isso é assistir a clipes com pessoas e usar os controles de imagem da televisão para fazer com que o tom de pele pareça mais natural e agradável – e então ver se o resto da imagem também está bem representado.
Se a cena tem muitas cores brilhantes, certifique-se que as pessoas não pareçam estar queimadas de sol– um problema comum quando algumas cores são muito saturadas.


9. Não use desenhos animados nos testes
Há uma razão pela qual muitos vendedores preferem exibir filmes de animação nos aparelhos – e não é por simpatizarem com eles. Os atuais filmes gerados em computador ficam ótimos em quase todas as telas modernas.  É muito melhor escolher filmes de ação ou programas de televisão, que geralmente não são desenvolvidos visando a perfeição. O mesmo acontece em cenas de games: a não ser que o usuário tenha planos para jogar muitos games na TV, não é preciso prestar atenção aos vídeos de demonstração dos jogos.
10. Veja e ouça
Infelizmente, a maioria das grandes lojas exibe dezenas de televisores de alta definição nos departamentos, então não é possível ouvir o som de um aparelho específico. Se o objetivo é acoplar um sistema de home theater ou alto-falantes externos à TV, isso não é um problema.
Mas caso você esteja planejando usar o sistema de som do próprio aparelho, veja uma maneira de testá-lo com um filme em Blu-ray que mostre suas capacidades de som surround. Felizmente, os sistemas integrados tem melhorado muito nos modelos mais recentes, com alto-falantes mais robustos e uma capacidade de simulação surround cada vez melhor. Mas, novamente, não julgue o aparelho somente pela quantidade ou tamanho dos alto-falantes – ouça você mesmo.

PC WORLD/EUA

domingo, 15 de agosto de 2010

Tudo o que você precisa saber sobre as TVs 3D


(http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/08/14/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-as-tvs-3d)
Por PC World / EUA
Publicada em 14 de agosto de 2010 às 09h00
Respondemos todas as suas dúvidas sobre a tecnologia que promete ser o próximo grande lance no mundo do entretenimento doméstico.
Dos filmes de ficção-científica aos esportes, de documentários a filmes infantis, 3D será o próximo grande lance do mundo do entretenimento doméstico. Uma HDTV pode deixar sua imagem sensacional, mas apenas o 3D promete explosões que te fazem se encolher e paisagens que parecem estar saindo da sua TV.
Se você é um aficionado por home-theater e o primeiro a adotar novas tecnologias, provavelmente se lembra da dor de não ter nada para assistir em sua maravilhosa HDTV – e você pode ter passado pela horrível sensação de descobrir que seu caro player de HD-DVD estava tornando-se obsoleto. Não cometa esses erros com uma TV 3D: leia a matéria a seguir e você terá toda a informação necessária antes de comprar sua diversão em terceira dimensão (ou decidir esperar mais um pouco por isso).
» Leia também: TV 3D - Chegou mesmo a hora?
Como funciona uma TV 3D?
Todas as telas 3D funcionam ao mostrar para cada olho uma imagem levemente diferente, o que cria a ilusão de que você está vendo algo de mais de um ângulo. Por exemplo, os clássicos óculos anáglifos azuis e vermelhos atingem esse efeito usando lentes coloridas para filtrar a luz vermelha para um olho e a luz azul para o outro.
O ponto negativo desse método, obviamente, é que ele praticamente elimina a cor da imagem. Em vez de usar um filtro de luz, as TVs 3D atuais funcionam ao combinar um par de óculos especiais (chamados de óculos “active shutter") com uma televisão que possui um emissor infravermelho. Quando a TV exibe um vídeo 3D, ela alterna a exibição entre uma imagem para o olho esquerdo e a outra para o direito; seu emissor infravermelho instrui quando seus óculos devem escurecer a lente esquerda e quando escurecer a lente direita, em sincronia com a TV, para criar a ilusão de 3D.
Esse método é significativamente diferente do que é utilizado nos cinemas. A maioria dos filmes 3D usam óculos que são polarizados (parecidos com óculos de sol) de maneira diferente nas lentes esquerda e direita; um filtro especial ajustado ao projetor do filme permite que ele mude rapidamente entre imagens para o seu olho esquerdo e direito. A princípio é um sistema similar ao 3D anáglifo, com a exceção de que ele mantém as cores intactas, apesar da polarização escurecer um pouco a imagem.
De qualquer maneira, se você se esqueceu de devolver os óculos após assistir a “Avatar” no cinema não poderá usá-los com uma TV 3D, já que ela utiliza uma tecnologia de exibição completamente diferente.
De que tipo de equipamento eu preciso para assistir a conteúdo 3D em casa?
Você vai precisar de uma HDTV capacitada para 3D, um par de óculos 3D, e (se você quer assistir a filmes Blu-ray em 3D) de um tocador especial de Blu-ray; infelizmente seu Blu-ray player existente não vai prestar para isso. Para os donos de PlayStation 3, a Sony lançou em junho um upgrade de firmware para suportar games 3D, e a companhia está prometendo fornecer um upgrade similar com suporte a Blu-ray 3D no próximo mês de setembro.
Por enquanto, não parece que você vai precisar de novos cabos HDMI ou qualquer coisa desse tipo.
Como posso saber se a minha TV pode exibir imagens 3D?
Até o momento, apenas um punhado de TVs dos grandes fabricantes pode exibir imagens 3D: a Samsung possui algumas TVs, como LCDs mais completas com iluminação LED (séries 7000/8000/9000), plasmas (7000/8000), e TVs de LCD (750) que conseguem lidar com 3D; outros sets que se qualificam para isso incluem a Sony Bravia série XBR-LX900, as TVs LX6500 e LX9500 da LG, e a linha Viera VT25 da Panasonic.
Em outras palavras, é muito improvável que você tenha comprado uma HDTV capacitada para 3D sem perceber que o fez. Se você ainda está na dúvida se a sua TV pode exibir imagens 3D, visite o site do fabricante do aparelho para verificar isso.
Por enquanto LG, Panasonic, Samsung e Sony são as únicas fabricantes de renome de TV que já entraram na arena 3D, apesar de que modelos da Philips e Toshiba devem chegar ao mercado no próximo ano ou por aí.
Minha HDTV diz que é “3D-Ready”. O que isso quer dizer?
Alguns fabricantes venderam TVs etiquetadas como “3D-ready” (algo como “Pronta para 3D”). Muitos modelos da linha DLP HDTV da Mitsubishi carregam essa designação, por exemplo, assim como um punhado das TVs Sony Brava.
Apesar da definição “3D-Ready” variar entre os fabricantes, o termo normalmente significa que o aparelho pode exibir conteúdo 3D, mas não possui o emissor infravermelho necessário para sincronizar a imagem da TV com os óculos – então você vai precisar comprá-lo separadamente. Além disso, como as técnicas 3D encontradas em TVs DLP sacrificam os detalhes pela imagem 3D, se a sua fonte de mídia está em 1080p (“Full HD”) a TV irá mostrar as imagens em 3D com metade dessa resolução.
Quanto custa uma TV 3D?
O custo total de uma TV 3D depende de fatores como o tamanho da tela e outros recursos. De maneira geral, no entanto, o custo mínimo é de cerca de 5,5 mil reais pelo televisor, mais cerca de 1 mil reais pelo tocador Blu-ray 3D. Sem falar nos óculos extras: a maioria das TVs vem com um ou dois pares, e você precisará de pares extras para os outros membros da família. Um kit com 2 óculos extras para TVs Samsung mais um filme em Blu-ray 3D, por exemplo, custa em média 400 Reais.
Que tipo de conteúdo eu posso assistir em 3D?
Após gastar um monte de dinheiro em um sistema 3D, você provavelmente irá descobrir não há quase nada em 3D para assistir. Até o momento existem poucos títulos em Blu-ray 3D: lojas como a Livraria Cultura e a FNAC listam poucas opções, como shows musicais de bandas como Jonas Brothers e Hannah Montana, além de filmes como o terror “Dia dos Namorados Macabro”, entre outros, que custam mais caro do que um disco de Blu-ray normal.
Nos Estados Unidos, alguns canais exibem conteúdo em 3D, mas apenas para eventos específicos (por enquanto). Até o final do ano é possível que alguns canais comecem a exibir programação 3D durante o dia todo. No Brasil não possuímos canais que exibem eventos em 3D, salvo situações específicas. Mas a situação pode mudar, uma vez que a operadora NET tem planos de até o final deste ano iniciar a exibição de eventos em 3D com maior regularidade.
Games em 3D também são uma opção. Além do PS3, mencionado anteriormente, jogos de PC suportam 3D há cerca de um ano e meio por meio de kits como o nVidia GeForce 3D Vision, que você pode usar junto com um monitor 3D para vários jogos 3D. Para saber se os seus jogos favoritos vão funcionar em 3D, veja a lista de games recomendados para 3D pela nVidia.  (Os jogos em 3D ainda não chegaram ao Mac.)
Qualquer pessoa pode ver imagens 3D?
Infelizmente, nem todas as pessoas podem enxergar 3D; entre 4% e 10% da população simplesmente não consegue enxergar imagens 3D,  apesar de que aparentemente o tipo de visão estereoscópica exigido pode ser “aprendido”. Os avisos colados nas TVs e cinemas 3D são muito interessantes: segundo eles TV e filmes em 3D não são indicados para crianças, bêbados, idosos e grávidas, e assistir a conteúdo 3D pode realmente causar desorientação. Por isso, você talvez queira esperar mais um pouco até que seus efeitos exatos sejam descobertos.
Eu posso assistir a conteúdo 2D em uma TV 3D?
Sim, você pode assistir a programas normais 2D em uma televisão 3D.
Alguns aplicativos e aparelhos 3D oferecem a opção para converter uma fonte 2D para 3D. A mais recente versão do Cyberlink Power DVD pode realizar a conversão para 3D com resultados passáveis. Os modos de conversão provavelmente não vão fazer você rever toda sua coleção de discos Blu-ray, mas é um início promissor.
Eu preciso usar aqueles óculos estranhos?
Sim – por enquanto, pelo menos. Algumas companhias estão trabalhando em TVs 3D que não precisam de óculos, as chamadas “telas auto estereoscópicas”. Muitas delas usam um sistema de películas lenticulares que exibe uma imagem diferente dependendo de onde você esteja sentado em relação à tela (se você já viu uma capa de DVD que mudava à medida que você a movia, é a mesma ideia). Mas por enquanto esta é uma opção muito cara: uma empresa chinesa chamada TCL vende uma tela de 42 polegadas por 20 mil dólares. A Samsung também está trabalhando em um sistema lenticular, mas para uso comercial.
Um misterioso anúncio na loja virtual Amazon.com de uma tela 3D sem necessidade de óculos (por 6.000 dólares, com disco rígido embutido de 500GB e tocador de Blu-ray) fez barulho alguns meses atrás, mas até que surjam imagens e um site oficial da chamada StreamTV, não se anime muito.
Além disso, deve ser lançado no início do ano que vem o console portátil Nintendo 3DS, que promete permitir que os usuários joguem seus games favoritos em 3D sem precisar usar óculos especiais. As primeiras impressões sobre a tecnologia, desenvolvida em parceria com a Sharp, são muito positivas.
Meus óculos 3D vão se encaixar sobre meus óculos corretivos?
Sim. Todos os óculos 3D são desenvolvidos para se encaixarem confortavelmente sobre óculos corretivos, apesar de que é indicado você realizar um teste antes de comprá-los. Infelizmente, ainda não há nada no mercado que evite o inconveniente de se precisar usar óculos sobre os seus óculos. A não ser, claro, substituir as lentes corretivas por lentes de contato.
Meus óculos vão funcionar em todas as TVs 3D?
Não exatamente. Na correria para entrar no mercado com telas 3D, os fabricantes nunca pararam para definir um design padrão para os óculos especiais, o que significa que seus óculos da Panasonic não funcionarão na TV Sony do seu amigo, por exemplo. Algumas soluções podem estar a caminho, no entanto. A XpanD oferece óculos 3D universais que podem determinar o tipo de TV que você está usando baseado em seu sinal infravermelho e se adaptando de acordo com isso. Nós não pudemos testá-los, mas a companhia afirma que eles funcionam com a maioria das TVs 3D no mercado atual.
Enquanto isso, você pode usar seus óculos Samsung para assistir a TVs 3D da Panasonic (e vice-versa) – mas apenas se usá-los de ponta-cabeça, segundo reportagem do site Tech Radar.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Artigo interessante sobre TV LED

Empresas mostram TVs de LED, que prometem reduzir gastos DA ENVIADA ESPECIAL
Nos estandes da IFA, todo fabricante parecia ter uma opção de televisão com o uso de LED (diodos emissores de luz) em suas novas televisões. Entre os atrativos do material, estão o menor consumo de energia e o maior contraste na imagem.
A maioria das empresas opta pelo uso do backlight LED - quando essas lâmpadas iluminam as imagens. Diferentemente de outros materiais usados, o LED pode ser totalmente desligado -vem daí o seu menor consumo de energia.
A Sharp mostrou a sua Aquos LED e disse que o modelo consome 15% menos energia do que o LCD. Em três modelos (46, 52 e 32 polegadas), as televisões traziam realmente mais brilho e contraste ao serem colocadas lado a lado com outras TVs da empresa.
Já a Philips trouxe demonstrações da Aurea, que consome metade da energia em comparação a outros modelos, segundo a empresa. Por 2.200, ela deve estar disponível na Europa neste mês. A empresa também mostrou as TVs da série 9740, com a tecnologia LED.
A Sony trouxe uma TV com LED realmente na tela, e não apenas fazendo a iluminação por trás. De acordo com os monitores da empresa, os pedaços são colocados ao longo do painel e o aparelho de 46 polegadas deve custar 3.000.
O estande da LG trazia uma parede com demonstrações de televisões de Amoled -uma evolução da tecnologia LED que possibilita o desenvolvimento de aparelhos mais finos e que apresentam imagens mais brilhantes.
Por questões de custo, a tecnologia é ainda é usada somente em telas menores, como a de celulares. (AD)

Fonte: Folha Informatica 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

Empresas redefinem preto na tela de LCD

Empresas redefinem preto na tela de LCD ESCURIDÃO >> Televisores com novas tecnologias fazem com que o tom negro nas telas de cristal líquido mude radicalmente


Rainer Jensen/EFE

Visitante observa televisores em estande na IFA (Internationale Funktausstellung), maior evento do mundo nas áreas de telecomunicações e entretenimento eletrônico, que termina hoje em Berlim

DO ENVIADO A BERLIM No menu da alta definição, a sopa de letrinhas ganha novos ingredientes em destaque. Se antes bastava ostentar um Full HD (ou 1.080p) para atrair olhares gulosos, agora a indústria aposta em termos que não eram tão ressaltados.
Até o preto ganhou uma nova dimensão com alguns televisores de LCD apresentados na IFA. Com taxas de contraste de até 1.000.000:1, ante cerca de 50.000:1 de um bom aparelho Full HD disponível no Brasil, Sony, Panasonic, Samsung e Philips mostravam televisões em que o negro de uma imagem na tela facilmente se confundia com as bordas do aparelho, quando pretas.
Por essa e outras novidades, as empresas mostraram que a qualidade de imagem e as cores nas telas de LCD começam a ficar mais parecidas com as de plasma, antes superiores na seara das telas planas.
E as empresas fazem de tudo para deixar à vista a diferença, usando filmes escuros em aparelhos colocados um ao lado do outro. Depois da experiência, não é difícil o usuário passar a considerar o que era negro, em uma TV de LCD, um simples preto-azulado ou um reles cinza muito escuro.
"Mas não se esqueça de que todos os vídeos aqui são feitos para isso, para ressaltar a qualidade", reconheceu um expositor da JVC que falava sobre um aparelho com a tecnologia LED LCD, que fornece uma cor preta impressionante. "Se você não entregar conteúdo digital de qualidade para o aparelho na sua casa, a imagem vai ser ruim", disse ele.
A dica serve para o consumidor comum no Brasil -ainda que a TV não tenha as últimas tecnologias. Um equipamento de alta definição funciona bem com alguma fonte compatível, como TV digital, Blu-ray ou videogames como o PS3.
Outra característica alardeada por fabricantes foi a fluidez de movimentos, ou a taxa de quadros por segundo apresentada pela televisão, expressa em Hz. Hoje, o comum, na indústria de telas LCD, é 60 Hz. Nessa seara, a Sony foi quem chegou mais longe. Sua Bravia ZD500, que deve estar no mercado nos próximos meses, tem uma frequência de 200 Hz.
Esse é o tipo de detalhe ao qual o fã de esportes ou de filmes de ação deve prestar atenção redobrada. Quanto maior a freqüência, mais definidas vão ficar cenas rápidas -como uma bola dividida ou a capotagem de um carro. A fluidez de imagem pode ser também expressa em ms (milissegundos, quanto menor o valor, melhor).

Magras
Outro produto da Sony que se destacou foi a Xel-1, que vai começar a ser vendida no mercado europeu. Com minguadas 11 polegadas, a TV ostenta apenas três milímetros de espessura e tecnologia de LEDs com material orgânico Oled.
Esse tipo de produto tem cores melhores, imagens mais brilhantes e uma alta taxa de contraste. O preço também é superlativo: nos EUA, a tevezinha sai por US$ 2.500.
Os 3 mm de espessura da Xel-1 referem-se à parte mais fina. Todas as fabricantes, na guerra da magreza, desfilam apenas suas melhores medidas.
É o caso da Sharp, que apresentou com destaque sua Aquos XS1 LCD, que tem 2,3 cm na parte mais fina. A tela Full HD, com uma taxa de contraste de 10.000:1 e freqüência de 100 Hz, pode ser de 52 ou 65 polegadas. O aparelho deve chegar ao mercado europeu no próximo mês.
A Philips apresentou um protótipo, apenas com a tela de LCD de 32 polegadas, ainda mais magro: 8 mm. (GVB)

Feira em Berlim mostra TVs de altíssima resolução e portáteis de grande desempenho

minimáximo
GUSTAVO VILLAS BOAS
ENVIADO ESPECIAL A BERLIM

Na feira alemã de eletrônicos de consumo IFA (Internationale Funkausstellung), um estande de um museu alemão mostra exemplares de rádios e televisões do passado. Nos outros milhares de metros quadrados, o futuro se faz presente e quer ser grandioso -e atento aos detalhes.
As estrelas da feira, que acaba hoje em Berlim, são as TVs. De todos os tipos e tamanhos.
E não basta serem bonitas por fora -com design futurista ou estilo aristocrático. A gota de suor que escapa do atleta, o vento que mexe suavemente a grama, as cores e a textura de um tapete persa. É preciso imagens inusitadas para chamar a atenção do público.
Mas as nuances têm um preço que vai além do monetário para o consumidor: é preciso decifrar siglas, números e especificações técnicas.
Uma das siglas é a Oled, com telas montadas com diodos orgânicos emissores de luz: as cores vivas, o preto profundo, a espessura de um quadro fazem dos aparelhos um sonho de consumo.
Só em 2010, os modelos de tamanho razoável (de mais de 21 polegadas) devem chegar ao mercado. E, enquanto isso, na IFA, telas de cristal líqüido e de plasma gigantescas aparecem.
Havia até aparelho mostrando imagens tridimensionais -e sem que o usuário precisasse de qualquer tipo de óculos.
Outro exagero: alta resolução de quatro vezes o padrão atual. Azar (ou sorte) dos consumidores comuns que esses dois últimos modelos são voltados para empresas e indústrias, como a de publicidade.

Presente
A tecnologia Oled fica para daqui a alguns anos. Atualmente, a realidade é a consolidação do sucessor do DVD, o Blu-ray. É a ascensão da transmissão em alta definição sem fio. A onipresença dos porta-retratos digitais.
Tudo, novamente, em vários tamanhos, do mais exuberante ao mais contido, como os subnotebooks ou netbooks. Os portáteis levíssimos, cada vez mais poderosos, deram as caras nos estandes de Berlim para mostrar que o mínimo também pode ser o máximo.
Isso e muito mais você conhece nesta edição.

TV permite ver vídeo em alta definição

 LIGADO >> Aparelho conta com entradas de áudio e vídeo; qualidade da apresentação de fotos a partir do USB deixa a desejar

MARIA DA GRAÇA PIMENTEL
ESPECIAL PARA A FOLHA

Chega ao mercado brasileiro a TV LG Scarlet Full HD de 47 polegadas, que permite assistir a vídeo digital de alta definição, como o capturado pelas mais modernas câmeras, explorar ao máximo a qualidade gráfica oferecida pelo novos consoles de jogos eletrônicos, como o PlayStation 3, além de reproduzir músicas diretamente dos tocadores de MP3.
O aparelho permite também que o telespectador assista à TV digital via operadora a cabo, satélite ou, nos locais onde já está disponível, sinal de TV digital aberta por antena. Em todos os casos, é necessário conectar a televisão a um conversor (set-top box) para ter acesso ao sinal digital.
Uma observação importante é que o sinal digital transmitido atualmente pelas emissoras de TV tem qualidade HD de 1.280x720 pixels, bem menor que o Full HD suportado pelo aparelho testado.
Outra fonte de vídeo em alta definição são os filmes em discos Blu-ray, o novo formato de mídia de alta qualidade, sucessor do DVD, que deve ser disponibilizado cada vez mais em locadoras de vídeo. Além dos discos, é preciso contar com um tocador de Blu-ray.

TV Full HD - GANHO NA RESOLUÇÃO PODE SER IMPERCEPTÍVEL PARA O USUÁRIO

FULL HD:

Os vídeos em HD (alta definição) têm resolução de pelo menos 720 linhas, enquanto em Full HD (alta definição plena) as telas têm 1.080 linhas, e as imagens são formadas por varredura progressiva (1.080p). Apesar da grande diferença numérica, é preciso pensar bem antes de optar por um televisor Full HD -a diferença de preço muitas vezes não compensa a melhora na imagem, que pode ser imperceptível.

23%
dos lares norte-americanos compraram aparelhos de DVR (Digital Video Recorder) em maio, segundo a Nielsen. O número é quase o dobro da média obtida em 2006/2007. Para a Nielsen, usuários de DVR assistem mais à TV, pois gravam conteúdo do programa e o vêem na hora mais adequada

PARA A TELINHA
Séries da Warner, como "Friends", passarão a ser exibidas, a partir de setembro, pelos sites Dailymotion (www.dailymotion.com), Joost (www.joost.com), Sling Media (www.slingmedia.com), TiVo (www.tivo.com) e Veoh (www.veoh.com), de acordo com o site especializado em TV Newteevee.com.

TV NO HOTEL
A revista "Sound and Vision" (www.soundandvisionmag.com) fez uma lista de hotéis e resorts que oferecem aparelhos eletrônicos de luxo. Há opções como o MGM Grand, em Las Vegas, onde você pode colocar seu iPod em um suporte da Bang & Olufsen, ver TV em uma LCD da Sony e usar MacBooks Pro da Apple.

AO VIVO
O LiveNewsCameras (www.livenewscameras.com) reúne câmeras ao vivo de programas jornalísticos de redes como NBC, BBC e Al Jazeera. Ao ver na hora o que acontece em uma redação, o espectador consegue pegar momentos mais soltos dos repórteres. Com dois cliques, dá para assistir aos vídeos em tela grande.

Monitor do computador pode virar TV

Monitor do computador pode virar TV PLAY > Opções de televisão no micro permitem gravar a programação no disco e pausar ou retroceder um conteúdo ao vivo

DA REPORTAGEM LOCAL
É possível assistir à TV no mesmo monitor utilizado para o seu computador -seja ele um desktop, seja ele um notebook.
A AOC, a Leadership, a PixelView e a TecToy têm, por exemplo, sintonizadores de TV digital menores que um celular. Eles se conectam aos micros por meio da porta USB. A qualidade da imagem é bem inferior à da alta definição -aliás, é menor do que a da imagem da televisão convencional, lembrando um filme do YouTube.
Os três produtos permitem gravar o conteúdo transmitido ou pausar a programação ao vivo. Os aparelhos da Leadership, da PixelView e da TecToy custam em torno de R$ 300, enquanto o da AOC tem preço sugerido de R$ 369. Eles só recebem o sinal digital onde essa transmissão está disponível.
A Pinnacle também possui um produto para a reprodução de TVs aberta, paga, DVD ou câmeras de vídeo no computador. O PCTV 100e possui entradas S-Video, coaxial e vídeo composto e conecta-se ao micro pela porta USB -não é preciso instalar uma placa internamente. O preço sugerido para o produto é de R$ 515.
É importante saber que a sintonia não será feita pela placa -é preciso conectar um cabo de antena compatível com uma dessas três entradas. O equipamento possui as funções de gravação e controle da transmissão ao vivo, no disco rígido.
Outra opção de placa sintonizadora de TV externa é o Real Angel 400 U, da Zogis. Pequeno, ele é conectado via USB ao computador e tem entrada para a antena de TV -que pode ser a da televisão paga. Tem preço sugerido de R$ 199.
Também existem placas de captura de vídeo internas que sintonizam televisão, como a PowerColor Real Angel, que pede uma slot PCI na máquina e tem até controle remoto.
Para qualquer placa, principalmente se comprada no exterior, é importante observar a compatibilidade com os formatos usados pela TV no Brasil.

Híbridos
Existem monitores híbridos, que já vêm adaptados para funcionar como televisão. Um exemplo é o modelo M19W531, da AOC, que suporta até mesmo 720p, qualidade considerada alta definição. Ele tem entradas S-Video, vídeo composto, vídeo componente e para antena de TV. O aparelho tem 19 polegadas e preço sugerido de R$ 1.399.
Outra opção para assistir à televisão no mesmo monitor usado no micro é o M228WA, da LG. Com 22 polegadas e entradas S-Video, vídeo composto e vídeo componente, o aparelho vem com um controle remoto e tem um sintonizador vendido à parte que permite ver TV mesmo com o computador desligado. (GVB)

Qualidade da imagem está nos detalhes

Qualidade da imagem está nos detalhes GATO POR LEBRE > Televisores apresentados como prontos para alta definição não oferecem a máxima capacidade possível

DA REPORTAGEM LOCAL
Antes, a dúvida era entre o aparelho de plasma ou de LCD. "Hoje, não há diferença de qualidade significativa na imagem final entre os dois. Nas TVs modernas, também não existe mais o medo de o plasma queimar [em um lugar da tela onde fique uma imagem estática]", diz Amilton da Costa Lamas, gerente de marketing e inovação do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações; www.cpqd.com.br).
Segundo Lamas, "a tecnologia [de telas grandes] está totalmente dominada", e o consumidor pode se preocupar apenas com os detalhes técnicos do aparelho que vai levar para a casa. "A alta definição de verdade é 1.920x1.080 linhas [full HD], mas a pessoa só vai notar uma diferença significativa [com relação à definição de 720p] nas telas maiores, de mais de 36 polegadas", afirma.
Quando você for comprar seu aparelho, note que as etiquetas com a expressão HD Ready (prontos para a alta definição) indicam, normalmente, aparelhos com resolução de 720p, que não oferecem a melhor qualidade de imagem disponível hoje, de 1.080 linhas.
Nos televisores com melhor imagem, as lojas colocam etiquetas como full HD (alta definição plena) e 1.080p. A letrinha refere-se ao processo de formação das imagens -o p, de progressivo, é superior ao i, de interlaced (entrelaçado). Para Lamas, o consumidor deve ficar atento também aos tipos de conexão que o aparelho possui (como HDMI para alta qualidade e vídeo componente ou S-Video para aparelhos analógicos). Por exemplo, tocadores Blu-ray e videogames, em sua melhor qualidade, pedem conexão HDMI. Mais de uma entrada do tipo facilita o uso de mais de um equipamento na mesma TV.
Ele recomenda também que a pessoa veja quais as saídas de áudio disponíveis.

Detalhes
Outras características que influem na imagem final é um bom contraste (acima de 10.000:1) e um rápido tempo de resposta, medido em milissegundos -menos de 8 ms já é um bom tempo. Mas como os dados divulgados pelas fabricantes não costumam ser muito confiáveis, também é bom usar os próprios olhos para avaliar a qualidade da imagem e perguntar ao vendedor quais os ajustes feitos.
Para José Abilio Queiroz, diretor-comercial do site jacotei.com.br, que faz comparação de preços e análise de mercado, o consumidor que não estiver interessado em comprar um tocador Blu-ray ou um set-top box para TV digital nos próximos dois anos deve investir em um aparelho com resolução de 720p, "que já tem uma imagem muito melhor que a TV convencional que conhecemos". "Comprar uma TV de 1.080 linhas e não ter Blu-ray ou conversor é dinheiro jogado fora, porque você não vai aproveitar tudo o que ela oferece."
E, como lembra Lamas, "não adianta ter TV se não tiver sala". A recomendação é que a tela fique a uma distância da poltrona de três a cinco vezes sua altura. (GVB)

52HL157
Televisão com tela de 52 polegadas e capacidade full HD, vem com conversor embutido para sintonizar TV digital e duas entradas HDMI e custa R$ 9.190; www.semptoshiba.com.br

SAMSUNG 650
O aparelho, com corpo colorido, é compatível com alta definição total, tem quatro entradas HDMI e possui o conversor digital embutido; com 40, 46 ou 52 polegadas (www.samsung.com.br)

BRAVIA 46W300A
A linha W das TVs tem capacidade full HD, 3 conexões HDMI e sensor de luz para adequar o brilho ao ambiente; o modelo de 46 polegadas custa cerca de R$ 5.999, em www.sonystyle.com.br

Monitor de Alta Resolução

Tamanho é documento Monitores grandes facilitam tarefas e aumentam produtividade; veja dicas para comprar e usar uma tela com 20 polegadas ou mais
EMERSON KIMURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O primeiro Macintosh, de 1984, tinha tela de nove polegadas. A última geração do iMac, lançada no ano passado, tem telas de 20 e 24 polegadas.
O tempo avança, as telas aumentam. E a produtividade também. Grandes monitores são especialmente úteis para quem trabalha com várias janelas abertas ao mesmo tempo, pois facilitam sua visualização.
Profissionais que trabalham com imagens -como arquitetos e designers-, desenvolvedores, programadores e administradores de sistemas podem produzir melhor com um grande espaço de trabalho.
O uso de aplicativos como Photoshop, AutoCAD, 3ds Max e Final Cut fica mais rápido e amigável em tela cheia. Múltiplas janelas com códigos de programação, referências, instruções de ajuda e terminais de acesso podem ser mais bem visualizadas e agilizar o trabalho.
Mas os monitores grandes não ajudam apenas em tarefas mais complexas e específicas.
"Se as empresas americanas trocassem todos os seus monitores de 17 polegadas [por outros maiores], elas veriam um aumento significativo de produtividade", disse James Anderson, da Universidade de Utah, ao site Computerworld (www.computerworld.com).
Em pesquisa financiada pela NEC (que fabrica monitores), Anderson comparou o tempo que se leva para realizar tarefas de edição de texto e planilhas em diversos cenários. Concluiu que a produtividade dos usuários de monitores de 22 e 24 polegadas foi maior do que a dos que trabalharam com modelos de 18. Ou seja: maior espaço significa mais produção.
Ou quase. O uso de monitores de 26 polegadas não trouxe benefícios significativos -organizar janelas em uma tela muito grande pode ser excessivamente trabalhoso.

Letras pequenas
Antes de comprar, confira se sua placa de vídeo suporta as resoluções nativas dos grandes monitores de LCD -em geral, 1.680x1.050 pixels nos de 20 e 22 polegadas, 1.920x1.200 nos de 24 e 2.560x1.600 nos de 30.
Tente experimentar a tela por um tempo, pois monitores grandes podem causar incômodo, principalmente em relação ao tamanho de letras, ícones e outros gráficos -por paradoxal que isso possa soar, muitas vezes telas maiores mostram letras menores.
Telas de 20 e 22 polegadas com a mesma resolução exibem o mesmo conteúdo, mas tudo aparece maior na de 22.
O mesmo não ocorre ao se comparar uma tela de 22 polegadas com uma de 24, pois a resolução (número de pixels) cresce mais do que o tamanho físico (polegadas). Assim, o monitor de 24 exibe mais informação, mas em dimensões menores do que o de 22.
O monitor de 30 polegadas tem resolução padrão tão alta que as letras ficam bem menores do que em um de 17 ou 19.

Tipo de painel
O tipo de painel utilizado é importante, mas a maioria das fabricantes não costuma divulgá-lo. Grosso modo, os TN -os mais comuns- possuem como vantagens preços baixos e tempos de resposta mais rápidos quando comparados com os IPS, os MVA e os PVA -que costumam oferecer melhor qualidade de imagem e maiores ângulos de visão e são mais indicados para manipulação de imagens coloridas.
Dados como tempo de resposta e nível de contraste devem ser olhados com desconfiança, pois a falta de um padrão estabelecido para calcular essas medidas leva as empresas a fazer isso de diferentes maneiras -não raro elas apelam para conseguir o melhor número possível. Isso prejudica a comparação entre os modelos a partir dos dados divulgados.
É sempre bom checar sites como www.anandtech.com, www.tomshardware.com e www.xbitlabs.com, que publicam testes padronizados.
A importância do ângulo de visão cresce nos modelos maiores, em que se torna muito fácil notar distorções de brilho e cor nos cantos da tela.
O preço costuma ser o maior entrave para comprar um modelo grande, mas o investimento pode valer a pena. Ao atualizar seu computador ou comprar um novo, você geralmente não precisa trocar o monitor -que, para muitos, é o periférico mais importante do micro. Você não pára de olhar para ele!

Apple Cinema Display
Em versões com 20, 23 e 30 polegadas, as telas da Maçã têm um belo visual e usam painel S-IPS, que oferece cores mais fiéis e razoável ângulo de visão.
Preços: R$ 3.199 (20 polegadas), R$ 4.699 (23) e R$ 9.199 (30)
www.submarino.com.br

LG M228WA
Oferece entradas vídeo componente, S-Video e vídeo composto. Tem 22 polegadas
Preço: R$ 1.199
www.fastshop.com.br

Dell 3008WFP
Altamente configurável, tem 30 polegadas, painel S-IPS, leitor de cartões de memória e várias entradas, como HDMI e DisplayPort, possível sucessor do DVI
Preço: R$ 6.126
www.dell.com Televendas 0800-970-3384

Acer Ferrari F-20
Com painel S-IPS e 20 polegadas, vem com sintonizador de TV analógica, alto-falantes e subwoofer
Preço: R$ 1.599
www.pluginformatica.com

ViewSonic VX2245wm
Dock para iPod e leitor para cartões de memória são os diferenciais desse monitor de 22 polegadas e painel TN
Preço: R$ 2.399
www.shoptime.com.br

Telas OLED são destaque na feira de Las Vegas

Telas OLED são destaque na feira de Las Vegas


terça-feira, 13 de janeiro de 2009 15:08
por
Otávio Dias, de Las Vegas
Visitante confere de perto a espessura de uma TV OLED exposta na CES 2009
Jae C. Hong/AP
Visitante confere de perto a espessura de uma TV OLED exposta na CES 2009
No ano passado, a primeira TV OLED (sigla para diodo orgânico emissor de luz), com tela de 15 polegadas e apenas 3 milímetros de espessura, foi destaque da CES. Neste ano, essas telas feitas com material orgânico que emite luz própria voltaram a chamar atenção.

Sony, LG e Samsung apresentaram protótipos OLED com apenas 0,9 milímetros de espessura. Também foram mostradas telas OLED de até 27 polegadas.
A Sony surpreendeu com uma minitela OLED flexível de apenas 2,5 polegadas e 0,2 milímetros de espessura. A novidade poderá resultar em uma “folha” OLED flexível que exibirá imagens em movimento em todas as cores: será este o novo papel? Como exemplo das possibilidades da nova tecnologia, a empresa mostrou um bracelete que poderá exibir imagens.

Da mesma forma que o carvão fica incandescente quando em contato com calor, o diodo orgânico emite luz própria quando estimulado por eletricidade. Por não precisar de uma fonte de luz traseira ou lateral, a tela OLED é muito mais fina e gasta muito pouca energia.

Outro destaque foram as telas de LCD com a iluminação LED. Já empregada em telas de notebooks topo de linha e em teclados como o do MacBook Air, o LED emite uma luz brilhante dos dois lados da tela, iluminando-a por trás. Além de muito brilhante, é muito econômica.
LG e Toshiba apresentaram protótipos que deverão ser comercializados em breve, mas foi no estande da Samsung, com uma tela LED de 82 polegadas de ultra definição, que o LED mais chamou a atenção.

As telas de LCD e plasma 3D, que exibem imagens em três dimensões, também foram sensação. É realmente incrível assistir a esportes, videogames e animações em 3D, a sensação é de estar no meio da ação. Há quem diga que é uma nova tendência, mas vai demorar.

Além das promessas acima, não faltaram telas de todos os tamanhos de plasma e LCD de resolução total (Full HD), com tecnologias que melhoram o contraste, a fluidez de imagens em movimento rápido e consomem cada vez menos energia.

Testamos a última safra da alta definição - comentar

Testamos a última safra da alta definição

LCD ou plasma? Qual o melhor custo-benefício? Para responder a essas dúvidas, analisamos a fundo as novas TVs


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
por
Jocelyn Auricchio
Hoje o consumidor desinformado que se arriscar a ir à loja para comprar um novo televisor se deparará com uma tarefa hercúlea. Existe uma infinidade de modelos de LCD e plasma por aí. As telas normalmente se parecem entre si, mas só depois que estão ligadas, funcionando a todo vapor, é que suas qualidades – ou defeitos – ficam evidentes.

Como são equipamentos que custam de R$ 2,3 mil a mais de R$ 27 mil, o arrependimento pode sair muito caro. Para ajudar o consumidor a escolher melhor, o Link testou os melhores aparelhos da última geração que chegou às lojas.

As telas de Full HD, que há dois anos eram minoria, praticamente dominam o cenário. No papel, a promessa de imagens mais detalhadas seduz.

Na verdade, sem uma fonte de vídeo de alta definição total – (1.920 x 1.080 pontos na tela) – como tocadores de discos do tipo Blu-ray ou consoles de videogame de último tipo, não é possível aproveitar ao máximo o nível de detalhamento que um aparelho como esse pode proporcionar.

Mesmo os decodificadores do sistema brasileiro de TV digital não aproveitam na totalidade a qualidade de uma TV Full HD. Uma tela HD ou de alta definição, com resolução de pelo menos 1.280 x 720 linhas ou pontos horizontais, é o suficiente para o sinal da TV digital e já garante uma imagem muito superior à de uma TV comum.

Tanto plasma quanto LCD são excelentes tecnologias. A maior diferença é o uso que se fará delas. Quem gosta de filmes de ação com explosões e games de última geração sai ganhando com plasma, que reproduz melhor cores e movimento. As telas de LCD são mais adequadas para ligar ao PC e para assistir a filmes mais sossegados e ver fotos.

Confira nosso teste e faça sua opção de acordo com sua necessidade e preferência.

Use melhor sua tela Full HD

Use melhor sua tela Full HD

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
BLU-RAY – Filmes vendidos no formato Blu-ray custam muito mais caro que os tradicionais DVDs, mas a qualidade de imagem, em Full HD, aproveita bem os recursos dos televisores.

MEDIA PCs – Computadores com saída HDMI e com o Windows Home Premium instalado rodam jogos e vídeos digitais em alta definição na resolução 1.920x1.080.

VIDEOGAMES – Além da última safra de jogos, os consoles de última geração também rodam vídeos digitais em Full HD e até em Blu-ray, no caso do PlayStation 3.

TV DIGITAL – O sistema brasileiro de TV digital não opera em Full HD, mas existem programas transmitidos em alta definição – 720 linhas horizontais ou 1.080 entrelaçadas.

Explore ao máximo sua tela de alta definição


Explore ao máximo sua tela de alta definição


segunda-feira, 17 de novembro de 2008
A última geração de telas de alta definição, de LCD ou plasma, é muito mais confiável do que as primeiras TVs do tipo. Com menor consumo de energia e mais resistentes, não dão dor de cabeça se cuidados forem tomados.

ONDE VAI COLOCAR A TV?
O primeiro passo é escolher o tamanho adequado ao ambiente. Telas muito grandes (veja ao lado) causam cansaço visual.

O segundo passo é optar pela tecnologia mais adequada. Telas de cristal líquido (LCD) são boas para o PC e locais iluminados. Plasma funciona melhor com cortinas e para filmes, jogos de última geração e fontes de vídeo de definição padrão, como a TV aberta que vêm pela antena convencional.

EQUIPAMENTOS À ALTURA
Uma tela de alta definição pede um aparelho de DVD especial, conectado com cabos do tipo vídeo componente ou HDMI e que faça o upconverting, isto é, transforme as 480 linhas do DVD comum em pelo menos 720 linhas.

E não esqueça: aparelhos de Blu-ray, consoles de última geração e conversores de TV Digital também transmitem imagens em alta definição, garantindo o uso pleno do seu aparelho.J.A.

ENTENDA OS TERMOS
HDMI – É o tipo mais avançado de conexão, em que um só cabo transmite o áudio e o vídeo digitalmente
VÍDEO COMPONENTE – Cabo que separa o sinal de vídeo, de definição padrão ou alta definição, em três canais de cores com alta qualidade de imagem
PROGRESSIVE SCAN – É o processo de formação das imagens de alta definição, que exibe as imagens de uma vez, e não em linhas intercaladas, como nas TVs convencionais

Saiba os pontos fortes e fracos de cada tecnologia

Saiba os pontos fortes e fracos de cada tecnologia


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
A concorrência entre plasma e LCD fez com que os fabricantes corressem para superar os pontos fracos de cada tecnologia. As telas de plasma são um bom exemplo disso.

Assim que chegaram ao Brasil, elas se tornaram um sonho de consumo, mas aos poucos começaram a sofrer críticas por gastarem muita energia. Além disso, as telas com freqüência ficavam marcadas em conseqüência de imagens estáticas, como o logotipo de algum canal.

Por isso, se entrar em uma loja hoje, provavelmente o vendedor lhe dirá que o plasma já está ultrapassado, pois dura pouco e gasta muita energia, e que o futuro é o LCD.

Cuidado. O tempo passou e algumas gerações de produtos depois parte desses problemas foram resolvidos. Econômicas, as novas telas de plasma gastam em média a mesma quantidade de energia que uma de LCD.

O problema da tela manchada foi quase 100% resolvido (apenas imagens pausadas durante alguns dias chegam a marcar a tela) e a durabilidade é comparável à das telas de LCD. Segundo os fabricantes, ambas duram em média 15 anos, com oito horas diárias de uso.

O LCD também tem alguns pontos fracos que, aos poucos, estão sendo superados. Há pouco tempo, os tons escuros ficavam “lavados” por causa do tipo de iluminação empregada nas telas de LCD. Nas TVs de LCD topo de linha, essa deficiência no contraste já não chama a atenção.

Mesmo cores que pareciam apagadas, quando comparadas às exibidas por telas de tubo e plasma, atualmente são impecáveis em alguns modelos de LCD.

Outra crítica comum ao LCD era em relação ao ângulo de visualização da tela. Nos primeiros modelos, você só conseguia ver uma boa imagem se estivesse sentado bem em frente à TV.

Atualmente, as boas telas de LCD permitem que se veja a imagem com qualidade se você estiver posicionado em um campo de até 170 graus.

PREÇO
Atualmente, é possível encontrar no País telas de plasma de última geração, com 42 polegadas ou mais e resolução de 720 linhas horizontais, a partir de R$ 3 mil.
Uma boa tela de LCD de 26 polegadas sai por cerca de R$ 1.800. Já as de 32 polegadas custam cerca de R$ 3 mil. J.A

Resolução é importante, mas não é o único fator para garantir uma boa imagem

Resolução é importante, mas não é o único fator para garantir uma boa imagem


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Muita gente considera a resolução máxima da tela um ponto importante ao decidir entre plasma ou LCD. Por enquanto é difícil encontrar telas de plasma full HD (1.080 linhas horizontais) no Brasil. No caso do LCD, vários fabricantes vendem telas full HD, mas são bem mais caras. Nem sempre a quantidade de pontos basta para determinar a qualidade da imagem. Existem vários fatores que afetam a imagem a que assistimos e todos devem ser levados em consideração.

De cara, recuse telas com resolução inferior a 720p (linhas horizontais), o padrão mínimo de alta definição. Telas full HD só valem a pena se você for um entusiasta e possuir um tocador de discos Blu-Ray ou HD-DVD. Como o custo desse tipo de tela ainda é alto, é melhor esperar que os preços caiam.

Mais importante do que analisar a quantidade de linhas na tela é verificar a capacidade do televisor para exibir imagens em movimento.

Nesse ponto, as telas de plasma são imbatíveis. Imagens em movimento ficam muito mais fluidas nas telas de plasma do que nas de LCD. No Japão é muito comum atribuir à tela um selo com a informação da quantidade de linhas verticais de movimento que ela é capaz de exibir.

Plasmas exibem no mínimo o dobro de linhas verticais nítidas que uma LCD convencional. Isso faz uma boa diferença porque o movimento fluido oferece mais conforto visual.

Novos avanços permitem que telas de LCD mais modernas cheguem perto da performance das de plasma nesse quesito. Nas telas normais de LCD a imagem é atualizada 60 vezes por segundo. Nas de maior resolução de movimento, 120 vezes por segundo. Mas, além de raras (no Brasil nenhuma tela do tipo é vendida), elas são mais caras do que as convencionais.

Um dos problemas enfrentados por ambas as tecnologias é a forma como elas exibem o sinal de definição padrão, transmitido pela TV aberta, a cabo e aparelhos de DVD normais.

As TVs de tubo não mostravam tanto as imperfeições do sinal convencional, mas as de plasma e LCD fazem esses defeitos saltarem aos olhos. Muita gente levou uma tela do tipo para casa e se arrependeu. Isso melhorou porque os novos modelos possuem processadores digitais de imagem que reduzem imperfeições.

De qualquer forma, é bom lembrar que telas de LCD e plasma foram feitas para exibir imagens de alta definição – pelo menos 720 linhas horizontais. Ou seja, valem realmente a pena para quem tem DVDs de alta resolução ou TV Digital e para jogar games de última geração.J.A.

Alguns cuidados são vitais para conservar as telas

Alguns cuidados são vitais para conservar as telas


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Depois de decidida a tecnologia, o consumidor precisa zelar pelo aparelho. Como todo equipamento de ponta, telas de plasma e LCD demandam uma série de cuidados para que funcionem satisfatoriamente durante bastante tempo.

O primeiro cuidado é em relação ao local onde a tela ficará. Se for pendurá-la na parede, preste atenção à fixação do suporte. Um tombo pode inutilizar o equipamento. Se preferir colocá-la sobre um móvel, evite áreas com grande circulação. Como são muito mais leves do que os televisores convencionais, essas telas podem cair se levarem um esbarrão.

Elas também não foram feitas para serem tocadas. A maioria delas é frágil contra riscos e, no caso das de LCD, são mais vulneráveis a impactos do que os televisores de tubo. Um controle remoto arremessado contra a tela de LCD pode ser suficiente para a irreparável destruição do equipamento. Pode parecer loucura, mas chegou a acontecer com jogadores de Wii, já que o console exige bastante movimento corporal.

Telas de plasma são bem mais resistentes a choques porque são basicamente um sanduíche de sólidas chapas de vidro. Conseguem absorver melhor impactos frontais acidentais, mas, claro, não são indestrutíveis.

A limpeza dos aparelhos também é outro ponto importante. Em hipótese alguma limpe a superfície da tela com álcool ou produtos à base de solventes. Além de atacar as partes plásticas do acabamento, produtos químicos podem se infiltrar na parte da frente da tela e prejudicar irremediavelmente a TV, especialmente no caso das de LCD.

Use apenas um pano macio levemente umedecido em água limpa. Já existe no mercado um pano especial elaborado com fibras sintéticas que não agride as telas.
E finalmente muito cuidado com a eletricidade. É recomendável conectar sua tela a um estabilizador (do mesmo tipo utilizado com PCs) ou no-break para evitar picos de energia.J.A.

A difícil escolha entre tela de LCD e plasma

A difícil escolha entre tela de LCD e plasma

Com preços cada vez mais atraentes, as finas telas de alta resolução deixam os consumidores confusos ao comprar


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
por
Jocelyn Auricchio
Se você está pensando em comprar uma nova televisão de alta definição, provavelmente está diante de um dilema: LCD ou plasma? As duas tecnologias permitem que os televisores sejam finos e leves ao ponto de serem pendurados na parede como quadros. Mas qual das duas tecnologias é a melhor? E mais importante: qual oferece o melhor custo-benefício?

Os televisores de plasma e LCD parecem bastante similares, mas a única semelhança entre eles é o formato e a espessura da tela. A tecnologia empregada em cada uma delas é radicalmente diferente (veja gráfico ao lado). Cada uma tem seus pontos fortes e fracos, mas nenhuma chega a se sobrepor em relação à outra.

Se você procura uma tela com menos de 40 polegadas, provavelmente vai acabar comprando uma de LCD. Quase não há opções de plasma nesse tamanho.

Alexandre de Andrade Diniz, de 28 anos, comprou uma TV de LCD de 26 polegadas por achar que, em seu apartamento, uma tela maior comprometeria a harmonia da decoração. “Como assisto a um metro de distância, fica perfeito.” Ele usa sua tela para assistir a filmes em DVD e jogar games de última geração.

Já quem procura telas maiores, com 42 polegadas ou mais, encontra nas telas de plasma uma excelente alternativa porque, em geral, são mais baratas do que as de LCD de tamanho equivalente.

Outro fator essencial é o consumo de energia. As telas de plasma mais antigas eram verdadeiras devoradoras de eletricidade. Esse foi um dos motivos para o LCD ganhar terreno.

De um tempo para cá, os fabricantes de plasma desenvolveram formas de reduzir o consumo médio das TVs de plasma, aproximando-o do de uma tela de LCD. Evite modelos antigos de plasma.

Foi por causa da qualidade da imagem que André Faure, de 30 anos, decidiu pela de plasma. “Cheguei à loja completamente indeciso. A diferença de preço não era tão grande”, conta ele. “Acabei ficando com a de plasma pela profundidade do contraste e o melhor desempenho em ambientes internos, com iluminação artificial.”

As TVs de LCD são mais indicadas para locais com muita iluminação natural porque refletem menos luz na tela e sua lâmpada interna favorece a visualização.

sábado, 3 de outubro de 2009

TV digital aproxima países com tecnologia

TV digital aproxima países com tecnologia

Sistema adotado no Brasil tem como base o padrão japonês

Renato Cruz

A TV digital, que estreou em dezembro na cidade de São Paulo, aproxima o Brasil e o Japão por meio da tecnologia. O sistema adotado aqui tem como base o padrão japonês, chamado ISDB-T. Foram incorporadas atualizações sugeridas por grupos de pesquisas brasileiros. Nos últimos meses, técnicos japoneses de empresas como a NEC e a Toshiba trabalharam nas emissoras paulistanas para colocar o sinal no ar.

“A história e a cultura vivenciadas nos últimos 100 anos fizeram com que os brasileiros confiassem nos imigrantes e nos descendentes japoneses”, afirmou Tomio Okamoto, gerente de Vendas Internacionais da NEC Corporation, no Japão. “A confiança se estende à tecnologia do Japão.” A NEC formou uma equipe com seis engenheiros japoneses e quatro brasileiros para atender às emissoras brasileiras na transição do analógico para o digital.

“A adaptação do padrão japonês de TV digital pelo Brasil não é uma questão puramente técnica, na minha opinião”, explicou Okamoto. “Acredito que isto pode levar a mais 100 anos de um relacionamento ainda mais próximo entre os dois países.” O Brasil é o único país, até agora, a adotar o ISDB-T fora do Japão. O mercado japonês consome cerca de 10 milhões de televisores por ano, a mesma quantidade que o Brasil. A diferença é que lá são vendidos modelos mais caros e sofisticados.

O Brasil fez modificações no padrão japonês. A tecnologia de compressão de vídeo foi atualizada, trocando-se o chamado MPEG-2 pelo MPEG-4 (ou H.264). E foi criado localmente um software de interatividade, batizado de Ginga. “O bom é que Ginga em japonês também tem significado”, disse Luiz Fernando Soares, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, e um dos criadores do software. “Quer dizer galáxia.”

Soares tem se correspondido, via correio eletrônico, com programadores que estão no Japão, e trabalham na adaptação do Ginga para os equipamentos que fabricantes japonesas planejam lançar no Brasil. Os primeiros conversores e televisores digitais a chegar ao mercado não têm o Ginga. O software permitirá serviços parecidos com os da internet, como acesso a informações personalizadas, enquetes e até comércio eletrônico, via televisão.

“Os trabalhos da TV digital não acabaram em 2 de dezembro”, afirmou Yasutoshi Miyoshi, presidente da Primotech21, que representa fabricantes japoneses de componentes eletrônicos no Brasil. “É só a ponta do iceberg. O Brasil tem 5,5 mil municípios que ainda precisam ser cobertos com a TV digital.” A Primotech21 fechou uma parceria com STB, fabricante brasileira de antenas de Santa Rita do Sapucaí (MG), para produzir transmissores de baixo custo para as cidades menores brasileiras.

Miyoshi tem 38 anos. Ele nasceu no Japão e veio para o Brasil com três anos e meio. Até os 10 anos estudou em escola japonesa. Seu pai trabalhava numa construtora japonesa e iria ficar cinco anos por aqui. Ele gostou do País e, quando chegou a hora de voltar, preferiu ficar.

“Uma aliança entre Brasil e Japão é extremamente positiva”, afirmou Miyoshi. “Existe uma relação de complementaridade. O Brasil tem vários produtos de que o Japão precisa - como metais, etanol, crédito de carbono - e tem a maior colônia japonesa fora do Japão. Não adianta o Brasil querer competir com a China, oferecendo mão-de-obra barata.”

A Semp Toshiba tem um técnico da Toshiba Corporation, do Japão, para acompanhar o lançamento dos produtos de TV digital. “Trabalhamos em estreita cooperação com a Toshiba”, disse Roberto Barbieri, diretor técnico da Semp Toshiba, joint venture entre a brasileira Semp e a japonesa Toshiba. A escolha do padrão japonês pelo Brasil fez com que a empresa preparasse sua reentrada no mercado de telefones celulares.

O padrão japonês tem um serviço, chamado One Seg, que permite às emissoras transmitir um sinal para celulares e outros dispositivos móveis dentro do canal de televisão. Ele é o principal diferencial do sistema japonês para os outros padrões internacionais. Apesar de as emissoras brasileiras estarem transmitindo o sinal para celulares, ainda não existem no País aparelhos capazes de receber TV aberta e fazer chamadas. Os modelos japoneses não funcionam nas redes celulares brasileiras.

Tsutomu Fujishima chegou ao Brasil em maio de 2007 e planeja ficar aqui até o fim do ano. Ele é especialista em eletrônicos de vídeo digital da Toshiba Digital Media Company, em Fukuya, no Japão, e veio para cá para auxiliar a Semp Toshiba no lançamento de seus produtos de TV digital.

“Como japonês, só posso ter muito orgulho da escolha do sistema pelo Brasil, mas me parece muito lógico, pois o ISDB (padrão japonês) é uma evolução dos sistemas americano e europeu, e já inclui soluções comprovadas de mobilidade e portabilidade, consideradas muito importantes pelos radiodifusores brasileiros”, disse Fujishima.

Para ele, a tecnologia cria oportunidades de trabalho em conjunto: “Acredito que o fato de Brasil e Japão terem sistemas que compartilham a mesma estrutura básica cria oportunidades interessantes de manter uma colaboração técnica continuada no futuro”.

FONTE: O Estado de S. Paulo


Publicado em: 21/01/2008
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